DOMANDO A FERA - Capítulo 08
Uma das enfermeiras correu em auxílio de João Luís. Ao vê- lo entrar daquele jeito, levou um susto.
Ele apoiava-se nas paredes, caminhando lentamente. As dores em suas partes íntimas e nas coxas eram insuportáveis.
Ele apoiava-se nas paredes, caminhando lentamente. As dores em suas partes íntimas e nas coxas eram insuportáveis.
— O que aconteceu, doutor? — segurando-o pelos braços e levando- o a uma cadeira.
— Aii... — gemeu ao sentar-se.
Foi uma imprudência de Frederico levá- lo num cavalo sem cela e uma insensatez de sua parte em aceitar tal meio para regressar à cidade.
Havia observado como Frederico estava roxo de ciúme e essa havia sido sua maneira de alertá- lo para retirar seu time de campo.
Porém, não tinha medo daquele imbecil.
Cristina era linda e não merecia um fazendeiro mal educado. Lutaria por conquistá-la.
Havia observado como Frederico estava roxo de ciúme e essa havia sido sua maneira de alertá- lo para retirar seu time de campo.
Porém, não tinha medo daquele imbecil.
Cristina era linda e não merecia um fazendeiro mal educado. Lutaria por conquistá-la.
— Voltei de uma fazenda num cavalo e agora estou todo dolorido — sorriu meio sem graça — não estou acostumado. Sinto que não consigo dar mais um passo. Impossível atender meus pacientes. Leva- me para o hotel, preciso descansar.
A enfermeira assentiu.
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Cristina recolheu todas as bolsas e almofadas que estavam espalhadas pelo quarto, ao ter jogado em Frederico. Sentou na cama e peça por peça de lingerie foi tirando das sacolas. Resolveu experimentar.
Despiu-se e conjunto por conjunto foi experimentando.
A vendedora tinha razão. Eram lindas e ela sentia-se sedutora e até... Poderosa! Realçavam sua curvas, delineando o corpo bonito.
Pegou um cesto e foi até sua gaveta de roupas íntimas. Todas aquelas peças de algodão que costumava usar, foram caindo uma a uma.
Dali em diante não usaria esse tipo de roupas sem graças.
Ela ia casar! Tinha que mudar.
Apesar de insistir em não ter intimidade com Frederico, não podia permitir que ele visse tais coisas virginais.
Quando fosse à cidade, compraria mais lingerie de renda.
Claro que não era por ele, pensava Cristina, era por ela. Para se sentir melhor e por que não ... sexy?
Despiu-se e conjunto por conjunto foi experimentando.
A vendedora tinha razão. Eram lindas e ela sentia-se sedutora e até... Poderosa! Realçavam sua curvas, delineando o corpo bonito.
Pegou um cesto e foi até sua gaveta de roupas íntimas. Todas aquelas peças de algodão que costumava usar, foram caindo uma a uma.
Dali em diante não usaria esse tipo de roupas sem graças.
Ela ia casar! Tinha que mudar.
Apesar de insistir em não ter intimidade com Frederico, não podia permitir que ele visse tais coisas virginais.
Quando fosse à cidade, compraria mais lingerie de renda.
Claro que não era por ele, pensava Cristina, era por ela. Para se sentir melhor e por que não ... sexy?
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Quando Frederico chegou à Bananal, o sol já estava se pondo.
Entregou os cavalos a um peão e foi à procura de Cristina.
Encontrou sua linda morena descendo às escadas.
Quando Frederico chegou à Bananal, o sol já estava se pondo.
Entregou os cavalos a um peão e foi à procura de Cristina.
Encontrou sua linda morena descendo às escadas.
— Ainda não somos casados e não sai da minha casa — Cristina chegou ao último degrau.— O que foi dessa vez?
— Se não me quer aqui, podemos ir juntos a Olho D'água — olhou bem no fundo de seu olhar e beijou- lhe a mão.
— E que faríamos lá?
— Muitas coisas interessantes — arqueando as sobrancelhas, insinuante. — Mas se quiser descobrir, terá que ir ...
— Não estou interessada — retirou a mão bruscamente, virou-se e mexendo o quadril sedutoramente, caminhou até o sofá.
Será que Cristina tinha noção do quanto essa visão o enlouquecia?
