DOMANDO A FERA - Capítulo 14
Cristina não respondeu de imediato. Ainda não havia pensado nessa possibilidade.
Por muito anos, quis agradecê- lo pessoalmente, conhecê-lo. Mas sempre sentia medo de reviver tudo novamente, então nunca o procurou.
Mas revelar algo que sempre a fechou para os homens à Frederico, foi um alívio.
Chorou, assustou-se durante o relato, porém quando sentiu os braços do marido confortando-a, transmitindo-lhe a seguridade que nunca havia sentido com homem nenhum, sentiu- se livre.
Livre!!!
Livre para amar e confiar.
Sempre rejeitou e odiou os homens, por isso nunca se relacionou com nenhum. Tentou manter o mesmo método com Frederico, brigou, xingou mas no fim rendeu-se a seus encantos; apaixonou-se.
Era a segunda coisa que confiava ao marido.
A primeira foi sua virgindade e ele a tratou tão bem como se fosse uma porcelana que tivesse medo de quebrá- la.
E agora era esse segredo.
Segredo que nem a mãe sabia.
Será que essa repetina confiança era indício de que poderiam ter um bom casamento??
Cristina assustou-se com a força do pensamento, mas logo sorriu. Talvez eles pudessem dar certo juntos, sim.
Por muito anos, quis agradecê- lo pessoalmente, conhecê-lo. Mas sempre sentia medo de reviver tudo novamente, então nunca o procurou.
Mas revelar algo que sempre a fechou para os homens à Frederico, foi um alívio.
Chorou, assustou-se durante o relato, porém quando sentiu os braços do marido confortando-a, transmitindo-lhe a seguridade que nunca havia sentido com homem nenhum, sentiu- se livre.
Livre!!!
Livre para amar e confiar.
Sempre rejeitou e odiou os homens, por isso nunca se relacionou com nenhum. Tentou manter o mesmo método com Frederico, brigou, xingou mas no fim rendeu-se a seus encantos; apaixonou-se.
Era a segunda coisa que confiava ao marido.
A primeira foi sua virgindade e ele a tratou tão bem como se fosse uma porcelana que tivesse medo de quebrá- la.
E agora era esse segredo.
Segredo que nem a mãe sabia.
Será que essa repetina confiança era indício de que poderiam ter um bom casamento??
Cristina assustou-se com a força do pensamento, mas logo sorriu. Talvez eles pudessem dar certo juntos, sim.
— Eu não sei o que faria, Frederico — finalmente, respondeu. — Eu nem sei se quero vê- lo. Sou muito agradecida por ter me salvado, mas nada justifica o fato de ter matado Diego. Ele poderia pegá- lo pela camisa e tê- lo tirado de cima ao invés de disparar.
Frederico congelou.
— Como? — Frederico conseguiu sussurrar em meio à confusão de pensamento em que se encontrava.
Será que Cristina não entendia que havia matado para salvá-la??
E agora? Como retribuir a confiança da esposa, revelando que ele era o assassino, se isso poderia acabar com o casamento de ambos?
Não!
Ainda não era hora, mas acharia um meio. Não podia seguir com isso oculto para sempre. Só rogava aos céus que no momento certo, Cristina o entendesse.
Deveria ter sabido que a esposa não aceitaria tão fácil que alguém tirasse a vida de outro mesmo que fosse para livrá-la de algo horrível.
E agora? Como retribuir a confiança da esposa, revelando que ele era o assassino, se isso poderia acabar com o casamento de ambos?
Não!
Ainda não era hora, mas acharia um meio. Não podia seguir com isso oculto para sempre. Só rogava aos céus que no momento certo, Cristina o entendesse.
Deveria ter sabido que a esposa não aceitaria tão fácil que alguém tirasse a vida de outro mesmo que fosse para livrá-la de algo horrível.
— Isso mesmo que ouviu. Não preciso mais conhecer esse homem, não tenho interesse e além do mais, eu já tenho você — Cristina lançou-lhe um sorriso tímido e Frederico relaxou com essa declaração.
— A mim? — Frederico parecia um bobo.
— Sim, você. Com você, sinto o que nunca senti por outra pessoa, me casei e me entreguei e olha que depois daquele episódio tinha jurado nunca me deixar tocar por um homem e, no entanto, aqui estou eu... Casada! — Sorriu.
