DOMANDO A FERA - Capítulo 12
Depois de atingir os céus com um orgasmo fabuloso, Cristina caiu para o lado, ofegante.
Respirava com dificuldade, sentia-se cansada mas havia sido a melhor cavalgada até agora, em toda sua vida.
Quando sentiu que sua respiração normalizava, Frederico voltou-se para a esposa e a puxou para junto de si.
Ela rapidamente tentou se cobrir com o lençol.
Mas ele nao deixou.
Respirava com dificuldade, sentia-se cansada mas havia sido a melhor cavalgada até agora, em toda sua vida.
Quando sentiu que sua respiração normalizava, Frederico voltou-se para a esposa e a puxou para junto de si.
Ela rapidamente tentou se cobrir com o lençol.
Mas ele nao deixou.
— Cristina, porque tem vergonha, hein? Já vi tudo mesmo e adorei teus seios, tuas coxas, tua bu...
— Para, Frederico! — escondeu o rosto no peito do marido. — Não sou nenhuma jovenzinha, meu corpo nao é mais firme...
— Ainda bem que não é essa tal jovenzinha, porque estou ficando louco por esse corpo maduro. Cristina, meu amor, você é muito linda! Não precisa ter vergonha, sou teu marido — beijou- lhe os cabelos e a fez levantar o rosto para olhá- la no fundo dos olhos e transmitir- lhe confiança. — Você é a mulher mais bonita que já vi e tem um corpo espetacular!
— Você gosta? — perguntou, debilmente.
— Oh, Céus! Não tem ideia de como, você foi feita sob medida para mim, é perfeita! E quando soube que era virgem, então, fiquei mais louco por esse corpo que só eu conheço.
— Só você conhece, mas não te pertence — ela sorriu, adorava provocá-lo.
— Já vai começar? Quer que te prove de novo? Duas vezes ainda não foi suficiente?
Ela riu mais forte.
— Ai, Frederico, fazer amor é tão... tão...
— Gostoso?
— Aham... — baixou o olhar, tímida. —É viciante, deixa gosto de 'quero mais'.
— Quer mais, é? Acordei o furacão Cristina!! — brincou, apertando- lhe a mão entre as suas. — Pensei que você fosse me expulsar, espernear, gritar, me bater ...
— Porque eu bateria no meu marido? — perguntou com doçura no olhar.
— Humm... A que se deve essa trégua? Essa não é minha mulher. Cadê a resmungona da Cristina?
— Eu não sou resmungona... — bateu- lhe no peito.
— Ai, minha esposa voltou...
Ambos riram.
— Quando acordei, por um momento pensei em ir embora, mas aí você acordou e fizemos... eh... Você sabe... e agora ja não quero ir para longe... Quero ficar com meu marido...
— Meu Deus, você mudou mesmo! Se eu soubesse que era falta de sexo que te faltava, tinha te feito minha lá na cachoeira quando te vi peladinha...
— Oh, morri de vergonha naquele dia...
— E eu fiquei com um problemão nas calças...
De repente ele ficou sério.
— Não quero que vá nadar nua por lá!
— Acaso isso é uma ordem ??
— Entenda como quiser mas não quero você se exibindo na cachoeira.
— Agora você é um marido mandão? — levantou e se enrolou no lençol, cobrindo sua nudez. — Vou nadar nua sempre que me der na teia e estou nem aí pra você...
— Sou seu marido e me deve obediência — levantou também mas não fez nada para esconder seus atributos.
— A Idade Média Ja passou há muitos anos se você ainda não se deu conta — voltou a cara, ja que estava indo em direção ao banheiro. — Ah, Frederico, faça o favor de vestir algo.
Ficou nervosa com sua beleza física.
— Estou muito bem assim...
— Ah, é ? Pois eu também me sinto bem cômoda nua nas águas...
— Cristina, é diferente! Estamos na intimidade do nosso quarto...
— Olha só, Frederico se pensa que vou aceitar você roubar minha liberdade está muito enganado, você não manda em mim...
Dito isso entrou no banheiro e fechou a porta à chave.
Demorou tanto que quando saiu, Frederico já havia se banhado num dos banheiros do outro quarto e estava na cozinha, preparando o café da manhã.
Desfez as malas e pôs as roupas de ambos no guarda- roupa, estava comportando-se como uma esposa submissa. Ficou furiosa e devolveu a roupa dele, toda amassada, na mala.
Ele que arrumasse depois, se quisesse.
Vestiu-se e antes de sair, deu uma ultima olhada no recinto e se deu conta de umas pequenas manchas vermelhas nos lençóis. A evidência de sua virgindade.
