Amor até depois do fim!
Itália 1840
A época dos melhores sonhos para os ricos, e dos piores pesadelos para os pobres.
Victoria, uma menina meiga, delicada, cabelos longos até a cintura, e olhos claros, como a luz do dia.
Pele branca como nuvens, linda, mas era apenas uma pobre coitada, não tinha nem onde cair morta!
Cesar, um bonito e bem apanhado rapaz, inteligente, olhos verdes, farto de muculos, com jeito de senhor, bem educado, de boa família, um rapaz rico, acostumado a ter todos os seus desejos cumpridos na hora!
Quem lê essa história de começo pensa que não teria nada a ver um com o outro, mais se você descer um pouco mais e continuar lendo, vai ver que a vida nos prega peças, peças que talvez agente não entenda, e tão pouco acredite, mais é sua vontade e não a minha, é sua escolha, descer e continuar lendo, não minha escolha, SUA ESCOLHA!
Aconteceu numa quinta-feira, era época de fartura nos campos, de milho, de uvas de vinho.
Victoria levantou-se pela manhã ajudou sua mãe com a pouca comida que tinham para comer, e foi correndo para o centro da cidade, hoje receberiam o filho do senhor daquela cidade, um jovem chamado Cesar, Victoria nunca o viu na vida, ele nasceu na Itália mais mudou-se para morar em Londres, com sua mãe, era o herdeiro daquelas terras, todos queriam sauda-lo, Victoria fez igual, ao correr para o centro da cidade.
la havia muitas pessoas quase todas da cidade, o Pai o Senhos Evandro era um cafajeste Victoria sabia, mais o filho era sempre tão bem falado entre todos, e amos Victoria sabia nunca fizeram mal aquela cidade e nem fariam.
Evandro era um homem culto, um velho ranzinza, que queria que tudo caminhasse a sua maneira, apaixonado por Victoria, desde seus 16 anos, jamais a deixou em paz.
Ele estava ciente de que Victoria estaria ali para ver o seu filho, e não perdeu a oportunidade de sair para fora de dua casa para receber seu filho e vê-la uma vez mais.
De repente uma carruagem vem chegando, e começa os falatórios.
Victoria estava ansiosa para ver quem tomaria o poder da cidade e ficaria no lugar do velho imundo Evandro.
em fim passou a carruagem, e ela por mais que se esforça-se não conseguia ver nada, todos pareciam estar na sua frente,e viu um homem, Forte, Alto, de boa aparência mesmo que de costas, passou direto para dentro da casa. Victoria voltou para sua casa e pôs sua roupa de colher uvas, pegou sua sesta enorme e saiu.
E: Cesar meu filho, quanto tempo não o vejo meu querido, estou feliz que esteja aqui.
C: Papai, sabe que estava morrendo de saudades desse lugar ainda me lembro de estar aqui correndo por essas ruas.
E: sim sim, mas agora venha sente-se, vamos conversar.
C: claro papai, claro!
E: Cesar meu filho, tenho andado muito doente, não sei como tenho aguentado ainda cuidar das responsabilidades dessa cidade. eu necessito de você meu filho.
C: e para isto estou aqui pai, para li ajudar.
E ali ficaram quase todo o dia conversando, enquanto isso Victoria estava nas plantações de vinho, tentava se esforçava para criar o rosto daquele que ela foi ver e não conseguiu, mas era inútil mil rostos diferentes vinham em sua cabeça.
V: Cesar. Então assim se chama o novo patrão, o novo dono das terras.
[Victoria pensou alto]
Socorro sua inseparável amiga de todas as horas, ouviu Victoria falando só e continuou:
S: Sim. o novo dono das terras, ouvi dizer que ele é um homem muito bonito.
V: deve ser um miserável igual ao pai.
S: Victoria, Victoria... como você pode juga-lo assim se nem o conhece?
Alem do mais ele foi criado com a mãe, não deve ser tão miserável como o velho do Evandro.
V: Duvido um pouco Socorro, fruto de mangueira é manga.
e vamos parar de falar besteiras e trabalhar.
S: ta bom. Senhora Victoria [falou com sarcasmo]
Victoria sorriu, e ao mesmo tempo em que sorriu se lembrou de que realmente faltou muito pouco para que todos a chamassem daquela maneira, Senhora Victoria.
O velho Evandro já havia colocado toda aquela cidadezinha aos pés dela, prometeu fortunas, mas Victoria sempre foi uma moça honesta e não faria isso com seu amado pai.
um homem que lutou pela liberdade dela e de sua mãe das mãos do velho Evandro.