Frederico fitou-a e viu naqueles olhos a sinceridade da esposa. Ficou imensamente feliz por ter ajudado Cristina a vencer suas inseguridades e medos. Jurou a si mesmo que iria protegê-la com a vida se fosse preciso e mesmo que ela nunca o perdoasse ao descobrir a verdade, iria amá-la para sempre.
— Muito bem casada — Frederico apertou- lhe mais forte, depositando um beijo nos cabelos sedosos da mulher. — Vou cuidar muito bem de você, carinho.
Cristina gemeu, sentindo-se excitada.
Queria o marido e o queria de imediato dentro dela.
Estava se tornando uma maníaca sexual e tudo culpa de Frederico, desse homem sexy, gostoso, atraente e com cheiro de macho forte.
Queria o marido e o queria de imediato dentro dela.
Estava se tornando uma maníaca sexual e tudo culpa de Frederico, desse homem sexy, gostoso, atraente e com cheiro de macho forte.
— Frederico... — gemeu seu nome, colocando-se de pernas abertas sobre o colo do marido.
— Cristina!! — sua voz saiu rouca pelo desejo que a esposa despertou. — Tem que se controlar, você precisa descansar.
— Já descansei tempo suficiente — Cristina desfez o laço do roupao e abriu revelando a nudez do corpo, os seios firmes com os mamilos túrgidos, suplicantes.
Frederico passou a ponta da língua nos lábios, Cristina tinha deixado-o de boca aberta e seca.
A resposta foi imediata diante da visão espetacular: Fred jr despertou, crescendo com violência querendo furar o tecido da calça masculina em busca da liberdade.
Então Frederico acariciou- lhe os seios com o rosto e agarrou com os lábios um dos mamilos rijos e depois o outro até Cristina gritar de desejo. Acariciou-lhe as costas, a cintura e as curvas suaves dos quadris.
Ficou maluco e quase perdeu o controle ao livrá- la por completo do roupao e descobrir que não levava calcinha.
A resposta foi imediata diante da visão espetacular: Fred jr despertou, crescendo com violência querendo furar o tecido da calça masculina em busca da liberdade.
Então Frederico acariciou- lhe os seios com o rosto e agarrou com os lábios um dos mamilos rijos e depois o outro até Cristina gritar de desejo. Acariciou-lhe as costas, a cintura e as curvas suaves dos quadris.
Ficou maluco e quase perdeu o controle ao livrá- la por completo do roupao e descobrir que não levava calcinha.
— Fez de propósito, não é? — perguntou, passeando os dedos pela curvas escondidas entre as coxas de Cristina.
— Oh, não fiz ... aaahhhhhh, Frederico!! — gemeu quando sentiu o dedo grosso invadir-lhe a intimidade.
— Fez de propósito, sim — aumentou a velocidade do dedo em seu interior e ela arqueou-se, movendo-se. — Queria que eu te tomasse ali, novamente, na cozinha. Admita.
Frederico sacou o dedo de dentro dela, bruscamente.
— Ah, não! — protestou, abrindo os olhos, confusa.
— Quer mais? — Frederico sussurrou no ouvido da esposa, antes de lamber-lhe o lóbulo da orelha.
— Por favor, Frederico — rogou- lhe, enquanto virava o rosto em busca da boca do marido.
— É isso que você quer? — acariciou-lhe o clitóris com o polegar e enfiou o dedo do meio em sua cavidade úmida.
— Sim... Sim... Ohhh... — admitiu, jogando a cabeça para trás, enlouquecida.
— Então admita que estava sem calcinha porque estava louca para ser possuída por mim lá na cozinha... — retirou a mão, deixando-a, insatisfeita.
— Presunçoso! — bateu- lhe nos ombros com o punho cerrado, sorrindo. — Eu não queria...eu quero...
Frederico sorriu, triunfante. Ele procurou os lábios da esposa e os tomou com ímpeto e quando ele a soltou, Cristina tinha os olhos fechados, os cabelos emaranhados e a boca esfolada em consequencia do beijo. Com os lábios entreabertos, gemeu outra vez e agarrou-se nos ombros do marido, abriu os botões da camisa e tirou-a, jogando-a longe.
