Amantes por vingança Capitulo 6
Capitulo 6
Esteban
bebe o 4° copo, a porta se abriu.
-Pode entrar. - ele disse sarcástico, ao ver
Nancy entrando de uma vez sem pedir permissão.
A
mulher nem se quer deu atenção ao sarcasmo do Conde.
-Preciso falar com o Sr. - Falou Nancy,
sentando-se na cadeira em frente a ele.
-Fala
então. - Disse Esteban fazendo um gesto com a mão.
-Ontem não tive tempo de perguntá-lo... quero
saber como é isso, que a senhorita Maria é sua amante.
Ele
deu de ombros e respondeu despreocupado.
-Não
é a primeira vez que tenho amante, Nancy. Não vejo nada de estranho nisso.
-Mas
ela não é qualquer mulher, é decente, não é uma outra como aquelas que você se
mistura, e alem domais o senhor a am...
-Não continue... -advertiu Esteban- ta bom, vou
te contar... Maria é minha amante por uma trato de vingança.
-Trato?
-Sim, seu noivo a enganou e ela que se vingar
dele, e assim ela virou minha amante.
Nancy
negou com a cabeça.
-Mas
esse jogo vai acabar por fazer mal a vocês, e principalmente o senhor, o senhor
talvez seja quem mais saia machucado.
Ele
sorriu.
-Por
favor Nancy, machucado eu? Não. Jamais Eu gozo muito dos favores que ela me
fará em troca, tudo o que eu pedir, se eu a apoiar em seu estúpido plano. Diga,
eu estou levando a melhor parte do trato não? Tenho um corpo grátis.
Ela
o olhou preocupada.
-Falarei
com a Senhorita Maria e le direi a verdade.
-
Não se atreva, estou te avisando Esteban a ameaçou, com olhar enfurecido.
-Mas
ela....
-Não
vai dizer nada! - Ele gritou a Nancy, e ela concordou com a cabeça, e foi
embora, o deixando sozinho.
Esteban
levantou uma mão até a cabeça e penteou os cabelos com os dedos. - Maria não
pode saber nunca! - Pensou.
A
noite, enquanto jantavam na sala de jantar da mansão Sanhoman, Maria analisava
a atitude que Esteban havia tido a tarde. Se ela não soubesse que para Esteban
só interessa as mulheres para fazer sexo, Juraria que ele ficou com ciúmes,
quando ela duvidou se perdoava ou não Gerardo. Mas isso seria um absurdo. - Se
repreendeu Maria. Esteban Com ciúmes? Ela tinha certeza que em sua vida, ele
nunca teria sentido ciúmes de uma só mulher.
Porque
pensa tanto? Perdoa o idiota do Salgado a já. -Esteban disse, quando entrou na
sala de Jantar e viu Maria pensativa.
Se
ela por acaso, em algum momento duvidou que Esteban estaria com ciúmes, após
este comentário esqueceu completamente. Maria riu de si mesma por pensar uma
besteira desse tamanho. Para Esteban tanto fazia.
-Não vou o perdoar -Esclareceu Maria,
olhando-o ele estava com uma roupa muito elegante, parecia que iria sair. E já
se imaginava o que iria fazer.
-Sim Claro. - Se queixou Esteban.
-Pare
de rir de mim, eu já estou ficando farta. - O gritou Maria se levantando da
cadeira onde estava.
-Já
deixe de se histérica, Não é para tanto.
-Sim é para tanto, não perde a oportunidade de
me atacar, até essa tarde quando estivemos... quando estivemos juntos, você riu
de mim.
-Você se envergonha de dizer que tivemos sexo?
-Ele perguntou, e ela ficou vermelha na mesma hora.
-Bom ainda que não tenha sido sexo,sexo de
verdade- disse ele se aproximando sua boca da dela - Porque eu te juro, se
tivéssemos feito, agora você não poderia ter saído se quer da cama.
Ele
ia beijá-la, Maria sentiu isso, quando ele começou a acariciar seu lábio
inferior com o polegar e segurando pouco a pouco a sua nuca com uma mão.
