Coração de fogo - Final

Com as mãos apoiadas na pia, Maria olhava fixamente para o espelho. Estava pálida e um pouco tonta.
Todas  as emoções que havia vivido nesse dia estava debilitando ela, pensava Maria, tinha que descansar.
Refrescou-lhe o rosto e quando ia abrir a porta, Estevão surgiu em sua frente.
– Meu amor, que aconteceu? Você está bem? Quer que eu te leve ao médico?
– Não... Nao. Estou bem, amor. Só estou cansada.
– Se é assim, vamos  jantar e depois você sobe para descansar.
– Vou para minha casa. Não durmo na mesma cama que a Fabiola dormiu...
– Eu ja te disse que dormíamos em quartos separados e nenhuma mulher dormiu na minha cama. Você vai ser a primeira e a  única.
– Hummm... Mas só hoje.
Ele sorriu, puxou- a pela cintura  e tascou- lhe um beijo muito bem correspondido por Maria.   Terminaram o beijo com selinhos e de braços dados, regressaram à mesa.
Entre uma conversa e outra, Maria comunicou sua decisão de tirar férias por um mês para passar mais tempo com sua filha.
– E a empresa? Quem vai tomar conta? – perguntou Estrella.
– Tenho certeza que meus diretores são muito eficientes e  vão cuidar bem dela. Eu gosto muito de trabalhar, mas agora quero curtir você, filha. E além do mais tem o Luciano. Além de ser um gato é muito competente no que faz. Dar- lhe -ei um voto de confiança.
Estevão ao ouvir a palavra 'gato ' , franziu o cenho e lançou- lhe um olhar fuzilante .
Maria riu e inclinou- se para dar- lhe um beijo no rosto.
–Não espera que eu pare definitivamente de atormentar você, não é? Você demonstra ciúmes melhor que qualquer outro homem que conheço.
– Acredita que Rufino tem ciúmes de mim? –perguntou Carmem. – Acho que o ciúme é indício certo do amor de um homem. Se ele nunca tem ciúmes, não deve gostar muito.
– Nesse caso, devo gostar alucinadamente de Maria. Quando um homem olha para  ela, tenho vontade de quebrar a cara dele.
– Deve ser o animal que existe em você, amor – murmurou Maria, lançando-lhe um olhar amoroso.
– Todo homem que se preze deve ter um animal dentro de si – afirmou Estevão.
–  Muito bem, meu tigrão – apladiu Maria.
Ao ouvir essa conversa, Estrella sentiu a confirmação daquilo que já sabia. Greco a amava. Seu comportamento naquele  dia ao vê-la no quarto de Carlos, demonstrava o animal que havia nele. Greco a amava loucamente e obsessivamente.
Porém, ele não acreditava nela. Ele se obstinara a  não  aceitá-la, certamente pelo suposto adultério de Estrella.
Como podia ele crer que que ela teria corrido para os braços de Carlos?
Se ela o amava tanto e mal podia esperar para a reconciliação para abandonar os anticoncepcionais e ...
– Estrella! Você está bem? – perguntou Maria.
Erguendo o olhar, ela tentou se recompor.
–  Sim, estou bem. Por quê ?
– Você me pareceu estranha, de repente.
" Estou estranha, mamae  ", concluiu Estrella  em pensamento. " Qualquer mulher estaria com ódio mortal  de Greco por ter escondido algo importante, menos a boba e apaixonada  que sou".
– Estrella!! – Maria chamou de novo.
Seu fluxo de pensamento se interrompeu nesse momento. Ela ergueu o olhar e viu que todos tinham no rosto um olhar de preocupação.
– Desculpe, estava sonhando. Fazia planos para o futuro.
Todos olharam com maior preocupação ainda.
– Que planos ?
– Planos, mãe. Planos. Se importa se eu ficar morando aqui na casa do papai?
Era mais fácil de encontrar Greco ali, pensou Estrella.
– Somente enquanto  a casa nova não estiver pronta. Seu pai vai comprar uma casa e assim que estiver habitável, você vem morar conosco.
– Que tudo! Será que Carlos não vai ficar chateado por eu ficar aqui?
– Seu tio Carlos irá compreender.