O sorriso de Victoria se desfez em segundos.
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E: Cesar meu filho, tenho que li falar, não vai ser uma tarefa fácil, cuidar dessas terras, você sabe, o quanto é difícil, mas eu confio em você meu filho, sei que fará o melhor que puder!
C: Claro que sim, papai! o melhor e tudo que estiver ao meu alcance.
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Naquele dia a noite, houve uma festa e o dia seguinte seria de descanso, então todos os moradores daquele lugar foram para o centro da cidadezinha, e Victoria obviamente estava ali, com um dos melhores vestidos que tinha mesmo não sendo tão bonito, mas era um dos que ela só vestia em ocasiões especiais.
Era um vestido simples, porem bem ajustado ao Corpo de Victoria, que tinha a cintura bem marcada e quadris bem tornados no vestido, era Branco com detalhes de renda e trançado da cintura até o busto que era decotado porem comportado, e a saia do vestido era branca com poucas anáguas, trazia flores em aquarela bem distribuídas por todo o comprimento, Victoria havia trançado os cabeços para o lado, e em cada encontro dos cabelos na trança ela tinha uma flor delicada e dor de roa como as flores de seu vestido, tinha uma franja grande que ela poderia guardar atrás da orelha quando quisesse mas ela preferia deixar livre pois mesmo com os cabelos presos ela gostava de sentir o vento balando seus fios negros e brilhantes, tão brilhantes que até a noite iluminava aqueles cabelos. eram ondulados e um pouco volumosos mas não de forma desgrenhada, eram sempre bem baixos e comportados.
E la foi Victoria, para a festa de boas vindas no Filho do dono das terras, Cesar, o famoso e bem falado Cesar.
Victoria ia correndo com sua amiga socorro para a festa, mas socorro ainda arrumava compulsivamente os cabelos.
Cesar estava no portão vendo aquela gente, a sua própria gente tão feliz, de certa forma ele também estava feliz ele sabia que ali não havia muitas festas pois conhecia bem o pai que tem!
então ele decidiu sair e andar um pouco pela cidade, falar com as pessoas, ouvi-las ele precisa ouvir o que as pessoas precisavam falar, todos estavam felizes homens bebendo ao lado de suas famílias, e andando ao lado de uma casa ali da vizinhança, foi observando uma certa senhora, quieta, olhava as coisas como se estivesse se convencendo de que aquilo era bom, e divertido. Era uma mulher de idade porém muito bela, Cesar pensou o quanto ela poderia ter sido bonita quando mais jovem, e com alguns passos a frente Cesar olhando aquela senhora tão triste, se assustou com um vulto rápido ao seu lado, assim que chegou no limite da parede.
ele viu aquela senhora abrir um sorriso que ele nem sabia que se poderia dar para alguém, e então resultou que aquele vulto maluco que quase o derrubou era uma jovem, nossa como era bonita de costas, tinha a cintura bem marcada cabelos negros com flores cor de rosa e uma cintura bem desenhada, era uma bela mulher.
quando de repente uma voz falou perto de Cesar - Victoria!
ele rapidamente olhou para trás e se deparou com um senhor, um homem já velho, que quando o olhou em resposta parecia que olhava também sua alma.
C: Que Vistoria? quem é você? como se chama?
o senhor li respondeu - Me chamo Belisário, sou avô daquela linda moça, a qual o fez se distrair ao ponto de nem notar que eu me aproximava de você!
C: não o senhor esta enganado, eu não me distrai.
B: certo, certo meu bom rapaz.
C: então se chama Victoria?
[Cesar continuou a conversa]
B: Sim! Victoria. a mais linda de toda essas terras quiçá do mundo
[ falou o velho Belizário sentando-se em um pedaço de tronco virado no chão]
C: e ela faz o que aqui? digo, nessas terras!
B: ela trabalha na colheita de uvas para o teu vinho meu bom rapaz.
C: como me chama de bom rapaz? nem me conhece!
B: Não é preciso, posso ver em seus olhos que você é um bom rapaz, muito diferente de seu pai.
Cesar se irritou ao ouvir aquele senhor falar de seu pai com tanto desprezo, de forma incomoda, mas ele era muito educado, e não poderia destratar aquele senhor, porem calmamente ele falou:
C: Senhor, eu gostei de li ter conhecido, me parece ser um bom homem, mais não gosto que fale do meu pai como esse tom na minha frente!
O velho Belizário sabia, onde estava pisando, e as únicas palavras que ele falou a Cesar foram:
B: Cuidado Cesar, você é um bom rapaz meu filho, Mas você tem ter atenção com sua vida, como foi seu nascimento? onde afinal sua mãe o teve?
