Coração de Fogo - Capítulo 07
Maria despertou e ficou uns minutos observando Estrella.
Sentia um enorme carinho pela jovem, uma necessidade de protegê-la de tudo e de todos.
Arregalou os olhos espantada. Será que seu instinto materno estava aflorando à essa altura do campeonato? pensou Maria.
Sentia um enorme carinho pela jovem, uma necessidade de protegê-la de tudo e de todos.
Arregalou os olhos espantada. Será que seu instinto materno estava aflorando à essa altura do campeonato? pensou Maria.
Com cuidado, foi se retirando. Não queria que Estrella a visse no quarto. Não estava preparada para perguntas e questionamentos que nem mesmo ela tinha resposta. Era tudo tão... tão.. Confuso e estranho.
Ao abaixar os pés, sentiu que pisava em algo.
De um salto, pulou da cama e olhou para baixo. Deu de cara com Carlos que fazia uma careta de dor e estava com a mão na boca para nao fazer ruído.
Ele encarou o olhar furioso da irmã.
– O que você faz aí? – perguntou sussurrando, com os dentes cerrados pela raiva e indignação.
– Shiiiiiiu... – pediu Carlos, saindo do quarto.
Maria saiu atrás dele.
– Responda, Carlos. Que fazia ali?
–Fui ver se ela não precisava de nada e então voce entrou e eu me escondi.
– Não consigo acreditar. Não vou deixar que você se aproveite da fragilidade dessa moça.
– Mas...
– Mas nada! Apesar de ser meu irmão, não terei pena se você abusar de Estrella. Nunca me meti em suas conquistas amorosas. Mas não se meta com ela ou verá do que sou capaz. E não estou brincando. Me ouviste bem, fica longe dela. Entendeu??
Maria estava vermelha, furiosa. Carlos de boca aberta. Nunca tinha visto a irmã defender alguém com tanta veemência.
já se sentia culpado. Nem ousaria pensar em Estrella como mulher. Maria parecia bastante séria no que falava.
já se sentia culpado. Nem ousaria pensar em Estrella como mulher. Maria parecia bastante séria no que falava.
Maria, tampouco entendia o que se passava com ela. Parecia uma loba defendendo sua cria. Oh Céus!!
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Por volta de meio dia, Estrella acordou. Nossa! Havia dormido tanto e tão bem. Havia tido um sonho maravilhoso com a mãe. E que curioso, sua mãe tinha o rosto de Maria!
Balançou a cabeça, com certeza tudo era fruto do estresse emocional que havia passado.
Levantou-se, vestiu o robe e foi para o banheiro refrescar-lhe o rosto.
Balançou a cabeça, com certeza tudo era fruto do estresse emocional que havia passado.
Levantou-se, vestiu o robe e foi para o banheiro refrescar-lhe o rosto.
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Como imaginava, Maria ainda não havia ligado e provavelmente, não ligaria e Estevão já estava nervoso.
Maria estava brincando com ele.
Também não ligaria. Faria melhor. Iria ao escritório dela.
Maria queria jogar pois ele também entraria no jogo.
Também não ligaria. Faria melhor. Iria ao escritório dela.
Maria queria jogar pois ele também entraria no jogo.
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Estrella saiu do banheiro e estava com uma leve dor de cabeça. Resolveu tomar um comprimido para dor. Ao não achar o que procurava foi ao quarto do lado. Talvez lá encontrasse.
Assim que pegou o remédio e se dirigia para sair do recinto, deu de cara com Greco.
Ele tinha um olhar acusador. Examinou o quarto e só então Estrella percebeu que o quarto era de Carlos.
– O que faz aqui? Como entrou? – nervosa por ele tirar conclusões precipitadas por encontrá-la ali.
– Eu que pergunto o que faz aqui no quarto de um homem? Está tendo um caso com ele? por isso inventou essa ideia absurda de que estou te traindo?
Estrella sentia medo. Greco estava enfurecido. Ficou mais horrorizada quando viu ele se aproximar e joga-la na cama, caindo por cima dela.
– Vamos responda? Faz com ele o que se nega a fazer comigo?
– Não... não.. Carlos é só um amigo eu juro... só vim pegar um comprimido. Grecoo ... é a verdade – tentando fazê-lo entrar em razao.
– Mentirosa! Vou apagar qualquer rastro desse homem do teu corpo.
