Amantes Por Vingança capitulo 2
Capitulo 2
Maria olhou Esteban
com os olhos arregalados, depois que
dele ter dito aquelas palavras tão cheia de significados.
- Me solte! - Ela exigiu. Esteban a
soltou imediatamente.
- Te ajudarei, com teu plano ridículo, mas só porque me
convém. - Disse Esteban, concentrando seu olhar nos lábios de Maria
enquanto falava.
Ela já não estava segura se queria realmente continuar,
estava com medo.
Queria ir embora, mas se ela fosse embora não poderia se
vingar de Gerardo, o homem que tinha machucado seu pobre coração, ela sabia que
quando ele soubesse, que ela vivia na casa de Esteban como sua amante, isso
seria um escândalo, e Gerardo ficaria ridicularizado e também seu pai.
Ela tinha que ficar, não podia ser covarde. E alem do mais
Não podia ir porque não tinha para onde ir, e seu orgulho não sofreria a
humilhação de voltar com o rabo entre as pernas diante de seu pai. Tinha que
ficar, não tinha outra saída.
- Não vai falar nada? Não quero passar o resto da noite te
vendo pensar, Maria. - Disse Esteban, e ao mesmo tempo, conduzir sua mão
pelo lábio dela. - Tem coisas bem melhores a se fazer eu te asseguro..
Maria estremeceu com esse comentário e com aquelas carícias.
- Tem algo que quero te falar.
-O que? - Perguntou ele se
aproximando de sua boca - Anda Fala logo.
Ela se exaltou. Continuava com medo dele.
- Bom, só... Quero te falar, que não permitirei que faça
perverssões com meu corpo, não deixarei você me machucar.
- Você é uma boba, mas uma boba muito excitante. - Le
respondeu rindo, e depois a beijou rapidamente. Maria nem podia ter se
defendido, porque ele a agarrou pela cintura e a puxou com força. Ela não
correspondeu, só deixou que ele fizesse. Ele metia a língua em sua boca, e
movia a cabeça de um lado para o outro bruscamente.
Teve um momento em que Maria se sentiu sem ar.
- Bom, agora é hora de irmos ao meu
quarto. - Disse esteban, agitado, quando a soltou.
Era o momento da verdade. - Se disse Maria, enquanto
passeava o olhar pelo quarto de Esteban. Era bastante grande. As paredes tinham
carpete, e sobre eles quadros muito caros. Os moveis eram finíssimos, e a cama
era enorme. Ela olhou a cama com terror. Será que ele rira machucá-la?
Esteban a havia deixado só. Ele tinha ido para o quarto de
banho, buscar algo.
Deu-se conta de que ele tinha voltado, porque a agarrou por
trás.
- Não sabe o quanto eu te desejei! - Le disse esteban
baixinho, acariciando a orelha dela com a boca.
Maria fechou os olhos, Obrigando seu corpo a se manter alí e
não sair correndo.
Esteban a fez da volta, logo aproximou suas mãos aos botões
de sua camisa de homem, e desabotoou. Quando terminou, Maria não tinha nada por
baixo, e ficou com um dos seus seios descobertos.
Os olhos verdes de Esteban se escureceram de desejo. Logo
sem dizer nem uma palavra a agarrou e começou a apertá-la delicadamente. Maria
para suportar o tomento se segurou em uma cômoda e sua boca se abriu, soltando
um gemido Grave. Esteban começou a apertar o outro ceio agora, só que mais forte
que o outro, e isso por mais que ela odiasse, estava transmitindo algumas
cargas de prazer ao corpo dela.
Por favor, Pare! - Pediu ela, sentindo que iria desmaiar.
Esteban obedeceu, e depois se ajoelhou em frente a ela, e tirou suas calças,
ela por baixo tinha anáguas e essas, ele também tirou.
Maria estava agora, completamente nua diante dos seus olhos.
Esteban acariciou suas pernas desde os joelhos até o meio de suas cochas, e
depois acariciou sua vagina enquanto rodava com o dedo ao redor.
Ela Gemia mais forte, e se agarrou com mais força a cômoda.
