Era Simplesmente Amor
Maria foi a oficina de prataria como todos os dias pela manhã, e em seguida foi para a empresa.
foi direto para sua sala, tinha alguns papeis pendentes, precisava levar para ter a assinatura de Estevan, e foi até sua sala. A secretária não estava na mesa, Maria por sua vez entrou no escritório do seu MARIDO.
Ela se deparou com uma cena nada agradável. Ana Rosa agarrada a Estevan. chorava e ele tentava consola-la. Esteban estava de bom coração tentando consolar Ana rosa, Mas ela jogava todo seu charme sobre Estevan. Maria ao ver aquela cena, não se segurou e perguntou o que estava acontecendo:
M: Mas o que esta acontecendo aqui?
E: Maria! não, não pense nada de errado por favor! Ana Rosa só estav...
M: não me interessa o que acontece com essa dai. Eu só te digo uma coisa Estevan, você vai aprender a respeitar os seus filhos. Como é que você sendo um homem já casado fica se agarrando com outra qualquer no escritório? é esse o exemplo que você dar aos seus filhos?
Esteban olhou fixamente Ana Rosa e pediu para que ela fosse embora. Ana Rosa contrariada, pegou a bolsa e saiu.
Esteban indignado com as palavras de Maria perguntou, porque ela estava assim. porque ela cobrava fidelidade dele, se ela própria não supria as necessidades dele!
Maria não respondeu nada. Esteban então arrumou a maleta de trabalho e falou:
E: Vamos para casa, precisamos conversar!
M: Não vou a lugar nem um!
E: Vamos para casa eu já disse, pegue sua bolça e venha.
Esteban foi um grosso, como quase nunca era, e Maria mesmo contrariada foi pegar sua bolsa para ir embora!
por todo o caminho ele não falou se quer uma palavra.
Era mais ou menos 15:00 da tarde quando maria e estevão estavam chegando da empresa, Estevam já sabia o que falar, e por onde começar.
Ele pediu para que Maria o acompanhasse até seu escritório, ele estava com uma cara...
Maria não exitou e nem temeu, foi sem precisar de mais explicações.
Chegando ao escritório Maria passou na frente e Estevam por ultimo, ele já havia arquitetado na cabeça passo-a-passo. Entrando no escritório ele trancou a porta.
M: O que quer?
Estevam nem pensou ao responder;
E: você!
M: você esta louco, me chama até aqui pra isso? Porque não foi com Ana Rosa, no Escritório eu não admito que vocês fiquem se agarrando, mas na casa dela, talvez vocês possam estar mais a vontade! [Sarcasmo]
E: sim, te chamei aqui para isso, e não vejo porque não! não vejo problema! como você gosta de deixar claro, você é minha esposa Maria.
M: Esposa, e não sua mulher! É muito fácil não ver problema não é mesmo.
E: Maria, cale a boca, e sente-se.
Maria ficou abismada com tamanha falta de educação e de cavalheirismo de Estevam que sempre foi um verdadeiro Cabaleiro com todos. ainda assim, ou até talvez por isso, pelo fato de ela estar perplexa com tamanha ação e palavras, sentou-se sem mais nada falar.
o que ela poderia fazer? Estevam só em olha-la já ha tinha como presa fácil, e foi por esse motivo os muitos beijos evitados, as muitas aproximações frustradas, era uma tentativa desesperada de fugir daqueles braços fortes e grandes, daquela boca rosada, que a deixava imagino loucuras.
sentada Maria perguntou:
M: o que esta acontecendo? porque você esta falando assim comigo? o que houve? você não aguenta ouvir a verdade?
Estevan já não aguentava mais esperar, foram dias e mais dias aquela mulher ali tão perto, reclamando de Ana Rosa, tão linda, tão delicada.
ele não podia evitar imaginar aquelas mãos pequenas acariciando seu peito, descendo por sua barriga e por fim fazendo uma massagem em seu pênis, era algo que ele não podia evitar, e nem queria!
ah! Aqueles seios, tão guardados, como seriam se estivessem ao seu alcance, se estivessem ao alcance de sua boca...
E: Já estou cansado Maria, cansado de esperar que você amoleça comigo, para que você me dê uma oportunidade de aproximação, estou cansado, e já não posso mais...
já que você não me permite, então agora vai ser do meu jeito.
