DOMANDO A FERA - capítulo 16
Cristina sentiu a calcinha molhar com seu líquido diante das palavras de Frederico.
Que ousado!
Tinha nos olhos um brilho de desejo selvagem. Não havia dúvida de que ele sabia incendiá-la na cama.
Que ousado!
Tinha nos olhos um brilho de desejo selvagem. Não havia dúvida de que ele sabia incendiá-la na cama.
— Amo o Fred jr — declarou Cristina, mordendo o lábio inferior.
— E o dono dele? — ele baixou a cabeça para tomar um mamilo entre os dentes.
— Eu... aahhhh — sentir a língua daquele homem chupando o seio era maravilhoso e a impedia de articular palavras.
Sim!
Ela era apaixonada pelo marido e o amava mas enquanto não tivesse certeza dos sentimentos de Frederico não falaria nada.
Ela era apaixonada pelo marido e o amava mas enquanto não tivesse certeza dos sentimentos de Frederico não falaria nada.
E quando ele a fitou querendo a resposta de sua pergunta, Cristina puxou-o e beijou-o com paixão fazendo marido esquecer qualquer conversa e limitando-se apenas a sentir as novas sensações que a esposa lhe despertava.
Amaram-se com fogo naquela manhã.
Era o que Cristina queria, embora estivesse dolorida em suas partes íntimas, coxas e os seios, mas isso nao a impedia de querer fazer amor loucamente com esposo.
Era o que Cristina queria, embora estivesse dolorida em suas partes íntimas, coxas e os seios, mas isso nao a impedia de querer fazer amor loucamente com esposo.
À noite, Cristina estava sozinha na parte de fora da casa.
Seus pensamentos vagavam pelo comportamento de ambos ao longo do dia. Só fizeram amor pela manhã, pois à tarde Frederico levou-a de compras e não soltou sua mão um só minuto. Passearam pelas ruas da cidade e Frederico roubava-lhe beijos de vez em quando apesar dos protestos de Cristina que sentia vergonha.
Quando retornaram já estava escuro, ela tomou um banho e saiu para a piscina enquanto o marido fazia o jantar.
Seus pensamentos vagavam pelo comportamento de ambos ao longo do dia. Só fizeram amor pela manhã, pois à tarde Frederico levou-a de compras e não soltou sua mão um só minuto. Passearam pelas ruas da cidade e Frederico roubava-lhe beijos de vez em quando apesar dos protestos de Cristina que sentia vergonha.
Quando retornaram já estava escuro, ela tomou um banho e saiu para a piscina enquanto o marido fazia o jantar.
— E o que minha mulher faz aqui, sozinha? Hã ? — Cristina sentiu os braços do esposo em volta da cintura, puxando-a de encontro ao peito.
— Pensando... — fechou os olhos, disfrutando do abraço.
— Em mim??
Ela riu.
— Quando voltamos para casa?
Era incrível como Cristina nunca respondia as perguntas de Frederico, sempre fugia.
Pela manhã quando perguntara se ela o amava, Cristina o seduziu com seu beijo e a pergunta ficara sem resposta.
Pela manhã quando perguntara se ela o amava, Cristina o seduziu com seu beijo e a pergunta ficara sem resposta.
— Você já quer ir embora?
Ela balançou a cabeça, confirmando.
— E eu que pensei que minha esposa estava gostando de minha companhia...
— Não é isso... — Cristina virou-se para ficar de frente a ele. — Eu... eu gosto de ficar aqui, sem ninguém nos atrapalhando mas eu quero voltar...
— Não! Ainda não, ficaremos pelo menos uma semana. Você é minha mulher e vai ser do meu jeito, entendeu?!
Cristina percebeu a fúria na voz do marido.
— Também não precisa falar assim comigo — ela o empurrou. — Posso ser sua mulher mas não sou um objeto que pode manipular a seu gosto.
— Cristina, por favor...
— Por favor, nada. Não gostei do tom que usou comigo.
Frederico tentou consertar a situação.