-Ainda que eu esteja sendo sincero, eu
continuo sem gostar da idéia de tomar uma mulher que tenha pertencido aquele
mequetrefe do salgado, não sei... me da...
Ele
a saltou bruscamente e não disse mais nada. Mas Maria sabia o que ia dizer:
"Nojo" e se sentiu humilhada.
-Maldito... - sussurrou ela sentindo as
lagrimas queimando seus olhos.
Ele
mais uma vez sorriu, caminhou até a porta, deu meia volta e advertiu Maria -
Não me procure.
Mas
ela não fez caso daquelas palavras. Ela o seguiu em um carro de aluguel, e
agora se encontrava de frente a uma casa de dois andares, ela precisava saber
quem era a amante de esteban, ou quais eram. A curiosidade a matava, a
curiosidade e outras coisas mais, outro sentimento que ela não entendia... era
como uma raiva. Ela se disse, que talvez estava assim, pelo fato de Esteban se
deitar com qualquer uma e depois quando quisesse se deitar com ela, a
contagiaria com algo mal. Sim era isso.
Quando
quase entrava ao local de perdição, os homens que conversaram na entrada a
trancaram.
-Onde vai, delicia? -Le perguntou um.
-É, eu...
-você
vai a uma entrevista com madame Alba, para que ela te dê trabalho? - Le
perguntou outro.
-Sim,
sim... - Respondeu ela sem saber, e a deixaram passar. Dentro ela pode ver o
ambiente mas pecaminoso que poderia existir, Homens e mulheres se acariciando e
se beijando, e mulheres nuas dançando sobre a mesa de metal onde os homens le
jogavam dinheiro.
Ela
levou as mãos a boca, quando viu em um canto, Esteban sentado em uma mesa,
junto a uma mulher muito bonita.
Ela
se aproximou mais três passos e pode ver que essa mulher o acariciava e chupava
seu dedo, com sensualidade, e ele le lançava olhares de cumplicidade.
Ela
o amaldiçoou, como Ele podia dizer que tinha nojo de se deitar com Maria, se
estava com uma puta, tão baixa classe como aquela. Que se deita com meio mundo?
Tinha
vontade de se aproximar e gritar, mas sentiu de repente que alguém a agarrava e
a empurrava contra a parede. Era um homem bêbado.
-Este deliciosa- Ele disse, tentando beijá-la.
Maria
o afastou com a perna, e tentou correr para perto de Esteban, mas o homem a
agarrou pelos cabelos. Ela gritou, e chamou a atenção de muitos homens no local
e vários a ajudaram a tirar esse homem de perto dela.
Esteban
ouviu o escândalo que tinha e se aproximou para ver o que estava acontecendo.
Viu, que um guarda costas do local, estavam tirando a golpes um bêbado do
lugar, e uma mulher com a cabeça baixa meio tonta. Madame Alba, a dona do
local, estava junto a ela tentando falar com ela.
-Nem uma mulher, ainda que seja puta, merece
ser violada. - Comentou alguém na multidão, Esteban sentiu alguma coisa
estranha no peito, quando a mulher levantou a cabeça. Era Maria.
Ele
se aproximou dela rapidamente. Ela não disse nada, só o abraçou.
-Ele
te violou? -Ele perguntou com a voz mansa, como nunca.
Maria
negou com a cabeça.
-Conhece esta mulher? - Perguntou Madame Alba
a Esteban.
-Sim
é Maria - Ele a respondeu, tendo a Maria em seu peito. Ela não chorava, e não
ficava calma.
-Ah Maria, é você?
Esteban fez um sinal com a cabeça, para que
não falasse nada. E em seguida perguntou a Maria quem havia tentado abusá-la.
Ela o respondeu. Ao ter a informação, saiu do local, com Maria entre seus
braços. Quando a colocou em sua carruagem, saiu de La.
Onde
vai? - Ela perguntou, voltando a si de repente.
-Volte para casa com Harry agora, mas tarde eu
chego. - Ele disse se esquivando de sua pergunta.