Maria apenas o olhava com cara de espanto, ela não sabia o que iria acontecer talvez ele fosse para a casa de Ana Rosa, ou se fosse o contrário? ou se ele se aproximasse de mais, ela sabia até que ponto ela poderia ir e depois fugir, mas ele, ela não sabia até onde ele poderia se segurar, e isso a exitava.
Estevan afroxou a gravata, tirou o paletó, aproximou-se de maria e a levantou de sopetão da cadeira onde ela estava sentada.
Ele não iria ver Ana Rosa, isso a deixou Aliviada!
Maria rapidamente se virou, e tentou escapar, mas foi inutil, ele era forte, ah como era forte e masculoso, aquele hálito quente por entre seus cabelos ela queria fugir, na mesma intensidade que queria ficar e virar-se para agarra-lo ali mesmo.
M: o que pensa que esta fazendo? me soute estevan me solte ou vou gritar!
-Então grite. Falou Estevan apertando ainda mais maria contra seu corpo de forma que ela poderia sentir sua rigidiz de forma clara.
E: Grita Maria, ande, Grite! você quer gritar para fugir de mim... [e recostando seus lábios na nuca de Maria continuou] mas eu farei você gritar, sim, gritar, mas de tesão, de prazer. Maria, me diga que não quer!
Me diga Maria que não me deseja, mas depois que me falar que não me deseja, me explique porque esta suando, porque esta com a respiração descontrolada!
M: Estevan, por favor me solte, você sabe que entre nós dois não poderia haver nada!
E: Não! Não solto, não solto, porque por mais que você me pesa para te soltar, o seu corpo, eu sei, implora para que eu te agarre com ainda mais força!
Maria estava a ponto de se entregar, Meu Deus como aquilo era bom, sentir aquela coisa grande recostar e se esfregar por suas nádegas, aquela boca no pé de seu ouvido falando aquelas coisas.
Maria não podia acreditar no quanto estava frágil naquela situação!
Estevan começou por alisar a barriga de Maria e com pouco tempo sem arrudeios, agarrou um de seus seios, como se fosse uma fruta, uma doce e macia fruta.
ele com a outra mão puxou o cabelo de Maria para o lado, beijou intensamente seu pescoço e vejam só, Maria não fugiu. Ele soltou o ceio de Maria soltou os cabelos e só continuo beijando o pescoço dela e quando ele parou percebeu que Maria já estava pronta, ela estava com as mãos trancadas e apertadas, como se tentasse se segurar, mas já era tarde, ela já não poderia fugir daquele Leão faminto que tanto queria devora-la.
e percebendo que já não estava sendo segurada, Maria abriu os olhos, e ouviu uma risadinha, quando ela virou-se:
E: ora veja, Maria Não correu na oportunidade que teve! O que houve Maria [ e se aproximando dela como um lobo se aproxima da presa perguntou] por acaso esta com vontade de ficar aqui?
Maria de certa forma se sentiu humilhada afinal de contas ela começou tentando escapar, e de repente se deu por vencida!
Ela o olhou com raiva, e tentou dar a volta na cadeira para sair, mas Estevan a pegou-a pelo braço com tamanha brutalidade, que ela deu três passos a frente, fazendo o encontro de peito com peito, e o melhor, o encontro daquela coisa enorme que ele tinha por entre suas pernas.
M: o que você pretende estevan?
[ ela falou com a voz tremula como se tivesse medo]
Estevan não aguentava vê-la assim, então folgou os braços deixando ela um pouco mais livre, ele se recostou sobre a mesa do escritório e ela junto com ele ainda peito com peito, e ele tirando os cabelos dela dos olhos respondeu.
E: pretendo te amar, esta noite e todas as outras noites das nossas vidas.
Aquilo foi lindo, Maria não queria mais fugir desesperadamente agora não tinha reação, talvez por medo de se entregar, mas para Estevan isso não era problema, então ele a agarrou pela nuca de forma brusca porém educada, e a beijou. Por momentos, só se ouvia o estalar dos beijos, oh aqueles beijos, tão quentes, aquela língua viajando pela boca dela, e ela recebendo como se aquilo fosse o prazer da vida dela, como se fosse água em meio a uma sede. Esteban parou o beijo no seu clímax, e olhando Maria que agora tinha os olhos escuros por causa da sombra do escritório, que o olhava sem saber o que falar.