Arrepiou- se de vergonha só de imaginar a empregada encontrando a marca de sangue.
Demorou tanto que quando saiu, Frederico já havia se banhado num dos banheiros do outro quarto e estava na cozinha, preparando o café da manhã.
Desfez as malas e pôs as roupas de ambos no guarda- roupa, estava comportando-se como uma esposa submissa. Ficou furiosa e devolveu a roupa dele, toda amassada, na mala.
Ele que arrumasse depois, se quisesse.
Vestiu-se e antes de sair, deu uma ultima olhada no recinto e se deu conta de umas pequenas manchas vermelhas nos lençóis. A evidência de sua virgindade.
Arrepiou- se de vergonha só de imaginar a empregada encontrando a marca de sangue.
Enquanto isso na cozinha, Frederico estranhava a demora da esposa.
Estavam tão bem, ela parecia que o aceitava aos poucos mas ele tinha estragado a trégua imposta por ela, quando teve aquela ideia de proibir que a esposa nadasse sem roupa. Ficou cego pela raiva e pelo ciúme só de imaginar outro homem apreciando suas curvas.
Deu um soco na pia, furioso.
Queria proteger a esposa do assédio de outros homens e ela nao percebia!
Massageou os dedos doloridos e ouviu um ruído vindo da lavanderia, se encaminhou para lá afim de verificar o que se passava.
Era Cristina.
Estavam tão bem, ela parecia que o aceitava aos poucos mas ele tinha estragado a trégua imposta por ela, quando teve aquela ideia de proibir que a esposa nadasse sem roupa. Ficou cego pela raiva e pelo ciúme só de imaginar outro homem apreciando suas curvas.
Deu um soco na pia, furioso.
Queria proteger a esposa do assédio de outros homens e ela nao percebia!
Massageou os dedos doloridos e ouviu um ruído vindo da lavanderia, se encaminhou para lá afim de verificar o que se passava.
Era Cristina.
— O que você está fazendo? — perguntou ao vê- la colocar os lençóis na máquina.
— Estão manchados, não vou permitir que a empregada veja isso — sem olhar para ele, girou o botão de ligar.
Passou por ele e foi para a cozinha. Frederico a seguiu.
Nem bem estavam casados, mas já tinham seu primeiro desentendimento e cabia ao marido tentar desfazer o mal entendido.
Nem bem estavam casados, mas já tinham seu primeiro desentendimento e cabia ao marido tentar desfazer o mal entendido.
— Agora nao vai mais falar comigo? — sentou- se à mesa e se serviu.
Cristina fez o mesmo.
— Vamos voltar hoje mesmo para a fazenda — a mudança de assunto fez Frederico tossir, engasgando-se com o café.
— Já chega!! — levantou, furioso. — Tentei ser um bom marido, tentei ser paciente, mas não aguento mais suas criancices. Você é uma mulher casada e comporte- se tal.
— Não grite comigo, mal educado!
— Sabe o que você está precisando? — rodeando a mesa para se aproximar dela.
— Eu sei, preciso ir para a casa — se levantou também e ao recuar, chocou-se contra a parede.
— Só vamos sair daqui quando você saber se comportar como uma mulher. E você precisa de sexo, e é o que vou te dar minha Cristina.
Ela sentiu a umidade no meio das pernas, ao ver como ele se aproximava, os olhos brilhantes de poder sexual.
Frederico a empurrou forte contra a parede, levantou- lhe as pernas e as colocou em volta da cintura.
Cristina sentiu tudo girar, ficou louca e excitada, seu marido tinha uma pegada incrível que incendiava todo o corpo.
Frederico puxou- lhe pela nuca para cobrir-lhe a boca num beijo desesperado, não era mais terno nem paciente, havia uma necessidade, uma urgência em saciar o desejo. Rasgou- lhe a blusa.
Frederico a empurrou forte contra a parede, levantou- lhe as pernas e as colocou em volta da cintura.
Cristina sentiu tudo girar, ficou louca e excitada, seu marido tinha uma pegada incrível que incendiava todo o corpo.
Frederico puxou- lhe pela nuca para cobrir-lhe a boca num beijo desesperado, não era mais terno nem paciente, havia uma necessidade, uma urgência em saciar o desejo. Rasgou- lhe a blusa.
— Oh, vai me deixar sem roupa se continuar assim — conseguiu falar em meio ao turbilhão de sensações que ele provocava.
— Agora não se queixe, devia pensar nisso antes de se comportar como criança — livrou-se do sutiã e abocanhou um seio.
Ela gritou em meio à dor e ao prazer, os seios ainda estavam doloridos. Notou como baixava a mão até à calça feminina e abriu o botão e o zíper.
