Amantes Por Vingança

Capítulo 1






Maria deitada em sua cama, olhava a sua empregada, colocar o vestido de noiva novamente em seu lugar.
Ela tinha acabado de provar, estava perfeito.
Não podia acreditar. Em uma semana, se casaria com Gerardo, o Homem ao qual, amava com todo seu coração.
Será que existia uma mulher mais feliz que ela?

 - Senhorita, precisa de mais alguma coisa? - Le perguntou transito, tirando ela de seus pensamentos mais profundos.
Ela por sua vez, só negou com a cabeça. Transito caminhou até a porta.
Maria, quando a viu sair, fez um gesto de alívio. Em fim, tinha ido embora, Graças a Deus.
Agora sim, poderia fugir, para a casa de Gerardo, para fazer uma surpresa.
Levantou, e procurou a roupa de homem, velha, que tinha roubado de seu pai, rapidamente, ela se vestiu.
E cuidadosa saio de seu quarto e teve toda a atenção por onde andava, para não fazer se quer um mínimo barulho enquanto caminhava em passos leves.
Foi para a cozinha, e fugiu pela porta de traz da casa. La fora esperava O Cocheiro, um senhor de suficiente idade, que era o seu grande cúmplice em tudo.
 - Ai senhora Maria, o que fará seu pai com você. - Comentou o Seu Davinci, entre risadas, enquanto iam entrando na escuridão nas ruas de Londres.

Quando chegaram a casa de Gerardo, a mais Luxuosa de toda a cidade encontraram o portão aberto de canto a canto, coisa que Maria, achou muito estranha.
Seu Davinci entrou na propriedade, mas não puderam seguir em frente, porque estava cheio de carruagens.
Parecia que Gerardo tinha muitos convidados.
 - falou Maria, que sem poder evitar, desceu da carruagem, e entrou na casa, para averiguar o que seu noivo estava fazendo. Quando colocou o primeiro pé na casa, os odores de tabaco, e perfume barato de ramera a deixaram tonta, desnorteada.
Maria olhou por toda a sala, em casa quina tinha um casal, fazendo sexo. Era uma orgia, Jesus. Na casa de Gerardo, Do seu doce Gerardo.
Seus olhos verdes se arregalaram, quando viram seu pai. O Marques Servando Withcam, sentado com uma "DAMA" em seu colo, em um dos degraus da escada, ele a acariciava intimamente!
Não Podia acreditar! Seu pai, estava enganando sua mãe. Como era possível que Gerardo permitia essa classe de coisas em sua casa.
Ela estava certa, quando o visse, iria repreendê-lo... Segundos depois, o viu... E desejou não tê-lo visto nunca. Estava debaixo do seu piano Favorito, nu, junto a uma mulher. E os dois riam muito enquanto transavam ali mesmo.
As lágrimas ameaçavam cair dos olhos de Maria, mas ela as conteve, enquanto caminhava onde estava Gerardo. Ela ia enfrentá-lo para que ele soubesse que ela tinha visto tudo.
 -Grandiosa celebração, Gerardo - Ela disse com sarcasmo, inclinando-se para que ele a escutasse.
Gerardo abriu os olhos como se fossem sair da cara. Levantou-se rápido.
 - Ma... Maria, que... Que faz aqui... E vestida assim...
 - Eu vim te visitar, mas eu já vou. Já percebi que você já tem companhia - respondeu Maria friamente, mas ela estava morrendo por dentro.
 - Eu... Isso... Não... Não é o que você esta pensando...
Ela não queria continuar escutando, caminhou até a porta, mas Gerardo a segurou pelo braço.
 - Maria...
 - Solte-me idiota! - Gritou Maria, que já não tinha como ficar tranquila, e calma.
Os violinistas que estavam tocando a musica pararam. As poucas pessoas sobrias que haviam, concentraram a sua atenção em Maria.
 - Perdoe-me Maria... Isto... Bom, entenda-me, só me despedia da minha vida de solteiro. - Suplico Gerardo.
Mario sorriu freneticamente, e as lagrimas não podiam mais segurar.
 - Te perdoar? Quer que eu te perdoe?... NUNCA! NUNCA!
 - Mas vamos nos casar.
 - Não Gerardo eu nunca vou me casar com você. Você me do nojo.
 - QUEM DECIDE COM QUEM VOCÊ SE CASARÁ SOU EU. GAROTA ENDEMONIADA.
Disse uma terceira voz. Era seu Pai. Don Servando.
 - Você não vai dizer nada sobre a minha vida, traidor - Gritou Maria, com raiva.
 - CALADA!!
 - NÃO, EU NÃO VOU ME CALAR... TE VI ENGANANDO A MINHA MÃE.
Então servando bofeteou Maria com tanta força, que seu lindo e delicado rosto estava sangrando.
 - você se casará com Gerardo, e não dirá nem uma só palavra a Carmela sobre mim. Entendeu? Se não eu expulso você da minha casa.
 - Então, eu saio. - Repondeu Maria com raiva, e em seguida saiu correndo da casa de Gerardo.
E nem seu pai, muito menos Gerardo, tentaram impedi-la, os dois pensava que ela não estava falando sério. Ó estava chateia.
Estavam seguros que no dia seguinte, ela estaria lá em sua casa, como todos os dias.

