Amantes Por Vingança capitulo 4
Capítulo 4
Esteban, ao meio dia do dia seguinte, voltava para sua casa.
E na porta estava seu mordomo prestativo.
-Quais as novidades
Fransua? - Perguntou Esteban, quando pôs o primeiro pé no terraço.
-Bom, quase nada senhor, só que ontem a noite veio o Marquês
Withcam exigindo falar com o Sr.
-Ah então esse velho
veio até aqui? mmm que interessante. - Disse Esteban.
-E Maria, onde esta?
-Perguntou ele, mudando de assunto.
-A Senhorita wthcam esta em se quarto Sr. E continuou
entrando.
-Já esta me enlouquecendo
hoje por mais de 7 vezes me perguntou se o Senhor ja havia chegado. Acredita
que também me pediu os nomes dos lugares onde o senhor vai, para ir até la buscá-lo?!
Esteban ficou desconcertado com o que tinha acabado de ouvir
do seu mordomo. Não imaginava a Maria nesses lugares. E sem dizer nada mais,
subiu as escadas, e foi para o seu quarto. Quando entrou encontrou Maria se
penteando de frente ao espelho da cômoda.
-Para que você estava
me procurando? -Ele perguntou sem nem se quer dar bom um bom dia.
Maria girou com rapidez, mas ele estava de costas. Esteban
virou-se, e eu vê-la de frente, percebeu que seu vestido vermelho vinho que ela
tinha colocado no outro dia, ficava lindo nela, e bem justo nos seios de Maria,
E isso o deixou abismado.
- Talvez porque precisava - Foi a resposta que Maria le deu,
e ficou ali o observando um tempo, notou que ele não estava mais com a mesma
roupa do dia anterior e que estava muito bem penteado. Se notava que onde ele
estava, estava como em sua casa. Quem seria a amante de Esteban? Uma puta
qualquer? Alguma viúva? ou alguma mulher casa? se perguntava Maria.
-Para quê precisava
de mim? -Le perguntou o Conde, tratando de desviar o olhar do seu exuberante
decote.
-Esteban, ontem
quando estávamos na exposição, meu pai veio aqui. Ele queria me levar com ele,
eu sei, e se você estivesse aqui comigo, ele não teria conseguido, seria muito difícil
conseguir.
Ele riu com a risada típica de sarcasmo.
-Você é um imatura, bom...
pelo menos para algumas coisas, claro. -Ele disse lançando novamente o olhar
para o decote de Maria.
-Se você quer ficar
aqui, seu pai, não pode te obrigar a voltar a sua casa. você é suficientemente
grande para decidir o que quer fazer da sua vida. Se bem que eu não ficaria mal
se você fosse embora. Perdoa aquele imbecil do Gerardo e tudo vai ficar bem.
-Eu te incomoda aqui
Esteban?
-Você sabe que não me desperta nada. - Mentiu, mas ele se
entregou não pôde evitar olhá-la completamente, e principalmente aquela parte
perfeitamente medida de seu corpo. Seus seios eram lindos.
Parecia como duas frutas maduras, prontas para o deleite de
seus lábios.
-Porque você mente
Esteban? Porque você fala que não me deseja, e agora mesmo esta me devorando
com os olhos? -perguntou Maria, tentando se tapar.
::Maldição, ela se deu conta:: - Imaginou Esteban.
-Sou Homem querida.
Somos seres cheios de prazeres carnais, olhamos para qualquer mulher. -Ele se
explicou não muito convenientemente.
Maria não comentou nada sobre isso, só ficou observando-o.
Esteban a olhava com um olhar escuro e perigoso. Ela se sentiu tão assustada
como um cervo, quando se aproxima um leão.
O que se passou em seguida, foi tão rápido que ela não soube
como raciocinar: Esteban a agarrou pelos braços com força, e a atirou em sua
cama, e se pôs em cima dela.
Depois desabotoou descaradamente seu vestido pela parte de
cima, e baixou um pouco, a ultima parte que cobria seu busto. Quando ele teve
seus seios ali, cravou sua boca neles, sugando como se faz com uma boa fruta, e
o outro seio, ele dava atenção com a outra mão, apertando suavemente.
Maria se contorcia de prazer, enquanto recebia aquela doce
tortura.
-Você é minha, só
minha -Rugiu ele, agora metendo as mãos por entre a parte de baixo de seu vestido.
Maria sentiu seu membro endurecido em sua perna palpitando,
próximo a sua feminilidade, e soltou um leve grito, temendo alertar o pessoal
da mansão do conde.
-Esteban...
Ele a acariciou ousadamente com os dedos, agora com a
ansiedade ele beijava e seccionava os seus seios.
-Pare... por favor...
pare... eu estou ficando estranha... -Implorou Maria.
Seu Corpo estava se contorcendo,
era a mesma senssação da ultima vez, mas agora estava muito mais forte.
Seu corpo se convulsionava, e então Maria gritou desgarrada,
havia chegado ao orgasmo pela primeira vez, graças as habilidades de Esteban
como amante.