— Carinho, estávamos bem — tentou aproximar-se mas ela não permitiu. — Perdão, sou acostumado a dar ordens, a ser tudo do meu jeito, não sei entrar num acordo, não sei...
Frederico passava a mão pelos cabelos em sinal de nervosismo.
— Não queria que fôssemos tão cedo, é nossa lua de mel. Mas se é tão importante para você, vamos agora mesmo.
Estava arrependido de ter falado ríspido com ela.
— Agora mesmo? — dessa vez quando ele se aproximou para abraçá-la, ela não recuou.
Cristina percebeu a angústia do fazendeiro e sentiu pena, mas só em pensar em ter alguém mandando em si, dava-lhe uma raiva tão grande.
O marido sabia muito bem como lidar com uma mulher na cama, mas fora dela ainda tinha muito que aprender e, cabia a Cristina ajudá-lo nessa tarefa.
A maneira como ele reagiu, rogando pelo perdão causava-lhe graça pois Cristina soube que se agisse de maneira correta teria Frederico comendo na palma de sua mão.
Sorriu com malícia, o marido vivia dizendo que iria domá- la mas era ela que o domaria apartir desse momento.
O marido sabia muito bem como lidar com uma mulher na cama, mas fora dela ainda tinha muito que aprender e, cabia a Cristina ajudá-lo nessa tarefa.
A maneira como ele reagiu, rogando pelo perdão causava-lhe graça pois Cristina soube que se agisse de maneira correta teria Frederico comendo na palma de sua mão.
Sorriu com malícia, o marido vivia dizendo que iria domá- la mas era ela que o domaria apartir desse momento.
— Sim, mesmo eu não querendo ir ainda... Mas faço tudo o que quiser desde que não briguemos.
Frederico parecia triste.
— Então quer dizer que faria tudo? Tudinho mesmo? — ela o envolveu pelo pescoço com os braços, tinha nos lábios um sorriso encantador.
Ao vê-la sorrir dessa maneira, Frederico relaxou. Nem tudo estava perdido.
— Tudo, absolutamente tudo — apertou-lhe a cintura mais forte. Parecia que a esposa deliciava-se como o momento, pois ela sabia que ele também odiava que alguém mandasse nele. Mas, tratando-se de Cristina, deixaria que ela fizesse com ele o que bem entendesse pois era a sua esposa, a sua fera, a mulher que o deixava louco de desejo, a mulher que amava. Não havia nada de mais se deixasse a ela o comando da situação. — Você é que manda, sou o seu servo fiel.
Cristina arqueou a sobrancelha, sedutora.
—Humm... Assim que eu gosto — deu -lhe um selinho suave — Ainda não quero voltar para a fazenda pois essa piscina é muito convidativa. Você não acha?
Fred jr ergueu-se, glorioso. Cristina notou e sorriu, satisfeita.
Frederico não precisou de uma ordem direta pois entendeu muito bem o que a esposa sugeria atrás daquelas palavras e, como um bom servo cumpriu o desejo da mulher.
Nessa noite, fizeram amor na piscina. Uma experiência incrível para Cristina.
Frederico não precisou de uma ordem direta pois entendeu muito bem o que a esposa sugeria atrás daquelas palavras e, como um bom servo cumpriu o desejo da mulher.
Nessa noite, fizeram amor na piscina. Uma experiência incrível para Cristina.
Jantaram mais tarde e, cansada, ela dormiu tão rápido assim que encostou a cabeça no travesseiro.
*Uma semana depois*
Durante esses dias, Frederico mimou a esposa de todas as formas. Fazia o café, almoço e janta. Não queria que ela o deixasse em plena lua de mel, sozinho. Felizmente, ela não tocara mais no assunto. Comportava-se mais atrevida, provocava-o com seus encantos, desfilava pelo quarto com umas lingeries ousadas e bonitas antes de vestir-se com uma de suas camisas.