Foi impossível não sentir novamente uma ereção. Estava se tornando um costume. Em só vê- la ou em um só toque, seu Fred jr endurecia que causava - lhe dor.
Foi impossível não sentir novamente uma ereção. Estava se tornando um costume. Em só vê- la ou em um só toque, seu Fred jr endurecia que causava - lhe dor.
— Levou o médico direitinho? — Cristina tirou- lhe de seus pensamentos.
— Mas é claro — ele riu e se aproximou dela.
— Eu não acreditei na história do carro. Que aprontou com João Luís?
— João Luís???
— Esqueceu que ele pediu para deixar o formalismo de lado?
— Então é assim? O João Luís — com desdém, ciumento — não vai poder andar e nem sentar por uma semana.
— O que você fez? — assustada.
— Eu não fiz nada. Ele que foi burro em subir num cavalo sem cela, sabendo que não é acostumado.
Ela bateu em seu ombro.
— Seu estúpido. Sabia que ia acabar assim e tudo por ciúme.
— Mas tinha que deixar meu recado. Assim ele para de dar em cima de você.
— O que tem de mais se ele me acha atraente ? — provocando-o.
— Cristina... Cristina... não me provoca. Sabe muito bem que é comprometida comigo.
— E daí? É contra minha vontade mesmo. E eu nem gosto de você. Então...
Cristina foi puxada violentamente até o peito de Frederico.
— Uiii — ela exclamou encantada com a pegada de Rivero.
— Se você ousar em apenas olhar para outro homem que não seja o teu macho aqui, terá um castigo cruel.
Estavam coladinhos, com os lábios quase se roçando.
— Que castigo ? — sussurrando.
— Ainda não sei mas vai pagar...
E sem se conter mais, tomou a boca de Cristina num beijo avassalador. Apertou a cintura para se juntarem ainda mais e ela enterrava os dedos no cabelo dele. Fazia sempre assim. Frederico sentia como se ela quisesse arrancar os fios.
Sentiu a língua atrevida de sua noiva juntar-se a dele e as duas dançavam loucas no ritmo do desejo.
Sentiu a língua atrevida de sua noiva juntar-se a dele e as duas dançavam loucas no ritmo do desejo.
— Está me acostumando muito mal, Cristina — ofegante, quando terminou o beijo. — Estou ficando viciado nos teus lábios. Um beijo melhor que o outro.
Ela que estava se viciando. Havia provocado Frederico, somente para ele beijá- la. Sabia que, ciumento, reagiria assim, apoderando-se de sua boca, de seu corpo e dos seus pensamentos.
Acaso estava maluca?
Ela odiava Frederico Rivero.
Então não podia sentir-se... Excitada!
Acaso estava maluca?
Ela odiava Frederico Rivero.
Então não podia sentir-se... Excitada!
— Seu aproveitador, te odeio, te odeio. Sai da minha casa. Amanhã não quero te ver por aqui — ela o empurrou e afastou-se, perturbada.
— Amanhã que eu venho mesmo. Esqueceu que é nosso casamento?
— Como posso esquecer desse maldito compromisso?? — saiu, deixando Frederico sozinho.
— Boa noite, fera! — gritou-lhe, rindo, antes que ela desaparecesse.
— Boa noite, fera! — gritou-lhe, rindo, antes que ela desaparecesse.
*Dia Seguinte*
— Tem certeza que não quer que adiemos o casório? A gente espera o senhor ficar melhor. — Cristina tinha ido ver o pai e lançou a pergunta.
Na verdade, estava bastante nervosa com as horas se aproximando e queria mais tempo para se acostumar com a ideia.
Na verdade, estava bastante nervosa com as horas se aproximando e queria mais tempo para se acostumar com a ideia.
— Nem vem, Cristina. À noite, vocês casam e pronto.
— Mas, papai...
— Cristina, eu entendo que foi tudo tão rápido. Mas tinha que ser assim ou de outra maneira, você não casava.
Cristina abaixou a cabeça, sentindo- se derrotada.
— Além do mais, casamento não é nenhum bicho de sete cabeça — continuou — Pense nos filhos que poderá ter. Vai amar...
— Ah, papai. Seria uma felicidade imensa.... Mas não poderei ter filhos. Olha minha idade...