Abriu-lhe o robe, afastou-lhe as pernas com forças e abriu o ziper da calça.
– Naaaoooooo...
Greco recuou assustado. Que ia fazer? Abusaria da mulher que amava? Chegaria a tanto?
– Per... Per... Perdão Estrella... eu ... eu sou um monstro ciumento. Não mereço você...
Saiu como uma bala, deixando Estrella perplexa.
Ela queria correr para os braços de Maria, tinha certeza que ela o consolaria.
Ela queria correr para os braços de Maria, tinha certeza que ela o consolaria.
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– Você de novo? Agora vem me visitar todos os dias? – Maria ironizou ao ver Estevão entrar.
– Maria... Maria! Estou igual um cachorrinho atrás de você. E você me esnobando.
– Mas nos vimos ontem – ela retrucou recuando pois ele avançava contra ela.
– O que foi? Você enjoou de mim? Vai me trocar por algum
garotinho? – continuava avançando até encurralá- la contra a mesa do escritório.
garotinho? – continuava avançando até encurralá- la contra a mesa do escritório.
– Estevão, claro que não. – nervosa e excitada pela aproximação.
– Talvez eu devesse demonstrar mais minhas qualidades e assim você não fica em dúvida do meu potencial – ele levantou com forças umas das pernas de Maria e incorporou-se no meio delas.
– Uiii... eu não tenho dúvida alguma... mas sempre é bom estar avaliando – disse sedutora, olhando para a boca dele.
Suas bocas se juntaram, suas línguas dançavam explorando cada canto, sentindo o sabor um do outro.
A mão dele levantava a saia e acariava sua zona íntima por cima da calcinha.
– Estevãooo... ohhh... pare .... aqui não.
– Meu amor, já fizemos muitas vezes num escritório. Vamos dar as boas vindas depois de tanto tempo. Eu sei que você quer – tinha afastado a calcinha e os seus dedos exploravam a cavidade úmida de Maria.
– Oh sim... eu quero... não nego. Mas não podemos... Estevãoo – estava nos céus com as caricias dele lá embaixo.
– Eu tranquei a porta... Estamos praticamente sós. É hora do almoço. Depois te levo para almoçar...
E sem esperar resposta, passou o braço na mesa derrubando o conteúdo no chão, papéis, pastas, etc.
E sem esperar resposta, passou o braço na mesa derrubando o conteúdo no chão, papéis, pastas, etc.
Deitou Maria e ficou sobre ela.
Abriu parte da roupa dela, deixando os seios à mostra, à sua inteira disposição.
Começou uma viagem com a boca, mordeu-lhe a orelha, passou a língua pelo pescoço.
E finalmente atacou os seios. Maria delirava com essas caricias. A boca sedenta de Estevão chupava com vontade seus mamilos rosados, enquanto ela arqueava-se debaixo dele, gemendo seu nome.
Abriu parte da roupa dela, deixando os seios à mostra, à sua inteira disposição.
Começou uma viagem com a boca, mordeu-lhe a orelha, passou a língua pelo pescoço.
E finalmente atacou os seios. Maria delirava com essas caricias. A boca sedenta de Estevão chupava com vontade seus mamilos rosados, enquanto ela arqueava-se debaixo dele, gemendo seu nome.
Estevão foi descendo os beijos. Levantou a saia até à cintura, tirou a calcinha e guardou no bolso de sua própria calça.
– Porque? – perguntou agitada, apoiando-se com os cotovelos na mesa.
– Quero ficar como lembrança de hoje. – Tirando o terno, se desfazendo do cinto, abrindo o ziper e liberando sua ereção.
Maria passou a língua pelos lábios. Não desviava o olhar. Queria saboreá-lo. Desceu da mesa. Passou a mão no pênis de Estevão e alisando para cima e para baixo, viu como endurecia mais entre seus pequenos dedos delicados. Lambeu a ponta e deslizou a língua até a base. Finalmente o engoliu por inteiro. Lambia cada vez mais rápido enquanto ele a segurava pelos cabelos.
– Chegaaa ... oohh – Estevão a levantou. Prendeu ela contra a mesa de novo. – Não aguento mais, amor. Preciso entrar em você.
– O que te impede? Oohh... Estevão porfavorrr – com a voz entrecortada pela respiração agitada.