Porque sentia como se estivesse caminhando em uma corda bamba? Porque que seu
corpo insistia em responder aqueles estímulos? Isso era indecente, Porque ela
estava permitindo?
Se fez esse monte de perguntas com a pouca consciência que
tinha.
- Já Basta! - de repente ela gritou, movendo-se para que
ele não continuasse toncando-a.
Este a olhou com tristeza, ou era sua imaginação?
- Está bem! - Respondeu ele, se levantando - Eu tinha esquecido que você ainda não é uma mulher madura!
Maria apertou os dentes com Raiva. Esteban depois a agarrou
em um abraço e a levou até sua cama de lençóis brancos.
A deitou. E se livrou de suas roupas. Em seguida se deitou e
se acomodou obre ela. Maria sentiu sua ereção palpitar impaciente por entre
suas pernas.
- Vai doer a primeira vez! Sempre dói, mas eu terei cuidado!
- Le disse Esteban que inclinava sua cabeça para beijar um ceio de Maria.
- Não... Não se preocupe! - Le disse Maria se torcendo
de prazer, por ter novamente a boca de Esteban sucsionando seus seios. - Não Sou Virgem.
Esteban deixou de fazer o que estava fazendo.
- O que você disse?
_ O que você ouviu! Não sou Virgem.
Repetiu Maria sua mentira. Com isso ele não poderia mais chamá-la de imatura.
-você se deitou com Gerardo? - Perguntou Esteban
Furioso, agarrando-a pelos braços, ela não esperava essa atitude dele. Pensava
que ele se sentia melhor com as mulheres que tinham experiência.
- é! Com ele! - voltou a
mentir.
Esteban imediatamente se levantou da cama, e começou a se
vestir.
-Tenho que sair. Me esperam. - Le disse pouco tempo
depois le lançou uma toalha.
- Mas...
- Eu peguei no Banheiro, para que você usa-se quando terminasse.
- Ele a explicou, mas ela não queria saber de onde ele tinha tirado esta
toalha.
- Até amanhã, sei que você deve estar se perguntando por que
estou fazendo isso. Olha me entenda, por favor, a mulher com quem vou me
encontrar agora, não coloca observações na hora do sexo. E você sim, isso é
muito chato. - Falou ele cinicamente. - Vai
ficar pra outra hora. - Depois dessas ultimas palavras ele saiu do
quarto deixando Maria de boca aberta. Que homem estranho, mudava de frio a
calor em um segundo. Bom, pelo menos tinha se livrado ele, pelo menos por esta
noite. Pensou ela, meio confusa ainda.
No clarão do dia, Maria acordou, e sentiu como desorientada.
Demorou alguns segundos para se lembrar porque estava em um quarto enorme e não
no seu.
Agora vivía com Esteban Sanroman, como... Sua amante.
Lembrar esse feito de terror, ainda não sabia como tinha se
atrevido a fazer um tipo de trato desses com esse homem. Mas Gerardo a havia
enganado, e tinha que pagar.
A vingança era doce. Ele não poderia ficar sem castigo
depois de tê-la feito sofrer tanto. - Pensou ela.
-Desculpa se eu a assustei - Disse uma empregada, que
saia do quarto de banho, ao ver que Maria tinha despertado com sua presença.
-Não, não se preocupe -
respondeu Maria envergonhada, abotoando os botões de uma camisa que tinha
pegado de Esteban no baú. Ela tinha que pegar, já não tinha mais roupa, e com a
roupa que ela chegou, estava molhada. A empregada, se limitou a continuar
arrumando o quarto, não disse mais nada.
- Onde esta o conde?
Perguntou Maria, se levantando.
-Não voltou desde ontem, senhor....rita.
Respondeu.
Maria se enfureceu pelo sarcasmo da mulher, mas em fim tinha
que se acostumar, até porque quando a fofoca chegasse até a cidade, seria ainda
pior.
-Não sabe a que horas ele volta.
-Nunca se sabe a que horas! As vezes demora dias sem vir em
casa.
Aquela informação encheu Maria de curiosidade.
-E sabe para onde vai, quando não esta em casa?
A mulher sorriu, achou de certa forma inocente e graciosa
aquela pergunta.