Maria chorava na carruagem enquanto eu Davinci a olhava preocupado.
 - Senhorita? Porque não quer que eu a leve para casa? Já estamos dando voltas há horas.
 - Porque La, já não mais a minha casa, e eu nunca voltarei para lá.
 - Então... Para onde eu a levo!!!??
 Leve-me a Casa de Esteban Sanromhan.
 - QUE??  A casa desse indecente? Isso é loucura.

Sim, era loucura, era um disparate. Ella Sabia muito bem, mas ela queria se vingar de Gerardo tinha que aliar-se com esse homem insuportável.
Quando Maria chegou a grande mansão de Estevan, chovia muito, como se o céu quisesse desmoronar, junto com a própria Maria.
 - Senhorita, pense melhor. Não Faça isso, esta chovendo, Melhor voltar para sua casa, la estará segura. - Tentou persuadila Seu Davinci.
Mas ela não fez caso, ao contrário, ela desceu da carruagem sem se importar com o tempo ruim de chuva.
 - Senhorita por Deus, vai pegar um resfriado!
 - Não se preocupe Seu Davinci, volte para casa. E conte a minha mãe do homem mais sem vergonha de toda Londres.
 - QUEEE?? Não. ESTA LOUCA SENHORITA!
Maria não continuou escutando, e caminhou rapidamente para a entrada da casa.
A frente da casa, tinha duas estátuas estranhas e aterrorizantes de duas figuras estranhas, dois dragões como da mitologia chinesa.
Maria passou por elas, empurrou o portão e entrou.
 Caminhou por um Jardim, que tinha uma fonte no centro, parecia que Esteban gostava de dragões, Será que eram verdadeiros os rumores que falam dele? Que ele tinha um pacto com o diabo?
Ela se arrepiou, mas continuou em frente, quando chegou em frente a porta principal da casa, tocou a campainha.
Quem abriu a porta foi um mordomo, Alto, e estranho, que a olhou com desaprovação.
- Aqui não damos esmolas, jovem! - Ele a falou, crendo que ela era uma moradora de rua, pelas roupas que estava vestida, ele acreditou que ela era uma indigente.
 - Não Procuro esmolas. Desejo falar com o Conde Esteba.
 - Va embora (risos), não permitirei que incomode a meu senhor.
 -Eu sou Lady Maria Withcam, você não pode me tratar assim.
O Mordomo, obviamente, não acreditou, e continuou a pulsá-la.
Maria gritava histérica, dizendo quem ela era.
 -Demônios fransua, que gritos são esses? - Berrou uma voz grave.
Maria se arrepiou até o ultimo pelo de seu corpo, ela já sabia de quem era aquela voz grave: Esteban.
A ultima vez, que ela o havia visto, tinha sido em uma festa que havia dado um duque. Esteban a havia perseguido por todos os lados, pedindo que dançasse com ele, ela para tirar ele de cima, aceitou, e quando dançavam, ele tentou sedusi-la, e então le propôs que fossem a sua casa e virassem amantes. Ela obviamente, não aceitou, e em troca gritou, que ele era um descarado, infeliz, estúpido e todos os insultos que vinheram na cabeça. Esteban sorria, dizendo que ela era uma tonta, uma imatura.