Ele posicionou- se bem em sua entrada. Apoiou as duas mãos na mesa, enquanto ela o abraçava pelo pescoço e tinha as pernas em volta da cintura dele.
Entrou com força de um só golpe. Maria gritou de desejo.
Não movimentou- se, ficou quieto dentro dela.
Não movimentou- se, ficou quieto dentro dela.
– Que? Porque? aaahhh ... não pare ... continueee.
– Gosto de ver você implorar.
Maria lançou- lhe um olhar assassino.
– Movimente- se agora... ou mato você – ameaçou, esfregando seu sexo contra o dele em busca do prazer.
Estevão riu e apoderou- se sua boca pequena, investindo- a com força.
– Mais rápido... oh sim... mais... mais – exigiu Maria tempo depois, próxima ao orgasmo.
Explodiram ambos num êxtase intenso.
Maria jogou-se na mesa, preguiçosamente. Respiração acelerada.
Estevão continuava dentro dela. Passava as mãos pelos cabelos, tentando normalizar a respiração.
Cada novo encontro era mais fogoso e apaixonante que o anterior.
Estêvão ainda dentro dela, abaixou-se, beijou-lhe de leve cada um dos seios e os acomodou no sutiã. Foi abotoando cada botão do seu blazer sempre mantendo contato visual com os olhos sedutores de Maria.
Passou a língua pelos lábios dela e beijaram-se. Um beijo calmo, selando aquele momento.
Passou a língua pelos lábios dela e beijaram-se. Um beijo calmo, selando aquele momento.
Retirou-se dela, ajeitou a cueca e fechou o ziper da calça.
Ajudou Maria se sentar e ajeitou a saia dela.
Maria estava encantada com o jeito dele. Tão prestativo.
Maria estava encantada com o jeito dele. Tão prestativo.
–Devolve minha lingerie.
– Não!
Continuou a ajeitar a camisa e acomodou o terno.
Continuou a ajeitar a camisa e acomodou o terno.
– Você é doente. É incômodo ficar sem... ainda mais de saia. Devolve.
– Não! Assim toda vez que perceber que está sem calcinha, vai lembrar que me pertence. Que é só minha!
– Que arrogante! Não sou de ninguém.
– É minha! – ele a puxou com forças, colando seus corpos.
– Uiiiii... adoro quando você mostra esse seu lado possessivo! Que pegada, meu amor!
– Mariaaa... não brinque com fogo.
– Tá bom! Mas só porque você me deixou com fome – ele arqueou as sobrancelhas, insinuante. – Atrevido! Me refiro a fome de comida de verdade.
– Eu nem falei nada. – sorrindo.
– Mas pensou... Vamos que estou mesmo morrendo de fome.
– Não tão rápido meu amor. – Ele a beijou de novo, finalizando com vários selinhos o beijo – agora sim.
Maria sorriu radiante antes de pegar a bolsa e sair de mãos dadas com seu amado.
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Estrella encontrava-se na cama.
Olhava fixamente para o teto.
Pensativa.
Tinha pena de Greco, depois de vê-lo naquele estado, começava a duvidar do que ouvira no seu apartamento no dia que chegara de viagem. Ele estava mais abalado que ela.
No entanto, não podia manter-se mais nessa situação. À noite quando Maria chegasse pediria emprego numas das filiais da empresa dela em outro Estado. Pediria o divórcio e seguiria com sua vida.
Com essa ideia em mente, adquiriu uma máscara de indiferença durante o restante do dia.
Porém quando Maria chegou em casa, seu autocontrole começou a ruir.
No instante em que ambas ficaram a sós na sala, a jovem irrompeu em lágrimas.
Olhava fixamente para o teto.
Pensativa.
Tinha pena de Greco, depois de vê-lo naquele estado, começava a duvidar do que ouvira no seu apartamento no dia que chegara de viagem. Ele estava mais abalado que ela.
No entanto, não podia manter-se mais nessa situação. À noite quando Maria chegasse pediria emprego numas das filiais da empresa dela em outro Estado. Pediria o divórcio e seguiria com sua vida.
Com essa ideia em mente, adquiriu uma máscara de indiferença durante o restante do dia.
Porém quando Maria chegou em casa, seu autocontrole começou a ruir.
No instante em que ambas ficaram a sós na sala, a jovem irrompeu em lágrimas.