– Nossa! Ele é meu tio! Nem tinha pensado nisso. Tantas  coisas se passaram. É tão difícil assimilar isso tudo.
– É , hoje foi um dia e tanto – observou Estevão. – E ainda não terminou.
Todos se levantaram e foram para a sala de estar. Passaram algum tempo ainda conversando, rindo, contando histórias e finalmente se recolheram.
>>>>>> Quarto de Estevão
Assim que entraram no quarto, foram se beijando, tirando a roupa um do outro e se entregaram à  paixão.
Ele beijava cada parte do corpo dela, acariciava  e a estimulava com suas mãos espertas.
Ela também não ficava atrás. Passava as mãos pelas costas de Estevão. Apertava a  bunda dele e sentia seu membro duro contra seu ventre.
Ele a carregou para a cama e ela abriu as pernas num claro convite para que ele entrasse nela.
Estevão assim o fez. Entrou com desespero e firmeza.
E num vai-e-vém  enlouquecido, atigiram o êxtase.
Ele caiu para o lado. Ofegante! Agitado!
– Depois de ter você na cama todas as noites terei sorte se conseguir chegar no escritório. Acha que me sobraria energia para fazer hora extra?
– Minha experiência diz que você pode ser bem safado no escritório.
– Ah, não me lembre disso.  Ainda não acredito no que fizemos esses últimos dias.
– Tudo foi ideia sua. Eu simplesmente o segui.
– Seguiu tão bem que até pensei que fosse mais experiente que eu.
– Eu  o amava, Estevão. Queria satisfazer você.
– Porque o verbo no passado? Não me ama mais? Não quer mais me satisfazer?
–  Tolo... Claro que sim.
Os olhares de ambos se encontraram.
– Já faz muito tempo, não? – ele comentou com ternura na voz. – Mas valeu a pena esperar por você, meu amor. Espero que sinta o mesmo por mim.
Incapaz de falar, Maria deixou que seus olhos  respondessem. Sim fora um longa jornada, mas estavam juntos afinal.
Aconchegou- se no seu peito, o abraçou com ternura e logo caiu no sono nos braços de Estevão.
>>>>>>>>
Dias depois e Estrella não sabia nada de Greco. Ele não a procurava e seu plano de reconquistá- lo viu- se adiado.
Sentia- se um pouco triste. Mas por outro lado estava radiante.
Carlos recebeu muito bem a notícia de que ela era sua sobrinha. Se davam muito bem.
Estava  já na nova mansão, morava com os pais.  E como Maria se encontrava de férias do trabalho, passava mais tempo com sua mãe. Faziam compras juntas e não se desgrudavam.
Estevão estava um pouco ciumento e até irritado por quase não ter  intimidade  com Maria, mas compreendia que mãe e filha mereciam esse momento. Afinal ele já tinha ficado mais tempo com Estrella.
Saía cedo do trabalho para estar com elas e disfrutar da companhia de ambas. Mas encontrava- se no canto sem atenção de nenhuma.
Essa noite faria algo diferente.
Chegou em casa e cumprimentou as duas de longe e subiu para o quarto.
Maria estranhou seu habitual beijo que recebia assim que ele chegava.
– Papai está esquisito. Será que ele está doente? –  perguntou Estrella.
– Não sei filha. Eu vou subir daqui a pouquinho  e ver o que está acontecendo...
Quando entrou no quarto, algum tempo depois, Estevão estava banhado e bem vestido pronto para sair.
– Jantar de negócios? – perguntou – Porque não me avisou antes?
– Não é preciso que me acompanhe. Será só um jantar com homens – mentiu.
– Ah – Maria sentiu algo estranho mas não quis questionar – E volta cedo?
–  Não me espere acordada. Talvez demore –  segunda mentira.
Soltou- lhe um beijinho em sua direção e saiu.
Será que estava sendo traída? Ele nem havia beijado ela, pensou Maria, angustiada.
Talvez ela o tivesse muito abandonado. Durante esses dias só haviam feito amor duas vezes. Ela se  dedicava mais tempo à filha e  tinha esquecido que ele também merecia sua atenção.