-Onde mais senhora? A protibulos, Cassinos e essa casa onde
vivem as cortesãs. por certo você deve ser desta casa de perdição não é mesmo?
-Não! Claro que não sou, eu sou a filha do Marquês Servando
Withcam - A mulher arregalou os olhos e Maria com um sorriso cínico
conclui: -Bom Melhor do que amante não é verdade?
-Nunca pensei que meu senhor, a conseguisse! Parecia tão
impossível! Até eu mesmo aconselhei que...
A mulher não pode terminar seu estranho comentário, porque a
porta se abriu de uma vez, estava com uma cara horrível de cansaço, os cabelos
bagunçados, e a barba mal feita, como se tivesse crescido alguns centímetros.
Mas estava descaradamente bonito como sempre.
- Vejo que já acordou. -
Disse ele a Maria
-Senhor porque não me disse nada? Eu levei um susto quando
essa criatura me disse quem era.
Esteban fez um sinal com os olhos para que a mulher parasse
de falar e fosse embora. Será que esteban queria ocultar algo? Se perguntou
Maira.
Quando Nancy, os deixou a sós, Esteban olhou destemido a
Maria, ela se sentiu como se faltasse força nas pernas.
-Você fica bem provocativa com a minha camisa. - Ele
disse com uma voz sedosa. -Mas eu já tenho roupas para você.
Ele caminhou até um móvel que tinha no quarto, se inclinou e
em baixo tinha um baú grande. Quando o abriu, Maria viu que tinha montes de
vestidos.
-Ele cabem em você. Escolha um
que você goste!
Eram lindos, e por acaso, eram das cores que ela mais
gostava. Verde Esmeralda e azul Céu e vermelho vinho.
- São lindos. - Disse ela sinceramente, enquanto os
colocava por cima do corpo. Um vestido vermelho -Mas...
De quem são essas roupas? - Perguntou.
Esteban desfez de ombros e a respondeu.
- De minhas amantes que estiveram comigo.
Maria jogou o vestido furioso.
-Espera que eu vista, as roupas de suas amantes? Você esta
louco!
-Não seja estúpida! Você não tem mais o que vestir.
-Eu nunca vou vestir as roupas das suas rameras!
-Maria... Não se faça de
inocente. Porque a final você não é! -Ele exclamou com um tom de voz
mais alto.
-MALDITO! - gritou Maria, Batendo contra o peito de
esteban. Ele a agarrou pelas mãos, a empurrou a fazendoela caminhar para trás e
a jogou em cima da cama, se jogando obre ela em seguida.
-Me solte! -gritou ela.
Esteban a olhou friamente.
-Ontem a noite, eu te disse que não responderia por mim, se
você voltasse a me insultar. Não foi?
Esteban segurou suas duas mãos, com apenas uma mão dele, as
colocou por cima de sua cabeça, e com a outra mão que estava livre começou a
acariciá-la entre as pernas, ela se contorcia instintivamente e soltava altos
gemidos agônico.
_ ME SOLTE ESTEBAN!
-Eu posso te tomar aqui mesmo, e você sabe disso! Se você já
se abriu para aquele ridículo do Gerardo. - Ele movia seu dedo pela
cavidade úmida e pequena de Maria, ele sentia ela se estremecer, agarrou com a
boca um de seus seios, e ela gemia ainda mais forte quando de repente...
Esteban falou: - Mas, me dar sono,
tomar o que o salgado já teve.
E falando isso, a soltou.
e deixou-a ali respirando aceleradamente.
Ela o olhou interrogante.
-Coloque um vestido, e desça para comer. -Ele a
ordenou, e em seguida saiu do quarto.
O que tinha acabo de sentir?
Maria se perguntava sozinha. Sentia algo, oque seria? Deus,
Esteban estava deixando ela fora de si.
Depois de comer sozinha, Maria perguntou ao mordomo, onde
estava seu senhor. Quando soube que ele estava na biblioteca, foi até lá.
Precisa colocar as cartas da mesa.
Esteban estava olhando alguns documentos quando ela entrou.