Apesar de ir perdendo a timidez, aos poucos, não o deixara nenhuma vez tomar banho com ela. Mas fora o banheiro, haviam feito amor em todos os cantos da casa.
Apesar de ir perdendo a timidez, aos poucos, não o deixara nenhuma vez tomar banho com ela. Mas fora o banheiro, haviam feito amor em todos os cantos da casa.
Nessa manhã, retornariam à fazenda.
Depois de ter ligado para a mãe avisando, Cristina foi para o quarto fazer as malas de ambos.
Depois de ter ligado para a mãe avisando, Cristina foi para o quarto fazer as malas de ambos.
— Tudo pronto? — Frederico perguntou ao entrar.
— Ah, sim... — disse fechando a última mala. — Prontinho.
— Eu não queria ir...
— Nem eu...
Frederico surpreendeu-se.
— Há alguns dias você queria e muito...
— Não... Eu só disse aquilo para te provocar — ela riu.
Frederico rosnou, avançando contra ela.
— Eu fiquei desesperado, Cristina. Tem ideia de como me sentir?
— Não sei como se sentiu mas adorei você se rendendo a mim, dizendo que era meu servo, que faria tudo que eu quisesse.
— Você me paga...
Dito isso, puxou-lhe com força para junto de si e a devorou num beijo selvagem. Caíram na cama, ofegantes e excitados.
— Nãoooo, Frederico — protestou quando ele meteu uma das mãos por dentro da calça para acariciar-lhe a feminilidade. — Não temos tempo...Ahhh
Um toque na porta espantou Frederico.
— Quem pode ser? — indagou, perplexo. — Era para estarmos sozinhos...
— É a empregada. Eu liguei pedindo que viesse.
— Ah, não! — resmungou, irritado.
— Comporte-se, Frederico e sai de cima de mim.
Mesmo não querendo, levantou-se e abriu a porta. Sem dizer nada à empregada, saiu.
— Dona Cristina, eu interrompi alguma coisa?
— Não, claro que não. Entre.
— Mas seu marido parecia...
— Ah, não ligue. Frederico é assim mesmo, mal educado.
O retorno à fazenda foi em silêncio, Frederico parecia irritado e Cristina preferiu não falar nada.
Foram recebidos por dona Consuelo que estava feliz ao ver a filha.
Não demorou muito para Estela aparecer e dirigiu-se à Frederico.
Foram recebidos por dona Consuelo que estava feliz ao ver a filha.
Não demorou muito para Estela aparecer e dirigiu-se à Frederico.
— Quer ajuda com as malas? — disse num tom sensual sem se importar com as outras pessoas.
— Bom dia para você também, Estela — Cristina não gostou da maneira como a criada olhava para o marido. — Frederico não precisa de ajuda.
Estela assentiu de má vontade.
Consuelo, percebendo a situação, mandou a empregada para a cozinha preparar o almoço.
Consuelo, percebendo a situação, mandou a empregada para a cozinha preparar o almoço.
Frederico e Cristina subiram, ela estava louca para ver o pai mas ainda tinha que mostrar o quarto para o marido, embora ele já soubesse qual era.
— Pode deixar suas roupas na mala mesmo que a Vicenta ou a Vitória virão organizar mais tarde — orientou Cristina assim que entraram.
— Então é aqui que vou dormir apartir de hoje? — Frederico examinou o lugar com um olhar divertido. Seus olhos fixaram-se na cama e teve vontade de continuar o que começaram em Vila Hermosa, antes da empregada ter interrompido.
— Se você quiser outro quarto... há vários disponíveis...
— E dormir sozinho, longe da minha esposa?? Nem pensar! Aqui está ótimo.
— Que bom! Agora, se não precisa de mais nada, vou ver o papai...
— Hey, calminha aí! — Frederico levantou-se e aproximou-se da esposa. — Que bicho te mordeu? Porque está assim?
— Assim como? Estou como sempre fui.
— Está na defensiva, com raiva e você não era mais assim. Pensei que depois de tudo que vivemos em Vila Hermosa, você fosse mudar.