Então
quer dizer que o Sr. Withxon tinha atacado a Maria. Esteban entrou em uma
taberna onde sabia que iria estar o maldito bêbado. Quando o viu, em uma mesa
imediatamente foi até lá. Os seguintes minutos que passaram foi de golpes e
mais golpes. Esteban o golpeava com tanta raiva que tiveram que tira-lo de cima
do homem.
Chovia,
com trovões estridentes, quando esteban entrava na sala de sua mansão. Já era
muito tarde, tomara que Maria já esteja dormindo e relaxada. -Rezou ele. Mas se
deu conta que estava mais acordada do que nunca ao vê-la descer as escadas.
-Chegou. - Disse Maria com alívio.
-Sim,
se sente melhor?
-Sim. -respondeu ela, pouco nervosa.
-Você
se da conta que fez uma estupidez me seguindo? - Ele disse olhando-a com
dureza, quando ela estava de frente com ele.
Maria
concordou.
-Poderia ter te estuprado -Ele falou sentido.
-Não fez. -Sussurrou ela.
-Vai
para a cama. - Pediu Esteban e deu meia volta. ia para a biblioteca descansar,
mas sentiu uns dedos frágeis agarrando seu braço.
- e... onde você vai? -Perguntou Maria
tremendo.
-A
biblioteca. -ele respondeu soltando-a.
-Posso
ir com você?
-Vai
dormir Maria...
-Esteban
tenho que te falar uma coisa. Ela sabia que ele iria rir dela. E falaria que
ela é uma boba, imatura e tonta.
A
esteban o invadiu, uma sensação de pânico repentina, será que aquele imbecil
tinha violado a Maria?
-Fala. - Ele falou exigindo.
-Olhe...
eu...
Nesse
momento, houve um trovão violento, Maria se agarrou ao peito de Esteban,
tentando se esconder. Bem agora estava esperando a risada dele, como sempre.
-Você tem medo de raios?
-Sei que você pensa que sou estupida, mas sim,
eu tenho medo. -Disse ela levantando o olhar, esperando encontrar por aquela
risada, mas não, ele estava sério.
-É isso que você queria me dizer.?
-Sim.
Esteban
sentiu um alívio imediato, e logo começou a acariciar os lábios de Maria.
-Você quer que eu fique com você no quarto
para que não sinta medo?
Ele
perguntou com a voz roca e baixa.
Ella
concordou com a cabeça.
-Sei
de uma coisa que podemos fazer para que você esqueça os raios.
Ela
sentiu terror pelo seu comentário.
-Esteban...
Esta
noite eu cobrarei, o que você me deve. - Ele informou e depois a beijou
invadindo sua boca com a língua, uma mão por traz de seus ombros, e a outra
tomando suas nádegas possessivamente.
Maria notou
Esteban, parado de frente a ela a tirando a roupa, Se desfez de seu casaco, de
toda a roupa, em fim. Estava nu.
Maria o olhou
com atenção, como poderia se deitar com ele, e não dar atenção?. Esteban tinha
um corpo de sonho. Era musculoso, era esbelto e tinha umas pernas divinas. Ela
parou seu olhar entre as pernas de Esteban, e ficou boquiaberta, Essa não, o terror
tomou conta dela, ela tinha que falar - le logo que ainda era virgem. Havia
decidido quando entraram no quarto que não iria falar nada. Ela já havia se
convencido, de que ele nem ia se dar conta, que ela era inocente... Mas depois
de ver o que talvez em não muito tempo a frente, estaria dentro dela...
-Gosta do que ver Maria? - disse Esteban que
não esperou a resposta e já se jogou por cima de Maria.
Maria sentiu
a dureza em suas partes intimas. Estava a pronto para preenche-la.
-Que foi?
-Espere um momento tenho que te falar algo.
-Tranqüila. Você nem vai se lembrar dele,
enquanto fazemos.
O que Esteban
estava pensando, que ela tinha medo, por Gerardo?
Esteban
moveu-se e empurrou um pouco com as cadeiras...
-Não Esteban Espera... sou virgem... nunca me
deitei com Gerardo.
Esteban
saltou da cama.
-O que você disse?
Ela se sentou coberta com o lençol da cama.
-Sim Esteban,
sou... sou virgem.
Esteban ficou
perplexo, e logo a abraçou.