Estevão havia dito  para não esperá- lo acordada, mas faria uma surpresinha para ele. Não ia deixar que alguma rapariga roubasse seu homem.
Enquanto isso, Estevão havia comprado um belo anel de diamante. Agora estava num bar, com um copo de uísque na mão.
Sentia- se culpado por tratar Maria com indiferença. Mas queria que ela reagisse e o notasse. E a única maneira era tratando-a  como se ela não existisse.
Depois de um tempo, decidiu voltar para casa.
Maria o esperava na sala e as horas se  passavam  e ele não chegava.
Havia se banhado e se posto cheirosa para seu amor. Estava só de roupao, sem nada por baixo.
Desistindo, com o olhar triste, ia subindo às escadas quando sentiu a porta abrir.
– Maria???
– Sim, sou eu... Não precisa acender a luz.
– Disse para você não me  esperar acordada...
– É... eu sei – Apertava as mãos em sinal de nervosismo. – Mas fiquei preocupada. Agora que você chegou, vou dormir...
– Espere!! – Ele a segurou pela mão e a fez descer os dois degraus que havia subido. – Acompanha-me até à cozinha. Vou fazer um lanche.
Ele não tinha ido jantar? Como é que estava com fome?
– O jantar não estava bom? – Maria perguntou ao entrarem na cozinha.
– É que não gostei da comida...
Preparou rapidamente um sanduíche,  sentou-se à mesa e  começou a comer. Ela o observava.
– Você está mentindo para mim – afirmou. – Com quem você estava?
– Com ciumes, amor?
– Responda. Não mude de assunto...
– Vem cá – ele a puxou rápido para que se sentasse em suas pernas. – Eu menti mesmo para você.
– Canalha!  Você estava com outra – ela o olhou com raiva e fez  menção de se levantar mas ele não permitiu.
– Acalme-se.  Deixe-me explicar. Não fui a um jantar nem estava com outra mulher. Puxa vida, Maria! Tive que fazer isso ou você ia continuar me ignorando. Agora é só Estrella para todo lado.
– Estevão!! É nossa filha.
– Eu sei, meu amor. Mas eu também mereço que minha mulher me dê atenção.
– Sua mulher? – ela arqueou as sobrancelhas, sorrindo. – Que eu saiba não somos casados.
– Não seja por isso.
Ele tirou um caixinha preta do bolso do paletó e deu à Maria. Ela abriu e viu um lindo anel de diamante.
– Estevão... é .... é lindo!!
– Aceita casar comigo, meu amor? Aceita ser minha para o resto de sua vida?
Com lágrimas nos olhos, ela o beijou e contra os seus lábios, disse SIM.
Estevão tomou sua mão e pôs o anel no seu dedo. Beijou- lhe a mão e seus olhares se cruzaram.
Começaram com as caricías e quando ele passeou os dedos pela coxa de Maria, sentiu que estava nua por baixo do roupão. Isso o incendiou.
– Sem nada???
– Estava esperando você para a gente fazer amor. Então fiquei assim...
– Hummm... eu adorei. Meu amiguinho aqui ficou eufórico.
Maria riu e o apalpou por cima da calça e pôde sentir como o seu membro endurecia cada vez mais. Desatou o cinto, o botão da calça e com mais uns pequenos movimentos, liberou a ereção e o massageou por toda sua extensão.
Ela levantou e desfez o laço do roupao, deslizou-o  pelo corpo  ficando nua . Sentou de novo, dessa vez com as pernas abertas sobre ele.
Tirou a gravata, o paletó e abriu os botões da camisa de Estevão.
Estevão somente apertava as coxas dela, enquanto ela o despia da cintura para cima.
Juntaram suas bocas num beijo feroz. Agora ele a acariciava com ímpeto, pelas costas, coxas , os seios...
Maria gemia entregue ao momento.
De repente, ela se tensou...
– Aqui não... Alguém pode aparecer ...
– Ninguém vai vir aqui a essa hora... relaxa. – capturou um seio com a boca e ela gemeu. – É só não fazer escândalo.
– Eu ... aaaaahhh ... eu não ... faço escândalo ...aaaaahhh – era difícil falar com aquela língua torturando seu mamilo.
Estevão abandonou o seio e mordeu- lhe o lábio inferior.