Quando quis desatar o cinto da calça, Frederico não permitiu. Queria que a esposa disfrutasse da paixão, queria dar- lhe prazer primeiro e depois iria atrás do próprio.
Ele a deitou no sofá e Cristina abriu- lhe as pernas, num claro convite.
Rivero sentiu como o seu pênis engrosava mais ainda e, apertando os punhos para se controlar, debruçou-se sobre ela e beijou- lhe a boca. Depois desceu para o pescoço, os seios. Deteve-se num e logo no outro e desceu para a barriga, distribuindo beijos molhados que faziam Cristina arrepiar-se.
Quando quis desatar o cinto da calça, Frederico não permitiu. Queria que a esposa disfrutasse da paixão, queria dar- lhe prazer primeiro e depois iria atrás do próprio.
Ele a deitou no sofá e Cristina abriu- lhe as pernas, num claro convite.
Rivero sentiu como o seu pênis engrosava mais ainda e, apertando os punhos para se controlar, debruçou-se sobre ela e beijou- lhe a boca. Depois desceu para o pescoço, os seios. Deteve-se num e logo no outro e desceu para a barriga, distribuindo beijos molhados que faziam Cristina arrepiar-se.
— Frederico, não... — Cristina assustou-se ao perceber para onde a boca do marido se dirigia. — Nunca fiz isso antes...
— Eu sei... — Fez com que ela deitasse, novamente. — Relaxe... Confia em mim...
— Eu...
— Shhhh!! Feche os olhos e imagine como se eu tivesse beijando sua boca...
Cristina fechou os olhos, ainda nervosa. Frederico estava a ponto de beijar- lhe a...
E beijou!
Oh, Que delícia!
Realmente era como se ele estivesse beijando- lhe a boca só que muito mais intenso, mais louco e mais excitante.
Sentiu a língua deslizar pelo clitoris e depois sugar- lhe com vontade.
Impossível não gemer, contorcendo-se sobre a língua devoradora do marido.
E beijou!
Oh, Que delícia!
Realmente era como se ele estivesse beijando- lhe a boca só que muito mais intenso, mais louco e mais excitante.
Sentiu a língua deslizar pelo clitoris e depois sugar- lhe com vontade.
Impossível não gemer, contorcendo-se sobre a língua devoradora do marido.
— Oh, Frederico! Isso é tão... Tão... Tão... Oooooohhhh — Cristina não conseguiu completar pois não havia palavras para descrever o que sentia enquanto o esposo chupava os lábios vaginais, causando estrago no corpo feminino.
— Você é deliciosa, Cristina! — murmurou, sugando- lhe os sucos que a esposa liberava em meio ao orgasmo que ela atingia com a língua experiente do marido.
Frederico depositou um beijo terno no triângulo entre as pernas de Cristina ainda palpitante, antes de deitar-se sobre ela.
Cristina, por sua vez, estava trêmula de olhos fechados e boca aberta com a respiração pesada.
A cada vez que faziam amor, descobria prazeres novos que enlouqueciam-na.
Cristina, por sua vez, estava trêmula de olhos fechados e boca aberta com a respiração pesada.
A cada vez que faziam amor, descobria prazeres novos que enlouqueciam-na.
— Cristina, você está bem? — Frederico acariciou-lhe o rosto, acalmando-a.
— Estou assustada — Ela abriu os olhos. — Como você pôde fazer isso?
Frederico sorriu.
— Ainda tenho mais coisas pra te ensinar...
— Oh, céus!! Mais???
— Aham...
— E todos são assim... eh... Excitantes?? — quis saber, mordendo o lábio inferior.
— São muitos excitantes, maravilhosos. Vou te mostrar tudo que deve saber, mas não agora. Tudo ao seu tempo.
— Não consigo imaginar algo mais espantoso e tão prazeroso, ao mesmo tempo, do que acabamos de fazer...
— Pois tem, carinho — Frederico beijou-lhe e ela sentiu o gosto de sexo nos lábios de Rivero.
— Mostre... — ela baixou as mãos pelas costas do homem que a prendia contra o sofá, e tateou pelo cós da calça até desatar-lhe o cinto.