Cristina explodiu.
— Você acha pouco sair de lá irritado comigo, sem falar nada durante o trajeto todo e ainda ter que aguentar a Estela dando em cima de você?? Acha que depois disso vou ficar com os dentes arreganhados como se não tivesse acontecido nada? Acha mesmo? Ah, por favor ...
Então Cristina estava com ciúmes??
Frederico não pôde conter o riso.
Frederico não pôde conter o riso.
— Pare de rir, seu estúpido!
Ele não parou, puxou a esposa pela cintura. Ficaram grudadinhos.
— Você fica muito linda quando está com ciúmes, sabia? Fica tão sexy com essa expressão enfurecida.
Cristina queria brigar, esmurrar o marido, mas ele a desarmava com essas palavras, com o peito duro esmagando os seios pequenos e o braço forte em volta do corpo, apertando-a.
Ela fitou-o, derretida. E Frederico a tomou num beijo arrebatador.
Recuou com ela até à cama, deitando-se sobre a esposa.
Não demorou muito para que ela estivesse com a respiração pesada e com a blusa aberta.
Ela fitou-o, derretida. E Frederico a tomou num beijo arrebatador.
Recuou com ela até à cama, deitando-se sobre a esposa.
Não demorou muito para que ela estivesse com a respiração pesada e com a blusa aberta.
— Vim a viagem toda com um problema nas calças — ele mencionou enquanto abria o sutiã de Cristina. — Tem ideia de como é irritante não satisfazer nosso desejo na hora que queremos?
Ela só gemeu como resposta, agora entendia o mal humor do marido.
— Frederico, não podemos...
— Ah, não! Ninguém vai atrapalhar agora.
Ele chupou o mamilo rosado e Cristina arqueou-se, gemendo.
— O que vão pensar? Eles vão se dar conta da nossa demora...
— Então pare de falar que terminaremos mais rápido — ele apoderou-se da boca de Cristina para que ela não contestasse nada.
Foi um beijo desvastador, eliminando os protestos da mulher que arqueava-se debaixo dele, louca de desejo.
Cristina deu um jeito de ficar por cima e, então começou a despi-lo. Abriu a camisa e passou os dedos pelo peito duro, desceu as mãos até o cós da calça e Frederico levantou um pouco as nádegas para que a esposa abaixasse a roupa até ao meio das pernas, expondo Fred jr em todo seu explendor: apontado para cima, duro como o ferro.
Ao vê-lo, Cristina passou a língua pelos lábios, umedecendo-os. Tinha vontade de sugá-lo com a boca até fazer o marido gozar. Mas lembrou-se que não poderia ficar muito tempo no quarto, deveria ir ver seu Severiano.
Cristina deu um jeito de ficar por cima e, então começou a despi-lo. Abriu a camisa e passou os dedos pelo peito duro, desceu as mãos até o cós da calça e Frederico levantou um pouco as nádegas para que a esposa abaixasse a roupa até ao meio das pernas, expondo Fred jr em todo seu explendor: apontado para cima, duro como o ferro.
Ao vê-lo, Cristina passou a língua pelos lábios, umedecendo-os. Tinha vontade de sugá-lo com a boca até fazer o marido gozar. Mas lembrou-se que não poderia ficar muito tempo no quarto, deveria ir ver seu Severiano.
— O que está fazendo? — quis saber Frederico, ao vê-la levantar-se.
— Vou me despir para o meu marido — mentiu, dirigindo um olhar matador de desejo ao marido.
— Mas você está fechando a blusa ...
— Quero fazer desde o começo — explicou, fazendo movimentos sensuais com os quadris enquanto fechava a blusa até o último botão. — Relaxa!
— Hummm — ele fechou os olhos, relaxado e, quando tornou a abrir ela já estava na porta. — Cristina, volta aqui!
— Sinto muito em te deixar assim — ela fez uma carinha safada — mas tenho que ir ver o papai.