Maria ficou espantada, Estrella parecia estar tão bem e de repente desabou no choro.
– Pobrezinha! É de novo por causa do Greco?
– Ele esteve aqui hoje.
– Mas Como? Você o deixou entrar?
– Não. E nem sei como entrou... Não havia ninguém em casa.
– Ele te violentou? Bateu em você?
Maria estava desconfiada ao ver moça estremecer.
– Não! Greco não faria isso. Mas ficou furioso ao me ver no quarto de Carlos. Fui por um remédio para dor de cabeça. Ele acha que temos um caso.
– Ele a agrediu emocionalmente então?
–Um pouco. Mas minha cabeça está mais clara. Ele que me preocupa agora. Não é nenhum monstro. É vulnerável, uma pessoa doce. Só estar com raiva por essa situação.
– Você o ama muito, não?
– Sempre o amarei.
Maria sacudiu a cabeça, confusa. Em meio à revolta, lembrou- se de sua própria fraqueza ao amar também Estevão. Como julgar Estrella se ela mesma sofria da mesma cega estupidez??
– Não posso ficar mais aqui. Vou embora. Quem sabe você não me dar um emprego em uma de suas filiais. Ou vou voltar para Aruba.
– Mas você disse que detesta esse lugar.
– Sim. Mas lá estão minhas raízes e também quero concluir algo.
– O quê?
– Desculpa, não gostaria de falar sobre isso. É muito doloroso para mim.
– Tudo bem. Eu passei a gostar muito de você nessa curta permanência aqui em casa e gostaria que ficasse mais tempo.
– Obrigada, eu também gostei muito de você. Demais. Senti em você uma figura materna. E Carlos foi um ótimo amigo para mim. Ele quase conseguiu que eu restaurasse a confiança nos homens.
Maria ficou calada a esse respeito. Se havia algo de postivo na partida de Estrella era o fato dela não ter mais que se preocupar com as intenções de Carlos.
– Acho melhor não dizer a Carlos aonde vai... quantos menos gente saber é melhor.
– Porque?
– Creio que meu irmão quer algo mais que sua amizade. Mas prometa que vai manter contato.
– Claro que sim, Maria. De você não esqueço.
O telefone tocou nesse momento. Estrella se retirou e Maria atendeu.
– É você, Maria? – perguntou a voz do outro lado da linha.
Era Estevão. O coração de Maria bateu acelerado ao lembrar-se do encontro apaixonado no escritório.
– Sim, sou eu.
– Pode vir aqui depois do jantar?
– Ir à mansão San Roman?
– Sim. E traga Estrella já sei que está aí. Maggie soube hoje o que aconteceu e disse que é algo simples. Nada do que Estrella pensa.
– É mesmo?
– Sim e Greco está arrasado. Não consegue trabalhar nem fazer nada.
– Lamento.
– Sei que nenhum homem inspira sua compaixão mas temos sentimentos. Vocês vêm ou não?
– Espera que eu a leve ao encontro daquela mentirosa?
– Quem tem tetos de vidro não devia atirar pedras.
– Errou de indireta porque não seduzo homens casados.
– Não mais, você quer dizer. Sorte a minha eu não está casado, não queria comprometer seus belos padrões morais.
– Isso mesmo.
– Além do mais, você só seduz a mim. É só minha agora. Mas estamos desviando o assunto. É importante que traga Estrella.
– Eu irei, Estevão. Não perderei a chance de ver você novamente.
– Maria comporte-se. Não haverá nada daquilo aqui. Aqui não. Tem muita gente. Não pode!!
– Veremos, veremos.
Maria desligou. Aquele homem precisava de uma lição, estava muito cheio de si. Quem afinal conduzia os acontecimentos? Se ela queria fazer amor com ele na mansão San Roman, ou em outro qualquer lugar, então era isso que aconteceria.
Estevão veria quem mandava nesse jogo.
Estevão veria quem mandava nesse jogo.
Continua...
Escrito por: Neiry Miranda

5 comentários:
Ui Estevão e Maria,estão muito fogosos,adoroooooooooooooooooooooooo,continuaaaaaaaaa
Muito Bom !!!
Me marca no proximo Capitulo !!!
Ok ?
Maravilhoso estas de parabéns, continua logo ta :)
Continuaaaa, esta maravilhosa a fic parabéns :)
nós abandonou, não tem mais :(
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