E então o velho se levantou, meu Deus Cesar agora não entendia nada, aquele senhor falava de sua vida como se li conhecesse desde de que estava no ventre de sua mãe.
mas mesmo sem entender nada ele deixou que o velho fosse. Talvez estivesse bêbado, talvez fosse só mais um homem bêbado!
Ele voltou os olhos para as pessoas como se procurasse por algo, e estava procurando, não por algo, e sim por alguém, Victoria.
Ele agora sabia o nome daquela bela moça, que havia chamado tanto a sua atenção.
ele se levantou colheu uma rosa de Jardim de uma casa e caminhou até ela, ela parecendo que ja sabia o que iria acontecer, virou-se e se deparou com aquele homem alto, bonito e muito bem apanhado. Socorro sua miga a advertiu de que se tratava do Cesar o dono das terras, e Victoria sentiu o coração disparar, o que será que ele queria? será que vinha reclamar algo?
Cesar então se aproximou de Victoria, pegou sua mão beijou e entregou a rosa, Victoria não podia acreditar, estava sendo galanteada pelo filho do pior inimigo de seu pai, filho do assassino de seu tão corajoso e bondoso pai.
Naquela hora Victoria não pensou em o que falar, nem piscava só o olhava atenciosamente, ele trazia um brilho nos olhos, tão diferente dos olhos de seu pai, que eram escuros, e não pela cor, eram escuros pela maldade que o rodeava.
Victoria sabia que aquilo não poderia ser, então antes que ele dissesse algo ela entregou a rosa para ele e saiu, correu até sua mãe, que olhava assustada para Cesar, que agora entendia menos o que estava acontecendo, primeiro o Velho Belizário avô de Victoria com aquelas palavras estranhas, e agora Victoria que correu para longe como se ele fosse um monstro, e provocasse medo!
Cesar não entendia, ele se aborreceu e foi para casa, foi para seu quarto. ali estavam fotos de sua mãe, suas quando pequeno, e ali também pensou, em tudo que havia passado aquela noite!
Então ele decidiu o que fazer.
No dia seguinte não havia se quer um barulho na rua, ninguém, todos estavam em suas casas,descansando da festa de antes!
Mas ele estava decidido, queria falar com Victoria, queria perguntar o porque daquela atitude.
e ele foi até a casa de Victória!
Ele chegou na frente da casa dela, estava tudo fechado, mas uma janela estava aberta, e quando olhou melhor la estava o Velho Belizário, lendo um livro velho.
ele aproximou-se da janela e o chamou.
B: Mas o que você faz aqui rapaz?
[ Belizário correu para abrir a porta]
C: venho falar com Victoria, acredita que ontem eu a....
B: sim sim, já sei de tudo, ela me contou o que aconteceu! mas entenda ela teve medo, ela ainda tem muito de seu pai.
Cesar agora entendia menos o que estava acontecendo, - como assim?
perguntou Cesar perdido!
Belizaria iria falar algo, mas calou-se quando ouviu um barulho.
B: Oh não! aprece-se, vá embora busque Victoria amanhã na plantação, ela ira te contar o que aconteceu!
Cesar sem entender nada, foi embora como que fugindo, mas nem ele sabia de quem fugia. quando olhou para tras o velho já havia entrado de volta na casa!
No dia seguinte....
Victoria estava com sua amiga socorro nas plantações colhendo e conversando, quando de repente ouviu uma voz.
C: Victoria!
Era Cesar ele estava alí para falar com ela,tinha muitas perguntas para fazer.
V: o que quer? senhor
C: por favor preciso falar com você, não se negue eu te peço.
V: não, agora estou trabalhando!
C: eu sou o dono dessas terras, e exijo que você pare e venha falar comigo!
Victoria assustada com o que poderia acontecer se ela se negasse uma vez mais, foi.
eles sairão dos limites das plantações, e então sem mais palavras Cesar perguntou:
C: o que houve ontem? li dei uma flor como gesto de cavalheirismo e você fugiu! causo anto medo assim?
V: Não é isso, não tem nada a ver com medo de você. Mas li peço Don Cesar, não me procure, seu Pai me fez muito mal, e tudo que eu quero do sangue dele é distancia.
[Victoria deu meia volta e ia entrar de novo no meio das plantações, mas Cesar a segurou pela cintura.]
C: espere, não vá ainda, eu quero saber que mal foi esse!
Ande Victoria, conte-me oque houve entre nossas Famílias?