Frederico não sabia se vestia a calça ou se abaixava por completo, o fato é que não daria tempo para alcançá-la na porta.
Ele observou como ela jogava um beijo e saía, rindo, do quarto.
Ele observou como ela jogava um beijo e saía, rindo, do quarto.
Um, dois, três... Seis socos em cima do colchão.
Era a segunda vez no mesmo dia que a esposa o deixava pela metade.
Respirou fundo, Cristina que se cuidasse pois a pegaria de jeito e a faria perdi-lhe arrego.
Era a segunda vez no mesmo dia que a esposa o deixava pela metade.
Respirou fundo, Cristina que se cuidasse pois a pegaria de jeito e a faria perdi-lhe arrego.
Teve que recorrer a uma ducha fria para aliviar a tensão.
Aproveitou o resto do dia para inspecionar a fazenda.
Aproveitou o resto do dia para inspecionar a fazenda.
Frederico analisou o bananal, parecia que a praga estava sendo controlada.
— Patrão, não comprei inseticidas mas investi o dinheiro na compra de novas mudas de bananas. Tiramos as plantas infectadas para evitar a proliferação da broca de rizomo e plantamos essas novas... Também fizemos umas melhorias no sistema de irrigação e drenagem da fazenda para deixar o solo mais preparado e resistente a essas pragas — explicou o capataz que chamava-se Benito.
Frederico assentiu, admirando a plantação.
Logo, teriam uma boa colheita e a prosperidade reinaria na fazenda da esposa. Subiu no cavalo e partiu para Olho D'água, almoçou com Ernesto e só voltou no fim da tarde.
Seguiu direto para escritório, acomodou-se na poltrona e fechou os olhos.
Logo, teriam uma boa colheita e a prosperidade reinaria na fazenda da esposa. Subiu no cavalo e partiu para Olho D'água, almoçou com Ernesto e só voltou no fim da tarde.
Seguiu direto para escritório, acomodou-se na poltrona e fechou os olhos.
Alguns minutos depois, sentiu como alguém massageava-lhe os ombros.
— Hum... Cristina, meu amor — ainda de olhos fechados pegou-a pelo braço e puxou a mulher para seu colo.
— FREDERICO !!!!
O fazendeiro arregalou os olhos, perplexo, ao ouvir o grito de Cristina vindo da porta.
A mulher que estava em suas pernas não era a esposa!!
A mulher que estava em suas pernas não era a esposa!!
Continua...
Escrito por: Neiry Miranda

10 comentários:
Iuuuu. Vai pegar fogo. A cris ta tão mal com fred Jr deixando só na vontade.kkkkkkkkk tô adorando
Etchaaa que deu ruim para o Fred!!!! E qnto a cristina, frederico deveria fazer greve para ela aprender. kkkkkk...
Só não entendo porque eles mantêm esse encosto que é Estela. Cristina já deveria ter expulsado essa infeliz. Todavia, admito que a fic está maravilhosa. Por favor não demore para postar mais.
Cristina vai deixar Fred Jr louco e o dono dele subindo pelas paredeskkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Agora lascou como vai sair dessa, e o Fred Jr vai maltratar a Cris vai ser uma confusão dana
Arransando......quero ver a Cristina pegando pesado com.a Estela,coitado do Federico ficou na "mão " kkkkkk
Próximo capítulo urgente por favooooooooooooooooooooooooooooooooooooor
Show muito boa
Estou adorando essa fic, Amo o seu casal tekila, só acho q a Cristina precisa de uma lição, pq por duas vezes no msm dia deixou o pobre do Frederico na mão enquanto ele faz tudo por ela, agora esta na hora dela correr um pouquinho atras dele tb. Kero maaaaaaaaaaaaaais, Bjus
AAaaaaaah, eu aki d nvo, amandoo mto essa fic, e Cris só ta tissando Fred Jr, ai eu falo, se ela nn te quer, eu to querendooo... Vem ne mim Fred Jr... kkkkkkkkkkkkkkk, Amooo Forevermente...
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