— Mas aqui? Não devíamos ir para o quarto? — perguntou apertando as costas do marido, colando-se mais ao corpo musculoso.
— Quando se estar em lua de mel, não tem hora, não tem lugar, não existe regras — girou com ela nos braços e a sentou sobre a superfície da mesa.
— Oohhh... — gemeu, excitada diante da possibilidade de fazer amor na cozinha e sobre a mesa . — Mas ainda não tomamos o café da manhã.
— Não seja por isso... — puxou com forças a calça junto com a lingerie, até os pés e ela levantou as pernas para se ver totalmente livre da roupa. — Vamos unir o útil ao agradável.
— O que vai fazer?
— Isso... — meteu o dedo no pote de mel ao lado e levou a boca de Cristina. — Chupa...
Ela lançou- lhe um olhar sedutor e lambeu- lhe o dedo, mantendo o contato dos olhos.
— Sua vez ... — Cristina, sentindo-se ousada, passou mel nos dois mamilos apontados.
Ele abaixou a cabeça e sorveu o mel de ambos os seios, arrancando gemidos da esposa.
Que loucura, pensava Cristina, entregue ao marido.
Que sensação deliciosa!
Jamais pensava que o café da manhã pudesse ser tão interessante.
Deixou que Frederico a lambuzasse de mel e a chupasse, lambesse e beijasse cada curva do corpo.
Quando ambos não suportavam mais a agonia, ele abriu o ziper e liberou a potente ereção; penetrou de um só golpe até o fundo e os lábios do sexo de Cristina deram- lhe as boas vindas, apertando- se ao redor daquela carne dura que a preenchia.
Que loucura, pensava Cristina, entregue ao marido.
Que sensação deliciosa!
Jamais pensava que o café da manhã pudesse ser tão interessante.
Deixou que Frederico a lambuzasse de mel e a chupasse, lambesse e beijasse cada curva do corpo.
Quando ambos não suportavam mais a agonia, ele abriu o ziper e liberou a potente ereção; penetrou de um só golpe até o fundo e os lábios do sexo de Cristina deram- lhe as boas vindas, apertando- se ao redor daquela carne dura que a preenchia.
— Oh, meu Deus! Ohh, Frederico...
— Adoro quando geme meu nome — aumentando a força de suas investidas.
— Frederico! — repetiu para agradá- lo, agarrando-se a seus ombros, com a cabeça jogada para trás.
*Fazenda Bananal *
— Esse doutorzinho, não me engana — replicou Severiano quando João Luís deixou o quarto. — Veio atrás de Cristina.
— Porque pensa isso? — Consuelo ajeitou a bandeja de café no colo do esposo que Vicenta havia subido.
— Primeiro vem aqui tão cedo sem ninguém ter chamado e depois fica fazendo perguntas sobre ela. Já estava ficando com fome e esse cabra não ia embora — pegou o copo de suco e levou à boca.
— Mas ele sabe que está casada e tenho certeza que saberá se comportar.
— Como você é ingênua mulher! Os homens são todos uns safados...
— E eu não sei? Casei com um...
***
— Como será que nossa menina está se comportando? — perguntou Vicenta a Vitória.
As duas senhoras conversavam sobre Cristina, assim era como se referiam, carinhosamente, à patroa.
— Pelo que conheço dela, deve está dando trabalho ao Rivero — Vitória riu.
— Mas talvez não. Você viu como eles se comportavam e aquele beijo do casamento? Esses dois são fogo, Vila Hermosa deve está em chamas.
— Que feio! Falando das intimidades da patroa — sarcástica, Estela entrou nesse momento na cozinha.
— Não venha querer nos dá lição de moral, você está com inveja. Pensa que não reparei o jeito que vive se jogando para seu Frederico? — rebateu Vicenta, indignada.
— Cristina é uma pobre coitada, Frederico casou só por pena da solteirona — zombou a empregadinha.
— Eu vou dar uns tapas nessa vagabunda — avisou Vitória, antes de partir para cima de Estela mas foi impedida por Vicenta. — Lava a boca com detergente antes de falar da minha menina.
— Eu digo mais ainda, Frederico vai deixar Cristina por mim, porque eu sim sou mulher o bastante para satisfazer aquele macho — continuou provocando. — Sou gostosa e Cristina é tão sem sal.
— Sai daqui, sua vadia porque vai ser eu a quebrar essa tua cara de cínica — Vicenta ameaçou, lançando- lhe um olhar de ódio.
Estela sabia a hora de se retirar, caminhou em direção à saída.
— Vou acabar com esse casamento! Frederico Rivero vai ser meu — disse antes de sumir pela porta.