V: tudo bem tudo bem, mas não volte a me procurar aqui por favor.
eu não posso voltar a velo, seria uma traição.
Cesar agora estava mais perdido que nunca, não sabia o que aquelas palavras tinham a ver com a história, nossa como estava perdido.
C: de que esta falando? de que traição? como assim não pode falar comigo! você esta em minhas terras, e alem do mais eu estou muito interessado na senhorita!
V: pois sugiro que se desinteresse, Lamento mas comigo não conseguirá nada, assim como vosso pai também não conseguiu nem comigo e nem com minha mãe.
Cesar se sentiu pequeno, envergonhado, não precisava de detalhes para tentar adivinhar o que Victoria estava falando!
Mesmo assim pediu para que ela se justificasse.
e Victoria o contou a história que tanto ele queria saber!
A muitos anos atrás quando Victoria ainda era um criança de colo, Evandro já dono das terras pois os olhos na mãe de Victoria, era uma mulher linda, porem casa e com uma filha, mas Evandro estava acostumado a ter tudo que ele queria, então ele tentou conquistar a mãe de Victoria, com dinheiro com presentes, mas a mãe de Victoria nunca foi desse tipo de mulher. ela sempre se deu o respeito! sempre!
nunca aceitou nada, isso só serviu para deixar Evandro cada dia mais obcecado, certo dia Evandro bebeu mais do que deveria, e foi até a casa da Mãe de Victoria
E: Cecíliaaa, Saia agora mesmo, vim pegar o que é meu!
A Mãe de Victoria não deu a minima atenção a ele, percebeu o quanto estava bêbado, Evandro em sua juventude era um homem muito forte e bêbado poderia fazer algum estrago.
E sendo assim, invadiu a casa de mãe de Victoria, seu pai estava nervoso, não poderia fazer nada contra seu próprio patrão, o homem que li dava moradia e comida.
Mas Evandro fazia por gosto, pois antes de Eduardo era Cecília quem ele presava e queria.
Cecilia levantou-se ao ouvir a pancada na porta e correu, para ver Victoria no berço, Evandro foi até o quarto de Victoria onde estava Cecília e a agarrou pelos cabelos, de forma brusca e violenta tentou abusá-la alí mesmo, mas não durou nada, Eduardo o Pai de Victoria desceu as escadas correndo, e encontrou Evandro em frente de sua filha tentando abusar de sua esposa, Eduardo se lançou por cima de Evandro que soltou Cecília, e os dois cairão atracados no chão, Cecília pegou Victoria nos braços e saiu do quarto para tentar livrar Victoria de qualquer mal, e depois voltar para ajudar seu marido, mas quando cecília deu as costas, ouviu um estampido forte.
o avô de Victoria estava na porta da casa, correu para perto de cecília que le entregou Victoria, e correu de volta para o quarto, mas chegando lá se deparou com a cena que mudaria para sempre a sua história, Evandro tinha uma arma apontada para Eduardo que estava caído no canto da parede, com um tiro na cabeça Evandro matou o pai de Victoria.
E: foi por você cecília, foi por você!
Cecília se desesperou a tentou ajudar o marido mas era tarde ele estava morto.
Evandro viu como Cecília chorava desconsoladamente por Eduardo, ele nunca havia matado alguém. Ele mesmo estava abismado com tamanha crueldade de suas mãos.
Evandro olhou Victoria que também chorava nos braços do avô, e então fugiu para casa, foi embora. no dia seguinte após o enterro de Eduardo o Avô de Cesar e Evandro foram a casa de Cecília para conversar com ela, pedir perdão, Evandro realmente não se sentia bem com o que havia feito, durante a conversas ele se quer conseguia encarar cecília, alí estava seu grande Amor, vestida de negro, com os olhos claros apagados de tanta tristeza, com o rosto inchado de tanto chorar, com uma filha nos braços e sem Marido, agora só!
e ficou combinado, que Cecília moraria alí até que ela mesma decidisse ir embora, mas ir embora para onde?
Era apenas uma camponesa, não poderia meter o pé no mundo com uma criança nos braços.
E por Victoria engoliu o orgulho e ficou na casa, continuou trabalhando para eles.
porém Evandro nunca teve se quer a consideração de falar com ela!
Alguns anos mais tarde, Victoria já uma mocinha, bonita com corpo criando curvas, saia para brincar com suas amigas, e Evandro sempre a olhava com fome nos olhos.
Cecília não poderia sonhar com aquilo então ela sempre ficava o mais longe da casa de Evandro possível. Ela sempre conheceu a história exatamente como havia acontecido.