-Porque
mentiu Maria?
-Eu... você... me falava imatura... eu.... queria...
-Me disse para não tocar-la!
Claro você
sabia, iria me tirar a vontade se me falasse que tinha ido pra cama com ele.
Esteban a
soltou.
-Não Esteban,
escute-me eu fiz...
-Cale a boca
Maria. porque brinca comigo? Porque você fez isso? Não sabe como fez eu me
sentir. Eu te...
Se calou, e
rapidamente começou a se vestir.
-Esteban não
se vá, por favor, por favor...
-Pediu Maria
levantando-se e o agarrando pelo braço. - Só tenha cuidado, só isso. Eu quero
você.
Me solte!
-Gritou Esteban, que logo a empurrou e saiu do quarto.
Ela não sabia
porque, mas duas gostas pesadas, saíram de seus olhos. Ela chorou...
Após aquele
dia, se passou 1 , e outro, e outro, então completou 3. E Esteban não mais
voltava a mansão.
-Não posso mais Nancy, tenho que ir atrás
dele. -Dizia Maria, desesperada.
-Nancy
sentada em uma cadeira frente a ela, no jardim de tras da casa.
-Eu sabia que
isso acabaria mal senhorita Maria, você deve sair da vida do conde... el...
-Ele o que Nancy? -Perguntou Maria.
-Nada no faça
caso. -Respondeu a mulher, e depois a deixou no Jardim.
Maria ficou
pensativa.
Graças a Deus
tenho a Nancy, se não eu teria ficado louca nessa mansão. Ela havia se tornado
uma grande amiga e conselheira.
Onde esteva
Esteban? Era a pergunta que rondava sua mente, tinha que saber porque ele tinha
ficado daquela maneira, a 3 dias e meio atrás. "Não sabe o que eu
senti?" e também queria vê-lo para pedir desculpas por mentir, ela nunca
havia mentido tão descaradamente.
Iria buscá-lo,
ela se decidiu. Começaria pelo prostíbulo onde ela foi aquela noite.
As 10 da
manhã, já estava na porta do tal lugar.
-Vocês viram o conde Sanhoman? -Perguntou
Maria a os dois guardas, que guardavam a entrada. eram outros, e não os mesmos
aquela noite.
-Você é puta?
-Le perguntaram, sorrindo.
-Sou uma amiga. -Maria respondeu séria.
-Senhorita,
não o vimos. -Falou o outro, bem mais amável.
-E madame Alba? - Perguntou Maria. Ela Havia
observado aquela noite, que eles eram amigos. Talvez ela soubesse de algo.
-Ela Não esta aqui, mas pode encontrá-la em
outro negocio, o palácio das cortesãs. Fica em Kellowng street - Le respondeu o
moço mais educado.
Maria tocava
a porta do palácio das cortesãs. e abriu uma jovem muito fina. Parecia ser da
alta sociedade. Se não soubesse a que ela se dedicava, teria confundido.
-Procuro por
Madame Alba.
Em poucos segundo saiu Alba.
-Maria, como
esta? - Perguntou Alba, dando um beijo.
-Venho...
-Procurar pelo Esteban - Respondeu por ela.
-Ele esta la em cima, segunda porta a direita.
Maria subiu
as escadas.
Quando entrou
no quarto, o viu dormindo, com poucas roupas.
No chão
haviam roupas de mulher e copos vazios.
Maria sentiu
seu peito se comprimindo. Esteban tinha passado três dias com mulheres bebendo.
E ela sofrendo. Sofrendo cada noite, com saudades das ironias dele.
Sim porque
ela ja sabia: Deseja esta com ele, ele havia a transformado em uma mulher
quente e desejosa. Maldito.
Esteban virou
na cama e acordou.
-Que demônios faz aqui? - Ele perguntou
levantando-se.
-Vim buscá-lo.
Tem que voltar pra casa, não pode continuar assim.
Ele se
espreguiçou um pouco.-Saia, não se meta em minha vida.
-Esteban, quero que volte.
-Para que? por acaso seu papai, foi até a casa
em minha ausência, tentar te levar embora?
-Não, nem se quer apareceu.