" E como poderei ter filhos se não vou ter intimidade com Frederico?" concluiu em pensamento.
— E que tem sua idade? Não viu no jornal aquela atriz que teve gêmeos aos 42 anos?? E voce ainda está com 40... Tenho certeza que logo ganho um neto — sorriu.
Cristina deixou o pessimismo de lado e imaginou- se com uma criança no colo.
Seria uma boa mãe?
Seria uma boa mãe?
— E se por um acaso viesse uma netinha? E não um varão... Iria gostar?
— Você sabe que sempre quis um filho homem e um neto também. Mas se vir uma netinha, vou ser um vovô muito babão. Acho que está na hora de deixar meu machismo de lado.
Cristina se jogou nos braços do pai e o abraçou, contente.
— Não sabe como me alegro em ouvir isso. Estava na hora do velho Severiano mudar — beijando- lhe o rosto.
— Está bem. Pare. Chega dessa melação — sorrindo e retribuindo os carinhos da filha.
— Está gostando que sei...
— Tá bom. Eu gosto — admitiu. — Mas desce e vá ajudar sua mãe com os preparativos e vai ficar linda, mais do que já é para o Frederico.
— Tinha que tocar no nome desse ser — afastando- se.
— Vai ser seu marido. Acostume logo...
— Argh...
Cristina passou a manhã e parte da tarde ajudando na decoração e dando instruções na cozinha.
Frederico não havia aparecido por lá.
Será que não queria mais se casar?
Sentia falta dos beijos dele...
Estava tão absorta em seus pensamentos, passando os dedos sobre os lábios, que não se deu conta que sua mãe a chamava.
Frederico não havia aparecido por lá.
Será que não queria mais se casar?
Sentia falta dos beijos dele...
Estava tão absorta em seus pensamentos, passando os dedos sobre os lábios, que não se deu conta que sua mãe a chamava.
— Frederico!! — dona Consuelo gritou.
Cristina deu um salto.
— Onde? — olhando para os lados. — Ele está aqui?
— Não! Já te chamei umas cinco vezes e nada de me responder. Então tive que falar o nome dele para ver se você voltava para terra. E funcionou.
Vitória e Vicenta, que estavam ali, sorriram.
— Pensava no sr Rivero, dona Cristina? — Vicenta estava interessada em saber.
— Claro que não! Que absurdo! Eu não tinho ouvido a mamãe. Só isso.
— Pois parecia que lembrava de algo muito bom. Estava com um sorriso radiante, como se recordasse de um... beijo, por exemplo — Vitória reforçou.
As três senhoras riram juntas, deixando Cristina vermelha de vergonha. Vitória não poderia estar mais certa.
Tão evidente estava?
Tão evidente estava?
— Vou subir. Não dá para ficar aqui ouvindo essas piadinhas.
— Mas não são piadinhas. É a verdade, filha. Porque não admite?
— Ai, mamãe, por favor...
— Que tanto você tem contra o Frederico? Hein? Está apaixonada por ele. Tá na cara. Só um cego não ver.
— Não estou apaixonada. Já disse um milhão de vezes. Frederico me irrita, me irrita, me irrita...
— Ah, o amor! — exclamou Consuelo, quando a filha já tinha subido — eu era desse jeito com Severiano e estamos juntos até hoje.
>>>
Tentando ajustar o nó da gravata, Frederico sentia-se sufocado. Mas seria por uma boa causa.
Passara o dia ansioso por ver sua noiva, mas conteve-se. A partir daquela noite, ela seria sua para sempre e poderia vê- la todos os dias.
Tentando ajustar o nó da gravata, Frederico sentia-se sufocado. Mas seria por uma boa causa.
Passara o dia ansioso por ver sua noiva, mas conteve-se. A partir daquela noite, ela seria sua para sempre e poderia vê- la todos os dias.
— Está pronto, seu Frederico? — Ernesto entrou no quarto.
— Quase — conseguiu ajustar a gravata e virou para o capataz — E então como estou?
— Igual uma almofadinha da cidade — Ernesto caiu na gargalhada.
— Eita, cabra! Tá me estranhando?
— Não... não. Mas é que o senhor está bem arrumadinho.
— Só hoje. Tomara que a Cristina goste — admirando-se no espelho novamente. — Mas vamos deixar de lero-lero e vambora. Minha mala já está no carro?