– Você diz isso porque não ouve seus gritos... Mas eu não me importo. São músicas para meus ouvidos. – Beijou-a mais demorado, devorando-a com seus beijos quentes.
Acariciou seu clitóris, e o sentindo tão inchado e palpitante percebeu que estava na hora de preenchê- la com seu amiguinho.
Maria estava tão úmida que ele deslizou fácil por seu sexo, encaixando-se perfeitamente.
Maria o cavalgava enlouquecida de desejo e ele com as mãos em sua cintura, a ajudava com os movimentos de sobe- e-desce.
Maria caiu rendida e ofegante nos braços de seu amor quando o orgasmo a atingiu com força. Ele passava as mãos suavemente por suas costas, acalmando-a.
Foram para o quarto e dormiram felizes um nos braços do outro.
Pela manhã, Maria foi acordada por Estevão que havia levado o café na cama para ela.
Ao sentir aquele cheiro, saiu correndo para o banheiro.
Estevão assustado foi atrás, chegando a tempo de agarrá- la nos braços. Maria havia desmaiado.
Levou-a para cama.
Aos poucos, ela foi voltando ao normal. Olhou Estevão que se vestia apressadamente.
– Vou te levar ao hospital. Você me deu um susto amor. – aproximando-se dela. – Desde quando você está assim?
– Desde o jantar na outra casa. Tinha sentido apenas tonturas mas nunca desmaiado. Não sei o que passa. E se eu estiver doente, Estevão? – ela o abraçou, chorando.
– Acalme-se. Vamos verificar isso  agora. Vou te ajudar a vestir. Vem...
No hospital, Maria se submeteu a uns exames. Um tempinho depois, receberam o resultado e ficaram radiantes quando souberam que estavam grávidos.
– Mas você não disse que não podia ter filhos?
– Sim. Eu também disse que havia feito um tratamento e que nunca tinha tentado saber se teve êxito. Mas deu certo, amor. Estou grávida! Grávida!
Realmente ela estava surpresa, feliz, encantada.
Os meses foram se passando.
Estrella também estava feliz com a gravidez da mãe. Aos poucos ia se aproximando de Greco. Ainda não haviam retomado o casamento, mas estavam mais próximos. Se amavam e a confiança aos poucos ia se estabelecendo entre eles.
Carmem e Rufino casaram- se no cartório. Fizeram uma reunião íntima só para a família e  depois saíram de lua de mel num cruzeiro pela Europa.
Carlos não se indiretou completamente. Mas passou a trabalhar direito.
Quanto às mulheres, continuou o mesmo rabo de saia de sempre porém já não corria atrás de mulheres casadas.
Luciano foi para Nova York dirigir uma filial das Joias Fernandez, sugestão de Estevão que não queria ele perto de sua bela mulher.
Maria voltou à empresa mas trabalhava com menos frequência. Dividia muito bem seu papel de mãe, empresária e esposa.
Sua barriga já se encontrava bem saliente.
Graças a Deus que ela e Estevão haviam se casado antes que começasse a aparecer a gestação.
Prometeram amar-se e respeitar-se para os restos de suas vidas numa bela cerimônia no jardim da nova mansão, bem decorada e rodeada de felicidade.
Agora sentada na poltrona de seu escritório, esperava Estevão que a levaria ao médico para mais uma consulta. Finalmente saberia o sexo do bebê.
No hospital, Maria segurava a mão de Estevão enquanto o médico a examinava.
Embora não entendessem  nada, olhavam atentamente para o monitor onde aparecia umas imagens em preto e branco.
– Vamos ver como está esse bebê – dizia o médico. – Espera ... O que isso?
– O que foi, doutor? Como está meu bebê? – perguntou Maria, assustada.
– Hummm... aqui ...  Então você estava aqui escondidinho? – tagarelava o médico.
– Então doutor, o que é que está escondido? Tem algum problema? Está nos assustando... – Estevão já estava nervoso.
– Sra Maria,  não está esperando só um filho. São dois!