Nunca perdoou o assassino de seu pai.
e ainda assim, Evandro teve coragem de tentar algo contra Victoria.
Com 16 anos Victoria foi a plantação para falar com sua mãe. mas se deparou com o Senhor Evandro, Evandro tentou agarra-la, beija-la mas quando ela gritou que tinha nojo dele pelo assassinato de seu pai, ele a soltou, e li deu uma bofetada, gritou para quem quisesse ouvir, -ele mereceu!
Victoria o olhou com ainda mais desprezo, e correu sem olhar para trás.
contou a sua mãe quando ela chegou em casa, e sua mãe saiu correndo para a casa de Evandro e voltou de la com o olho machucado!
Victoria entendeu a gravidade do problema.
sua mãe não a poderia deixar sem teto, e por isso aceitava essas humilhações.
Cesar saiu apressado, Victoria não sabia para onde ele estava indo, mas imaginava...
Cesar iria para casa, falar com seu pai.
Naquele mesmo dia ouviu-se uma briga intensa com gritos pavorosos, eram Cesar e seu Pai Evandro, que brigavam incessantemente, Cesar saiu a apressado de sua casa e foi até a casa de Victoria, gritou por ela. Cecília ouviu tudo, e se apavorou. Meu Deus vai acontecer de novo!
Cecília correu para a porta e a segurou para que Cesar não conseguisse abrir.
mas Cesar era um rapaz forte e a abriu facilmente, entrou em disparada e correu até Victoria, e alí li deu um surpreso beijo de amor.
Victoria não entendeu muito mais sentiu seu coração disparar ela não havia contado nada para ninguém mas aquele homem a deixava sonhando!
Cesar: Victoria meu amor, como ele pode... como ele pode te fazer tanto mal.
de repente Evandro chegou na casa onde jurou para sí mesmo nunca mais por seus pés.
e viu Cesar agarrado a Victoria, ele sentiu sua cabeça girar, estava com ciumes, mas ele era apenas um velho desgraçado com vida perdida, que não tinha mais metas, não tinha nem se quer mais tempo de vida.
Isso mesmo, vendo que seu filho agarrado a Victoria e Victoria o olhando fixamente como que apaixonada, ele tomou a decisão que mudaria totalmente a vida de todos!
puxou a arma e apontou para a própria cabeça.
Cecília gritou:
Cecília: Nãããoo Evandro, não faça isso. não tire sua própria vida, porque isso nem Deus perdoaria.
Evandro: Cecília, meu amor [ disse Evandro chorando] você nunca me quis, você nunca me amou, só teve olhos para aquele morto de fome do Eduardo. Victoria te olho e é como se visse sua mãe, tão linda e unica! eu destruí a vida de vocês mas agora é minha vez de me destruir!
e num ato rápido puxou o gatilho!
Cesar, não podia acreditar!
Seu Pai, acabara de se matar na sua frente.
como aquilo era terrível.
a dor que ele sentia era grande, mas ele sabia que se seu pai fez isso contra si mesmo, foi porque ja não aguentava mais o que trazia no peito!
Um amor não correspondido, primeiro amou Cecília, que se casou com outro.
Depois amou Victoria filha de cecília por quem ele tinha uma obsessão!
Cesar não poderia fazer nada.
Os trabalhadores tiraram o corpo de Evandro da sala da casa, levaram, Cesar quis que ele fosse enterrado como um bom homem, apesar de tudo ele nunca havia feito mal aos seus!
Victoria ficou ao lado Cesar todo o tempo!
Ela sabia o que era perder o pai, não naquelas circunstancias, mas sabia da dor que se sentia sem pai!
Depois daquele dia Victoria e os demais moradores da cidadezinha respeitaram mais a Cesar, o seu novo patrão!
Victoria e Cesar em fim, armaram uma grande festa, todos da cidade deveriam estar presentes!
E então fizeram o anuncio.
Iriam se casar! Todos comemoraram.
Victoria e Cesar casaram-se alguns meses depois, viveram juntos por 80 anos, até que Victoria atingiu uma certa idade e veio a falecer.
Cesar faleceu 2 meses depois, até hoje dizem que foi de tristeza e saudade, mas não se sabe!
Hoje devem estar de novo pela terra, quem sabe já até se encontraram, mas ainda não sabem que nasceram outra para se amar, e viverem juntos até o seus últimos suspiram, mais uma coisa é certa, e eu lis afirmo.
Victoria e Cesar estão unidos por um amor que não se limita a morte, atravessa gerações e reincarnações!
Victoria e Cesar, estarão se amando eternamente.
FIM!

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