Esteban se aproximou, onde estava seu mordomo. Viu que ele estava maltratando a uma pobre indigente.
 - Perguntei o que esta acontecendo?
Fransua, agitado respondeu.
 - É que esta mulher, queria vê-lo, mas esta suja e talvez até tenha piolhos.
 - Eu não estou suja e muito menos tenho piolhos. Eu sou Maria, Maria Withcam.
Ele não podia acreditar. Era Maria, a mulher vestida com farrapos do que foi uma roupa de homem e de cabelos bagunçados?
 - O que você quer senhorita?
 Le perguntou esteban quando saiu do estado de assombramento.
 - E com essas roupas! Imagino que seja a ultima moda em Londres? - ele riu.
 Porque esse homem sempre SEMPRE tinha o poder de irritá-la? Deus, como o odiava.
 - Sim, é a ultima moda em Londres, MEU SENHOR!
Ela o respondeu com firmeza.
Vim tratar, de um assunto privado com o Senhor.
 - Desculpe-me senhorita, não acredito que venha falar de assuntos privados comigo, eu só trato com mulheres na cama.
Esteban, a viu virar os olhos, como que sem paciência, Ele então sorriu. Maria respirou fundo para não perder a cabeça, e ao se acalmar le disse.
 - Acredite, Esteban, você vai querer tratar comigo.
Esteban então a conduziu até sua biblioteca.

Ela estava morrendo de frio, e o olhava com receio, - o que está esta pensando, será que pensa que eu vou atacá-la, arrancar sua roupa, e violá-la? - Se perguntou esteban furioso, enquanto se sentava em sua poltrona no escritório.
Maria olhou tudo ao redor. Havia estantes e mais estantes de livros, uma chaminé, onde ardia com intensidade a lenha, e uma janela enorme, onde se via tudo la fora, incluindo a chuva.

O lugar era acolhedor, e inspirava tranquilidade, reconheceu Maria.
Mas quem ia ficar tranquilo, estando a sos com um homem como Esteban Sanronham
 - Bem, e diga! O que quer? E que seja rápido, tenho que sair. - Disse esteban, em tom brusco.
 - Nem se quer a convidou a sentar-se.
 - Vim aceitar a proposta, que você me fez há alguns meses... Isso de sermos amantes. - Respondeu Maria sem poder evitar, gaguejar dizendo as ultimas palavras.
Esteban a olhava fixo, parecia surpreso, e seus olhos brilhava.
 - Que? o que aconteceu Maria? Seu homem não te satisfez, que te fez necessitar de mim? - disse ele, em tom de sarcasmo.
Ela tremendo de frio, e de raiva, gritou:
 - Imbecil!
Esteban se levantou da poltrona, caminhou até ela, e logo a agarrou por trás com violência.
 -NÃO VOLTE ME INSULTAR, PORQUE EU NÃO RESPONDEREI POR MIM.
Maria ficou muda, Esteban a apertava mais e mais contra ele mesmo, e a fez sentir sua ereção em suas nadegas.
 - Você... insultou-me primeiro - Respondeu ela tensa, Enquanto esteban cada vez mais fazia pressão e a fazia sentir coisas que jamais ela tinha sentido com Gerardo. O que seria isso? Deus, o que seria isso? Em que tinha se metido.
Ela sabia que esse homem, era safado. Era o assunto da cidade, Esteban comprava noite com uma dama, e as vezes com varias de uma só vez.
 -Bem, diga-me, para que quer que sejamos amantes?
Perguntou Esteban, com una voz baixa, em seu ouvido.
 - Gerardo me enganou... (Esteban estava movendo se ritmicamente por traz de Maria, e ela estava ficando estranha, ela não sabia o que estava sentindo...) Já! Pare de fazer isso!
 - Continue!
Disse Esteban com raiva, e continuou a movesse por trás dela, estava excitado, Deus, que vontade ele tinha de entrar dentro dela, o mais fundo o mais profundo quanto conseguisse, só para fazer com que ela grite, mas tinha deixá-la explicar.
Maria então explicou seu plano.
E Esteban, com raiva a soltou imediatamente, quebrando totalmente o erotismo do momento. Maria sentiu estranha sensação de que estava perdendo algo.
 - Muito próprio de você, fazer tanta besteira, garota imatura... Quer que sejamos amantes, só para causar ciúmes a o idiota do seu prometido. Você é uma tonta. - Falou Esteban olhando ela como se fosse um lixo.
 - Não tenho porque aguentar mais insultos, sinceramente. Eu vou embora. - Falou Maria que saio de pressa da biblioteca, com o coração batendo tão forte que parecia que ia sair pela boca.
Esteban a alcançou rápido e a agarrou pelo braço.

 -Não carinho meu, Desta casa você só vai sair, depois que eu tenha desfrutado, até o ultimo canto do seu corpo.

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4 comentários:

Anônimo disse...

Que lindaaaaaaaaaaaaaa! Essa fanfic já tinha, não? achei que tinha perdido. Mas parece que ela tem mais diálogos e umas ceninhas extras. Amando, continua, por favor <3

Candy DigitalArt disse...

já ta ai o capitulo 2... Aproveitaaaa

Unknown disse...

amando reler amantes por vingança.... <3 <3

Unknown disse...

top <3