– O quê? Gêmeos? Mas nas primeiras consultas o senhor disse que era só um...
– Bom. Não é frequente mas já aconteceu casos assim de descobrir o outro tempo depois. Então vão querer saber o sexo dos gêmeos?
– Claro. – Estevão respondeu por Maria que estava às lágrimas de  felicidades.
Iriam ter gêmeos? Seriam duas meninas? Dois meninos? Um casal?
– Temos aqui dois homenzinhos – confirmou o médico.
Maria virou o rosto para Estevão sorrindo e chorando ao mesmo tempo  e ele deu- lhe um beijo.
À noite, na cama, conversavam animadamente sobre os novos rebentos.
– Já pensou nos nomes, Estevão?
– Que tal Ângelo?
–  Humm ... É bonito. Pensei em Heitor...
– Perfeitos. Então vão se chamar Ângelo e Heitor.
Ele acariciava a barriga de  Maria. Abaixou- se e deu um beijo.
– Meus amores, papai e mamãe amam muito vocês. Se comportem direitinho porque o papai aqui vai cansar muito a mãe de vocês numa coisinhas aí....
– Estevão!!!
– Mas é a verdade. Daqui a pouco sua barriga cresce mais e...
– E você não sabia que existem posições para fazer amor quando se estar grávida? Hã? – ela sorriu, sedutora.
– Que mulher mais fogosa eu tenho!!
– Mas calminha aí. Isso vai depender do doutor. Se ele disser que não podemos, então você vai ter que aceitar.
– Mas aí eu uso minhas mãos e a boca.
Ela caiu na gargalhada.
– Ai Estevão... Com você minha sexual é impossível ser monótona.
– É porque você me incendeia. Me faz ter ideias incríveis de  como te possuir.
Foi beijando seu corpo, subindo até sua boca.
– Espera ... espera. Tenho um desejo.
– O que você quer comer?
– Coração de Fogo.
– Já vi mulheres desejarem vários tipos de comidas. Mas  daí comer pedra...
– Eu não quero comer o diamante. Eu quero ver... Anda Estevão, vai logo – empurrando- o da cama.
Estevão voltou depois com a pedra.
Maria olhava- a deslumbrada.
– Essa pedra significou muito em nossas vidas. Perdi minha filha, a encontrei, casei com você e ela esteve sempre presente. Por um tempo a considerei maldita. Mas agora eu a vejo como  um marco em nossas vidas. Não quero me desfazer dela nunca. Durante esses vinte anos meu  coração era como esse diamante: NEGRO e NÃO LAPIDADO mas ao mesmo tempo tão LINDO. Porque mesmo te odiando eu te amava com a mesma intensidade.
– ainda me odeia?
– Não, seu bobo. Te amo desesperadamente.
– Também te amo. Coração de fogo será o símbolo do nosso amor. Vai permanecer na família sempre e será lembrado como uma história, com seus momentos felizes e tristes mas que no final deu tudo certo.
Ele se beijaram e se  abraçaram. Ficaram assim por um momento e quando Estevão quis esquentar o clima, percebeu que Maria estava dormindo.
Sorrindo, ele a acomodou melhor na cama e a cobriu com o lençol.
Haveria outras oportunidades de fazerem amor e experimentar várias posições.
Havia uma vida juntos. Para sempre!!
" Um amor de verdade  ultrapassa os anos e permanece firme para sempre"
FIM

Escrito por: Neiry Miranda



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6 comentários:

Unknown disse...

Aiii que liindo! Vou sentir saudades da fic , você escreve mt bem , pode continuar escrevendo , rs.

Anônimo disse...

Muito lindo *_*

Unknown disse...

Parabéns perfeito amei, e muito obrigado por me marcar sempre e espero ansiosa para ler mais fics sua

Espero de coração que continue escrevendo mais e mais

Anônimo disse...

Parabéns Neiry, vc é uma grande escritora, acompanhei toda a história e não poderia deixar de comentar, amei cada capítulo, pena q já acabou :(, adorei de verdade. Bjos

Anônimo disse...

To chorando e não é pouco..... Neiriane você é rainha em escrever fics ♥♥♥♥ amei muito essa historia e quero outraa

Unknown disse...

nossa muito lindo!!!