— Não sei como ainda não despediram essa vaca! — Vitória sentou-se, visivelmente, irritada.
— Porque é uma sem-teto, mal amada que não tem onde cair morta e os patrões são muito bonzinhos — Vicenta serviu- se de um copo d'água. — Quando Cristina voltar, temos que alertá- la contra essa cobra.
( esclarecendo que Estela não é filha de Vicenta)
*Vila Hermosa*
Na cozinha só se ouvia os gemidos e a respiração pesada dos recém casados. Cada vez mais se aproximavam do êxtase e Cristina sentia como a calça do marido chocava-se com forças contras seus genitais cada vez que a investia, profundamente. Ele era tão grande nessa parte que parecia que ia parti- la ao meio e ela abria mais as pernas para que se encaixasse melhor.
Gritou o nome dele quando finalmente o orgasmo a atingiu de cheio, deixando-a como sempre, fraca e cansada mas ao mesmo tempo plenamente saciada.
Frederico a abraçou para que ela não se jogasse na mesa em cima das xícaras, bandeja, etc; estava mole, suada e ainda respirando com dificuldade.
Na cozinha só se ouvia os gemidos e a respiração pesada dos recém casados. Cada vez mais se aproximavam do êxtase e Cristina sentia como a calça do marido chocava-se com forças contras seus genitais cada vez que a investia, profundamente. Ele era tão grande nessa parte que parecia que ia parti- la ao meio e ela abria mais as pernas para que se encaixasse melhor.
Gritou o nome dele quando finalmente o orgasmo a atingiu de cheio, deixando-a como sempre, fraca e cansada mas ao mesmo tempo plenamente saciada.
Frederico a abraçou para que ela não se jogasse na mesa em cima das xícaras, bandeja, etc; estava mole, suada e ainda respirando com dificuldade.
— Frederico, acho que da próxima vez eu não aguento — sussurrou com voz melosa, agarrada ao pescoço do esposo e descansando a cabeça em seu ombro.
Hum! Então ela já estava pensando na próxima vez?
Parecia que tinha aprendido a primeira lição, pensou Frederico, sorrindo e acariciando- lhe às costas.
Parecia que tinha aprendido a primeira lição, pensou Frederico, sorrindo e acariciando- lhe às costas.
— Aguenta sim, amor! É sempre assim, daqui a pouco você acostuma — eles ainda estavam unidos intimamente, ela toda nua e ele todo vestido.
— Sinto como se tivesse corrido uma maratona e ganhado o primeiro lugar, estou cansada, sem forças mas imensamente feliz. Isso é tão bom, não me solta, não me faz caso quando ficar de implicância contigo — sua voz ainda soava melosa.
Frederico não podia estar mais feliz, sua esposa era louquinha, difícil de entender e a amava cada dia mais.
— Tem certeza das coisas que está falando? Você está bem? — brincou, enquanto beijava seus cabelos cheirosos.
— Nunca estive melhor! Estou adorando fazer amor com meu marido — admitiu.
Ele não podia ver seu rosto, mas percebeu o sorriso de Cristina junto à confissão.
— Humm... Então sou bom de cama?
— Não dá para fazer comparações porque minha experiência limita- se a três vezes e com o mesmo homem — sorriu. — Mas você é incrível!
— Um elogio da minha esposa! Creio que o orgasmo atingiu teu cérebro ajeitando teus parafusos soltos.
— Bobo! — bateu- lhe no braço.
— Por esse pequeno elogio vou deixar você nadar pelada na cachoeira mas com uma condição...
— Qual? — levantou a cabeça para encará- lo.
— Eu deixo que você nade, desde que seja comigo! Somente comigo!!
Continua...
Escrito por: Neiry Miranda

9 comentários:
Aí q fofos estou amando sua está demais
Muuiitooo booooom!
Quero mais!
Simplesmente maravilhosa, está cada vez melhor!
Perfeito esses dois adorei se toda vez que ele discutirem terminar assim vou ficar feliz
Cada dia melhor, mas isso deles nadarem juntos pelados na cachoeira nao irá prestar kkkkk... Já to até imaginando. *.* Continua...
Esses dois são Fooooogo !!!
Kkk Ótimo capítulo
Me marca no próximo ok?
Obrigado
Nooossa essa fic ta maravilhosa...desse jeito queremos briga em todos os capitulos...kkkkkkkkk
à espera do próximoooo!!!!
Estou amando essa fic, esses dois são louquinhos, apaixonantes e essas cenas deles de amor estão maravilhosas, a cada novo capitulo me encanta mais e, vc Neiry já se tornou uma das minhas escritoras diva. Bjos
Capítulo Divooo!!
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