— Sim, senhor!
— É hoje que Cristina não me escapa...
A risada de Ernesto misturou-se a imensa gargalhada do patrão.
>>>
— Cristina! — chamou a mãe ao entrar no quarto e ver a filha jogada na cama só de roupao — Que faz que ainda não está pronta?
— Cristina! — chamou a mãe ao entrar no quarto e ver a filha jogada na cama só de roupao — Que faz que ainda não está pronta?
— Eu não quero casar — fazendo voz chorosa.
— Não sabia que minha filhonha tinha virado uma criancinha de seis anos — puxou Cristina pelo braço e ela deixou-se levar. — Anda, levanta e te arruma. Vou te ajudar.
Toda mole, Cristina observou a mãe desfazer o nó do roupao e deixá- la só de calcinha e sutiã.
— Nossa!! — exclamou ao ver o lindo conjunto de cor preta, de renda que a filha usava — Cadê suas peças de algodão?
— Dei para Vitória jogar no lixo. Vou casar, né?
— Tem razão. A primeira noite da mulher com o marido tem que ser perfeita, linda. Tenho certeza que Frederico vai gostar.
— Mamãe, eu e o Frederico não vamos ser um casal normal. Não terá essas coisas...
— O quê? E como farão meus netos? Com o dedo?
— Mãe, para de graça. Sabe muito bem o que quis dizer — pegou o vestido e colocou por cima da cabeça, deslizando- o pelo corpo.
— E por que não?
— Será um casamento de conveniência. Não gosto dele nem ele de mim. É só um negócio comercial.
— Frederico não pensa assim. E eu não estou de acordo com isso.
— Por favor, mamãe, não começa.
—Não comecei nada. Só um aviso para a noiva. Seu futuro marido, vai morar aqui. Portanto, dormir nesse quarto. Como vai fugir dele?
Cristina , que estava em frente ao espelho ajeitando o cabelo, virou para a mãe, espantada.
— Aqui?? Mas nem pensar... Há muitos quartos vagos.
— Seu pai e eu queremos um casamento de verdade. Então Frederico vai ficar aqui com a esposa dele. A menos que queiram outro quarto.
Cristina respirou fundo.
Agora ficaria mais difícil fugir de Rivero.
Agora ficaria mais difícil fugir de Rivero.
— Não sei que pecado cometi para receber esse castigo...
Consuelo balançou a cabeça, sorrindo. Aproximou- se da filha para ajudar com o cabelo e a maquiagem.
>>>
A casa estava repleta de convidados. Eram os peões da fazenda, que Cristina fizera questão que estivessem presentes. Alguns fazendeiros vizinhos e algumas pessoas da cidade.
Olhou em busca de um ser desagradável e, felizmente, não se encontrava. Frederico suspirou, aliviado. Com certeza, o doutorzinho ainda não podia andar direito. Sorriu consigo e avistou o sogro.
Haviam levado Severiano, numa cadeira de rodas.
A casa estava repleta de convidados. Eram os peões da fazenda, que Cristina fizera questão que estivessem presentes. Alguns fazendeiros vizinhos e algumas pessoas da cidade.
Olhou em busca de um ser desagradável e, felizmente, não se encontrava. Frederico suspirou, aliviado. Com certeza, o doutorzinho ainda não podia andar direito. Sorriu consigo e avistou o sogro.
Haviam levado Severiano, numa cadeira de rodas.
— Seu Severiano, fico feliz que tenha baixado — aproximando- se para cumprimentá- lo.
— E eu ia perder o casamento da minha única filha? Claro que não!
— E como o senhor está?
— Melhor que nunca! E você? Ansioso?
— Muito. Mal posso esperar para Cristina ser minha mulher.
— Já contou para ela? — Frederico sabia exatamente o que Severiano se referia.
— Ainda não. Mas não se preocupe que logo ela vai saber.
— Espero que seja por tua boca. Caso contrário, Cristina vai ficar furiosa. Conheço a filha que tenho.
Os dois homens não se deram conta que uma pessoinha havia escutado a conversa toda.
— Então Frederico tem um segredo? — Estela indagava consigo mesmo — E boa coisa não é... Tenho que descobrir.
Ao invés de estar servindo os convidados, circulava entre eles até que deu de encontro com Frederico.