Esteban disse:
E: Maria, me beija?
Nossa que pedido, ela não queria fazer aquilo, mas seu corpo já não a obedecia, e ela de forma sexy e até vulgar empurrou sua língua na boca de Esteban que gemeu de tanto prazer.
era tudo que ele precisava, ele a agarrou pela cintura, e baixou as mãos pelas nádegas de Maria, tão macias, e com um movimento calmo e suave, ele levantou a saia de maria.
Deus como aquilo era bom.
ele a segurou mais forte e levantou-se agora Maria estava recostada sobre a mesa e Estevan sobre Maria, ele em um ato desesperado de prazer empurrou tudo que estava em cima da mesa a alí mesmo deitou Maria.
De forma rápida ele tirou sua blusa, e sua saia, e em seguida foi tirando bem devagar sua roupa, Maria já não aguentava mais de tanto tesão, e apressou as coisas, ajudando ele e tirar as roupas mais rápido, ela estava em êxtase já não pensava mais em nada, ela necessitava sentir-lo dentro dela!
Quando Maria o olhou de pé ali parado na sua frente, sem roupa com aquilo tão rígido e tão próximo dela ela não se conteve, e o agarrou com as mãos, Esteban gemeu.
e Maria massageava com aquelas mãos delicadas que agora estavam firmes enquanto beijava o corpo de Estevan, quando ele teve uma surpresa, Maria estava mesmo fazendo aquilo? ele não podia acreditar, ela estava em meio a um sexo oral tão delicioso que ele nem conseguia fazer barulhos de tanto prazer.
e depois de um tempo ele não teve duvidas, a deitou na mesa vazia, e beijou seu pé, e subiu por suas pernas até suas coxas e das cochas a sua virilha, Maria mal se mexia, aquilo era a melhor sensação do mundo para ela naquele momento. Estevan tinha uma boca pequena, mas lábios rígidos.
ele então se pôs de pé em frente a Maria deitada sobre a mesa, e a penetrou, tão forte e tão firme, porém devagar, Maria não escondeu o quanto desejava aquilo, e então ele puxou de volta e logo em seguida empurrou com mais força, Maria chorou de tanto tesão com aquele homem tão forte, tão rígido, tão bem dotado outra vez entre suas pernas.
assim ficaram por alguns segundos, e logo depois Estevan segurou Maria pelos braços a puxando para cima dele, que estava de pé, ele então se recostou sobre a mesa e deixou que Maria também brincasse um pouco com ele.
Aquela cena era linda, o corpo nu de Maria naquela luz fraca, quase escura, aquela visão dos seios de Maria, subindo e descendo conforme seu corpo pulava.
em meio a tanto prazer, Esteban a segurou com força levando-a a deitar-se sobre a mesa outra vez e colocando com cada vez mais força a fez gemer alto, não estava machucando ele podia perceber o prazer que ela sentia, só em olhar o quanto ele apertava os lábios contra os dentes e revirava os olhos, - Sim, ò Siim... foram as ultimas palavras de Maria antes de um gemido forte e auto que atiçou ainda mais Esteban que empurrando seu pênis cada vês mais forte entrou em estado de êxtase, e sem se dar conta chegou a hora Maria havia Gozado, estava terminando seu orgasmo quando Estevan soltou um jato quente dentro dela, o que a fez gemer ainda mais alto e mais agudo!
eles chegaram ao gozo, aos orgasmos, chegaram a saciação do prazer, e olhando Maria nos olhos Estevan disse:
E: é assim que quero você Maria, entregue para mim, como se fosse minha rainha! Como se só eu fosse seu dono! só eu fosse o seu amor.
e Maria olhando profundamente nos olhos de Estevan respondeu:
M: e agora? o que fazemos?
Esteban a olhou e sorriu, levantando-a e sentando-a na ponta da mesa ele puxou uma cadeira e sentou-se em frente a Maria, e a abraçou, forte como se aquele momento fosse o ultimo de sua vida, recostado com a cabeça no ventre dela. Maria o olhou com Amor e passando as mãos por seus cabelos só o olhou. Não era preciso nem uma palavra!
Era simplesmente Amor.
Escrito por: Mylla Christian

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