-Vejo que depois de tudo
que você falou, ainda colocou as roupas. -comentou Esteban,
olhando-a fixamente, com aquele vestido verde que tinha colocado.
-Eu preciso falar com você.
-O que?
-Primeiro sobre nosso trato. Segundo
sobre sua vida sexual.
Esteban arqueou uma sobrancelha, e a escutou.
-Vim aqui para ser sua amante, em troca de fazer ciúmes ao
Gerardo. Então estou cumprindo minha
parte, e você ainda não me quis, Mas deve cumprir a sua parte. Quero que hoje
passeie comigo pelas ruas de Londres para que todos vejam, e também quero que
me leve a noite, em uma exposição de arte, em Bath onde o Gerardo vai estar,
pois sei que ele foi convidado, bom, nós dois fomos. Quero que ele nos veja
juntos.
Esteban a olhou com amargura por alguns segundos, mas depois
sorriu desaforado.
-Acredita que ele vai se importar comigo? Quando vai crescer
Maria?
-Você é insuportável, de verdade.- Disse Maria - Que te
importa, se eu cresço ou não?
-Verdade, não me interessa. - Ele respondeu com um tom
estranho.
Maria ainda completou:
-Quanto a sua vida sexual, quero te pedir que... que deixe
suas amantes, eu não quero contrair uma doença por sua culpa.
-Mas não aconteceu nada com você até hoje, que se deitou com
Gerardo, que estava sempre acompanhado das piores putas de Londres.
-Porque sempre tem que tentar me
machucar? -Gritou Maria, com os olhos cheios de lagrimas, ele sempre
fazia ela se sentir mal, com esse desengano que havia sofrido.
Ele ficou, olhando ela, por um tempo. Ele não parecia mais
engraçadinho, e sim preocupado.
-Esta bem, farei o que você quer. Te levarei onde quer ir, e
deixarei minhas amantes... Mas... Quando eu te tomar, você terá que fazer tudo
que elas fazem. Absolutamente tudo, entendido? - Ele a advertiu, e ela
concordou com a cabeça, mesmo sentindo um frio gelado passando pelo corpo,
perguntando-se o que seria esse tudo que ele queria que ela fizesse.
....
O Marquez Servando Withcam, na cozinha de sua mansão, tomava
um copo de café para ver se tirava um pouco da ressaca. Tinha chegado a pouco
tempo da casa do seu futuro genro. A festa tinha sido longa, e bastante animada
deveras.
-Esposo, me avisaram que você acabou de chegar.
Disse uma mulher elegante, que entrou na cozinha.
-Sim Carmela. -Respondeu ele.
Carmela ficou ali parada, nervosa o olhando.
-Ta bom, o que você quer mulher? - perguntou o marques
ao observá-la nervosa.
-É sobre nossa filha... ela...
-Tudo o que ela tenha te dito, é
mentira... - Disse Servando com em alto volume, crendo que Maria tinha
contado a sua mãe. sobre seu ato de infidelidade.
-O Que?
Perguntou ela confusa, e quando viu, que não teria uma
resposta imediata, concluiu - Não sei do que esta
falando, Servando. O que eu estou tentando te falar, é que Maria fugiu de casa.
Servando se levantou imediatamente da cadeira
-Como? Como assim fugiu de casa?
- Sim! -Carmela levou as mão ao roto soluçando em
lagrimas. -Essa manhã Fui ao seu quarto e ela não
estava La.
-Mas onde ela pode ter ido? - Ele se perguntou confuso.
-E isso não é o pior esposo, Falei com Davinci, e ele me
confessou que ontem a levou a mansão Sanhoman
-O QUE?- Gritou irado
servando, negando com a cabeça - Que demônios ela foi
fazer lá?
-O Davinci me contou... que... que minha filha... que agora
ela seria a amante desse homem.
Servando ficou mudo por um instante, e logo gritou em fúria:
- Desta vez sim, desta vez matarei
Esteban Sanhoman.


6 comentários:
História maravilhosa,ameii,continua
Quem é o autor ?
Continuaa...formidável essa história
Logo logo, tem mais.
Com certeza. Obrigada por acompanhar.
Adoreiiiii divino ,quando sai o próximo ?
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