Esteban olhava Maria, estava jogada na cama, parecia que
nunca havia sentido um orgasmo, estava tremula. Ele amaldiçoou Gerardo por ter
feito ela sua mulher, e ter sido tão egoísta., sem dar - le o prazer que ela
merecia.
-Porque me aconteceu
isso? -Perguntou ela com cochicho. -È impressionante.
-É o que nos homens
procuramos com as putas querida, é o ponto máximo do prazer. por acaso, Gerardo
não fez você se sentir assim, quando você se deitou com ele?
"se nunca me deitei com ele." -Ela ia falar. Mas
teve medo de que ele a matasse, depois de saber que ela mentiu quando disse que
não era mais virgem.
-Não. -Foi a resposta que ela deu.
-Pois é um péssimo
amante -Ele riu. -E você ia se casar com ele, que grande vida de insatisfação
você teria não?1
Maria apertou os punhos. Porque sempre tinha que rir dela?
Pelo amor de Deus, acabaram de ter um momento intimo, ao menos por esse momento
ele podia deixar de atacá-la.
-Eu não estou vendo
graça.
-Eu sim - Disse ele,
ainda mais risonho, e escutaram, quando bateram na porta. Era Nancy a
empregada, anunciando que eles tinham visitas.
Quando desceram a sala de estar, se depararam com Servando
Withcam e Gerardo Salgado. Maria se segurou no braço de esteban, e e levantou o
rosto mesmo se sentindo frágil e com uma pequena dor no ventre. Mas trataria de
disfarçar que estava bem.
-Que desejam
cabaleiros? - Perguntou Esteban aos dois homens.
_Algo que nos
pertence- Respondeu Servando, apontando para Maria.
-Por Deus papai, eu
não sou algo, sou uma pessoa, e alem do mais não pertenço a ninguém. - Disse
Maria, lembrando que Esteban havia sussurrado em seu ouvido quando estavam no
quarto, de ela era dele.
Servando se aproximou a Maria e a segurou com força e
violência.
-Em que você estava pensando,
quando veio para esta casa? Você não se da conta que esta sujando o nome da
nossa família?
-Solte-a! -Exigiu
Estaban com sua voz grave. Servando a soltou, e Maria correu para traz de
Esteban. Essa reação mostrou a Esteban uma coisa, Maria antes já havia sido
maltratada pelo seu pai, e não tinha sido só com palavras.
Olhe bem Sanhoman, eu recomendo que não se meta, eu já te
falei isso uma vez, e agora eu repito, afaste-se de minha filha, você é um
bastardo, que nunca vai chegar a altura dela.
-Seu pai havia dito a
Estaban que não se aproximasse dela, porque o chamavam de bastardo? –Se perguntou
Maria
Esteban sorriu e perguntou sarcástico:
- E quem chega a
altura dela? Esse covarde que se quer abriu a boca desde que entrou aqui?
-Não permito que
chame assim - Se defendeu Gerardo.
Maria nesse momento voltou sua atenção para ele. O amor de
sua vida, frente a Esteban,parecia uma criança de colo. Enquanto Esteban era
seguro de si mesmo e viril, Gerardo era um covarde. Não havia comparação, Mas
ao mesmo tempo ela pensava, o quanto amava a este estúpido que a traiu.
-E o que você vai
fazer, para me impedir de te chamar como eu quiser? -Deu um passo a frente
Esteban.
-Maria, este homem não te convém, é um sem verginha... volte
comigo e seu pai, eu estou disposto ate perdoar.- Pediu Gerardo entre lagrimas.
Ela ficou olhando para ele, destemida. Quem sabe ela queria perdoá-lo
pensou Esteban furioso.
-Você vai com ele? Ou
fica aqui comigo? -Perguntou Esteban.
Maria não disse nada.
-Bom, se quiser ir, a
porta esta aberta.
Maria se fazendo de mulher apaixonada, se segurou em seu
braço outra vez - Não Querido, eu não vou, eu fico aqui com você... - Sorriu e
o beijou no rosto. E fez tudo isso para fazer ciúmes a Gerardo. Esteban apertou
os dentes com raiva. Servando se sobressaltou e ia se aproximando de Maria, mas
Esteban sacou uma adaga, e pôs em seu pescoço.
-Senhor, Eu o recomendo que saia da minha casa, Não estou
com ânimo para matar ninguém hoje.
Servando deu um passo para traz, logo ele e Gerardo saíram
da casa. A havia comovido a forma como Gerardo havia le pedido perdão, mas ela
não podia perdoá-lo jamais.
-Queria perdoá-lo não mesmo? sei que estava louca para isso,
você é uma estúpida. - Falou Esteban furioso agarrando Maria pelos braços.
-O que te passa homem.
-Sim, é isso que você
é, uma maldita Estupida. Esse homem e nem se quer pode te dar um orgasmo e você
o quer como uma tonta.
Maria o olhou firmemente -Se eu não te conhecesse, diria que
esta com ciúmes.
Esteban saltou para traz.
- è, parecia!
-Calada! -Ordenou
Esteban, logo a soltou bruscamente e foi para biblioteca. Maria ficou muda. E
agora? o que acontece com ele? Ela queria saber o que se passava em sua cabeça,
para se portar tão estranho.


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