— Cuidado! Perigo! — ele brincou.
— Pois essa espécie de perigo me encanta — disse Cristina, fitando-o com um olhar safado.
Frederico ergueu o olhar, espantado.
— Para quem era virgem até ontem, você anda muito atrevidinha, Cristina Rivero.
Ela riu alto.
— A culpa não é minha, senhor Rivero — ela levantou um pouco o rosto para puxar o lábio inferior do esposo, esticando-o entre os dentes. — É sua. Eu nem sei de nada.
— Cristina! Cristina, já estou começando a ficar com medo — disse, brincando. — Está uma fera na cama. Será que vou dar conta desse fogo todo?
Ela deu-lhe uma palmada na bunda.
— Oh! — Exclamou, fazendo-se de indignada. — Não tem nada de fogo, ta seu arrogante?!!
— Aham, estou vendo. Não tem nenhuma brasinha?
— Só uma brasa, pequenininha...
— Uma brasa que logo se transforma muma fogueira...
Cristina caiu na risada, puxando o marido para si até ficarem com lábios quase se tocando.
— Cala boca, Frederico! Deixa de conversa e me beija logo — ordenou, fechando os olhos e recebendo a língua sedenta de Rivero.
*Fazenda Olho D'água*
Dois corpos jaziam, estendidos, na campina verde.
Eram Estela e Ernesto que, suados e pelados, esperavam recuperar o fôlego depois de intenso encontro sexual na grama.
Ernesto entregava-se àquela mulher sem desconfiar a real intenção da ambiciosa Estela. Mas a criada também não imaginava a fidelidade que aquele homem tinha para com o patrão. Alguns encontros e nada de descobrir qualquer coisa sobre Frederico, pois Ernesto esquivava-se de suas perguntas e mudava de assunto. Para não parecer curiosa, não insistia tanto mas já estava impaciente e furiosa com o capataz.
Sentia nojo toda vez que faziam sexo, felizmente seu corpo já era acostumado com essa prática, assim que conseguia satisfazer o peão.
Eram Estela e Ernesto que, suados e pelados, esperavam recuperar o fôlego depois de intenso encontro sexual na grama.
Ernesto entregava-se àquela mulher sem desconfiar a real intenção da ambiciosa Estela. Mas a criada também não imaginava a fidelidade que aquele homem tinha para com o patrão. Alguns encontros e nada de descobrir qualquer coisa sobre Frederico, pois Ernesto esquivava-se de suas perguntas e mudava de assunto. Para não parecer curiosa, não insistia tanto mas já estava impaciente e furiosa com o capataz.
Sentia nojo toda vez que faziam sexo, felizmente seu corpo já era acostumado com essa prática, assim que conseguia satisfazer o peão.
— Quanto tempo os patrões ficarão em Vila Hermosa? — Estela perguntou, de repente, quebrando o silêncio.
— Ouvi seu Frederico falar uma semana... Não sei — respondeu Ernesto. — Mas porque quer saber?
— Nada. Curiosidade — Estela pegou o vestido do chão e meteu-o pela cabeça.
— 'Tu é' afim do do patrão, né?
— Posso até ser, mas ele não olha pra mim... — pegou a calcinha e levantou-se para ajeitá- la debaixo do vestido.
— E nunca vai olhar. Ele é casado com dona Cristina e pelo que vi, é louco por ela — também vestiu a roupa. — E quem não seria? Dona Cristina é mulher mais linda desse pedaço...
— Era só que me faltava — Estela forçou um sorriso de mãos na cintura — Um peaozinho de bosta, interessada na esposa do patrão.
Apesar do sorriso, estava enfurecida pelo elogio à Cristina.
— Com ciúmes?
— De você? Hahahahaha, faz-me rir... Imbecil!
— Só pra te ficar informada, não estou interessado na dona Cristina, respeito seu Frederico. Mas que ela é bonita, é.Diferente da vagabunda aqui — cuspiu no chão. — Agora suma daqui, que o que eu queria de ti, já tive...
— Idiota! Tu me paga, Ernesto.
Saiu, batendo o pé, furiosa. Ela que deveria estar usando o capataz e, no entanto, ele que a usava.
>>>
Nao muito longe dali, na fazenda ao lado, três senhoras conversavam.