— Uiii! Que gatão! — deslizando a mao pelo peito dele.
— Que está fazendo, sua oferecida? — segurou- lhe as duas mãos com força e a empurrou — Vou casar com sua patroa. Deve respeito a ela.
— Cristina! Sempre Cristina! Mas caso ela não corresponda como se deve, minha cama ficará encantada de te receber — soltou- lhe um beijinho na ponta do dedo. Saiu rebolando o bumbum.
Mas ele nem observou a morena arretada por que seus olhos estavam fixos em outra coisa.
— A noiva está vindo!!
Lá estava ela, no alto da escada. Linda!
Os cabelos negros atados num coque com minúsculas flores brancas com alguns fios, caindo- lhes ao lado do rosto.
O vestido ia até os joelhos. Tinha um corte reto que evidenciava suas curvas e uma leve maquiagem realçando os olhos verde- mel.
Seus olhares se cruzaram e ela esboçou um sorriso tímido.
Seu noivo estava muito charmoso vestido daquele jeito. Nem parecia o fazendeiro tosco. Com o olhar fixo nele, foi baixando com leveza e graciosidade. Aos olhos de Frederico, parecia uma rainha.
Ele a tomou pela mão ao descer o último degrau e a conduziu até uma mesa onde estava o juíz.
Teve início à cerimônia.
O juíz falava e falava. Finalmente chegou na parte importante.
Os cabelos negros atados num coque com minúsculas flores brancas com alguns fios, caindo- lhes ao lado do rosto.
O vestido ia até os joelhos. Tinha um corte reto que evidenciava suas curvas e uma leve maquiagem realçando os olhos verde- mel.
Seus olhares se cruzaram e ela esboçou um sorriso tímido.
Seu noivo estava muito charmoso vestido daquele jeito. Nem parecia o fazendeiro tosco. Com o olhar fixo nele, foi baixando com leveza e graciosidade. Aos olhos de Frederico, parecia uma rainha.
Ele a tomou pela mão ao descer o último degrau e a conduziu até uma mesa onde estava o juíz.
Teve início à cerimônia.
O juíz falava e falava. Finalmente chegou na parte importante.
— Frederico Rivero, aceita Cristina Álvarez como sua legítima esposa, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença para amá- la e respeitá- la até que a morte os separe?
— Sim! Aceito! — com um sorriso enorme no rosto.
O juíz virou- se para a noiva.
— Cristina Álvarez, aceita Frederico Rivero como seu legítimo esposo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença para ama- lo e respeitá- lo até que a morte os separe?
— Eu... — hesitou por um momento. Olhou para o homem ao lado que estava prestes a se tornar seu marido. Era atraente demais, lindo demais. Como resistir a esse magnetismo que emanava do corpo dele? Mordeu o lábio inferior, nervosa. Voltou a cabeça para olhar os pais que estavam do outro lado e eles acenaram a cabeça positivamente, sorrindo. Observou novamente Frederico e ele sorriu- lhe derrubando suas muralhas de resistência. Sim! Como dizia todo mundo, ela estava se apaixonando por ele. — Eu...eu aceito!
Continua...
Escrito por: Neiry Miranda

10 comentários:
haaaaaaaa que lindo perfeitooo!
muito lindo agora quando fred pegar ela tenho até pena kkkkkkkkkkkkk muito bom
Ameiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!
Lindo e a curiosidade é demais, dona Neiry por favor não me deixe assim mulher.
Nossa estou muito curiosa pelo proximo!
Aaaai Neiry, vc quer me matar,neeh??? Como vc termina a fic assim? O_o "ANDALE" prossigaa antes que eu coma os meus dedos. kk #ToAmando essa fic.
Ameiiii muito bom
Muito bom mesmo
Me marca no próximo capítulo ok?
Adorei.... proximo capitulo fortes emoções.... estamos esperando por isso ha 8 capitulos. Esta lindo .... estou esperando frederico se declarar,.. mesmo que de uma forma rude.
Parabéns você consegue prender nossa atenção.
aaaaaaaahh perfeitooooo... esse casal é apaixonantee, a fic é apaixonante.. ansiosa pelo próximooo....
parabéns
Aguardando ansiosamente o próximo capítulo.Es´ta cada dia melhor!
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