_Então?
-Só quero que
volte e que me desculpe. Seguiremos com o plano, e eu cumprirei minha parte com
responsabilidade.
-Estebam
sorriu - Mas se notava que não tinha graça.
- Claro para,
você precisa de mim para isso. Para dar ciuminhos no imundo.
Ela também o
necessitava para tirar do afogamento em que seu corpo se encontrava de desejo.
Mas jamais ela diria isso a ele.
Olha só no que
ela estava metida.
Amava um
homem, mas deseja loucamente outro.
Ela perguntou
a Esteban.
Esteban, o
que queria dizer. "Não sabe como me senti"?
Era uma piada
da sua imaginação fértil, ou Esteban realmente estava tenso após aquela
pergunta?
-Nada, não quis
dizer nada. -Respondeu Esteban. Dando pouca importância.
-Mas você disse...
-Olha Maria,
não tenho vontade de falar estupidez com você, saia daqui!
Ela apertou
os punhos.
-Imbecil!
Ele a agarrou
pelo braço.
-Vá embora. Não entendeu ainda, que eu não quero
falar com você?
Ela se soltou
dele e lançou um olha de raiva, saiu do quarto.
Sinceramente
ela o detestava quando ele ficava assim. Bom, ela não iria ficar insistindo. Se
ele queria ficar, que ficasse. Ela não ia implorar.
Enquanto
descia as escadas Maria ouviu a voz de uma mulher. Quando se virou, viu uma
moça alta, de pele cor de canela, e olhos felinos, que disse seu nome como se a
conhecesse.
_Há, então você é a famosa
Maria? Não tem
nada de especial. -Ela olhava Maria da cabeças aos pés -Eu não entendo, o que
ele vê...
-Você estaria
sendo grosseira? - Falou Maria, interrompendo a moça. Ela já não estava muito
bem, após as criancices de Esteban, para agora aguentar o fala, fala de uma
desconhecida.
-Sim! não esta enganada querida! Estou sendo
grosseira.
-Perdão, mas
estou sem tempo para isso. -Respondeu Maria e começou a descer as escadas.
-Você é muito pouca mulher para o Esteban.
Maria girou a
cabeça e a olhou na cara.
_Quem é você?
-Sou Fabiola, a Amante do Esteban. Seua
cortesã! - Le respondeu a mulher, se movendo com sensualidade.
Maria sentiu
dores no peito de tanta raiva. Então aquela era a amante do Esteban Bom, uma
das tantas.
-E foi com
você que ele passou esses dias? -Perguntou Maria apertando os punhos.
-Claro, com
quem mais seria? -A mulher outra vez se movia sensual -A Esteban, só o
enlouqueço. Ele costuma me falar que eu sou linda como uma Deusa.
A ela jamás
Esteban havia feito se quer um comentário tão bonito. -Lembrou Maria e encheu
ainda mais de raiva e de ciúmes... ciúmes? de onde saiu essa palavras? Ela não
poderia ter ciúmes, ela nem amava a Esteban.
-Tenho que ir - Disse Maria. se sentia tão
afetada que queria sair dalí o mais rápido possível.
-Espera!. -Maria parou por um momento, - Vou
te dar um conselho, se afaste de Esteban. Ele é um homem muito quente e a você
logo se nota, que não sabe de nada sobre homens. Alem do mais ele me me falou
que você é muito fria, e egoísta com ele. Disse que nem se quer você o
acaricia. Maria ficou perplexa. Nunca havia se dado conta disso realmente. Era
verdade, ela nunca havia acariciado a Esteban. Ele sempre dava sem receber nada
em troca. Ao mesmo tempo se enfureceu imediatamente, quando lembrou, ele falava
dos dois, para essa mulher, coisas que deveriam ser segredo. Que só deveriam
saber ele e ela.
-Não preciso
dos seus conselhos. eu ficarei junto ao Esteban quando eu quiser -Respondeu
Maria.
-Bom não invente de se apaixonar. O Esteban
não gosta de compromissos. As mulheres para ele, só significam objetos sexuais.
Ele não sabe amar, e você poderia acabar machucada...


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