Consuelo, Vitória e Vicenta.
Nao muito longe dali, na fazenda ao lado, três senhoras conversavam.
Consuelo, Vitória e Vicenta.
— E Estela? — perguntou Consuelo, enquanto pegava a xícara de chá que Vitória lhe entregava.
— Ah, essa daí vive sumindo. Deixa o serviço pela metade. Está mais malcriada que nunca e agora não está na casa grande — respondeu Vitória, acomodando a bandeja na mesinha da sala.
— Sabe-se lá Deus por onde anda. Deve estar de agarramento com algum peão pelo mato — completou Vicenta.
— Hum... Creio que está na hora de uma conversa seria com Estela. A mim, não interessa o que faz da vida fora daqui, mas desde que não interfira nas obrigações da casa — levou a xícara à boca, logo fitou suas empregadas — Mas sentem-se, por favor e tomem chá comigo.
— Obrigada, dona Consuelo — as duas agradeceram ao mesmo tempo.
Enquanto Vicenta foi por duas xícaras, Vitória sentou-se ao lado de Consuelo e assunto passou a ser Cristina.
— Saudades de minha menina — a mulher de cabelos loiros fez biquinho, chorosa, ao falar da filha.
— Eu também — admitiu Vicenta, voltando.
— Todas estamos — completou a outra senhora.
— E se ligarmos para Vila Hermosa?
— Sei não, dona Consuelo. Acho que não é boa ideia — analisou Vitória ao pegar a xícara da mão de Vicenta.
— Mas vou ligar. Talvez esses dois estejam se matando, do jeito que viviam brigando aqui.
— Se matando? Rum! Só for de beijos — as três caíram na gargalhada diante da observação de Vicenta.
— Tem razão. Mas mesmo assim... Ai, eu quero falar com minha filha.
*Vila Hermosa*
De volta ao casal fogoso no sofá. Cristina já havia tirado a calça de Frederico e massageava a extensão do marido, enquanto beijavam-se em meio aos gemidos de ambos. Ela o atriu para sua entrada úmida e Frederico a penetrou de uma só investida.
Cristina gritou.
Cristina gritou.
— Carinho, te machuquei? — ficou quieto dentro dela.
— Não! Estou...estou bem — falou, com dificuldade. — Não pare... OOhhhh
Sentia-se cheia pela masculinidade do marido. E queria mais.
Não se cansava de fazer amor com Frederico.
Era um delícia, senti-lo movendo-se dentro dela, com precisão, levando-a ao limite.
Entrando e saindo num vai-e-vém louco quase atingindo o êxtase
Quase...
Porque ele parou?
Soltou um gemido, frustrada.
Não se cansava de fazer amor com Frederico.
Era um delícia, senti-lo movendo-se dentro dela, com precisão, levando-a ao limite.
Entrando e saindo num vai-e-vém louco quase atingindo o êxtase
Quase...
Porque ele parou?
Soltou um gemido, frustrada.
— Quem será? — Indagou Frederico, ofegante.
— O quê? — Cristina continuou a mover-se debaixo dele.
— O telefone.
— Hã? — Cristina estava em outro mundo, poderia estar pegando fogo na casa e ela não saberia.
— Está tocando o telefone — Frederico repetiu.
Só então Cristina ouviu o som praticamente no ouvido dela, pois o aparelho estava ao lado do sofá, próximo às cabeças de ambos.
Continua...
Escrito por: Neiry Miranda

9 comentários:
como termina a sim????
perfeito, amooo!!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Dios mio esses dois é fogo!
Assim como Cristina está viciada no Fred Jr eu estou viciada nessa fic kkkkkkkkkkkkk
Perfeito não demora por favor ja estava louca pra saber mais
Estou amando essa fic!
Mto boooaaa!
kkkkkkkk tem que tomar cuidado pra não queimar a casa, chamem os bombeiros
adorei como sempre perfecto
Pooh Cristina ta fogosinha neer...kkkkkkkkkkk amandoo Forevermente...
Estou adorando esta Cristina fogosa! Tomara que ela entenda o Fred! Continua...
Não demora a postar que estou curiosa!
ESTOU ADORANDO ESTE CASAL CRIS E FRED.... QUENTES D+++++
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