Capítulo 80 - Capítulo único

 Era um dia de festa naquele sábado, comemorava-se as bodas de prata de Socorro e Da Vinci. Maria, Estevão e todos da sua família haviam sido convidados. Todos disfrutavam muito da festa, riam e se divertiam como a muito tempo aquela família não fazia. Estevão e Maria conversavam muito naquela tarde tão animada, até que Geraldo Salgado chegou à festa e foi imediatamente a procura de Maria. Ao avistá-la exclama:



Geraldo- Maria!



Maria imediatamente levanta-se e vai à encontro de Geraldo, tão surpresa quanto ele.



Maria- Geraldo! Que saudade, achei que não o veria mais!



Geraldo- Eu jamais te deixaria Maria, sempre irei buscar uma maneira de te ver.



Estevão se aproxima com uma cara não muito boa, afinal, havia sido deixado sozinho quando
Geraldo apareceu e Maria foi falar com ele.



Estevão- Como vai Geraldo? O que faz aqui? – Entrelaçando a cintura de Maria – Você não tinha ido embora?



Geraldo- Vou bem Estevão! Voltei por que tem alguém aqui no México – olhando para Maria – que me faz ter vontade de vir sempre que posso. – Se dirigindo a Maria – Mas conte-me as novidades.



Maria- Ahn... É que... – É interrompida por Estevão.



Estevão- Nós nos casamos!



Geraldo- Verdade Maria?! – Surpreso com o que Estevão acabara de te dizer.



Maria- Sim Geraldo, é verdade, Estevão e eu nos casamos. – Fala com indiferença.



Geraldo- Isso sim é uma surpresa! Maria, eu não vou desistir de você! – Olhando para Estevão – é perceptível que não há amor entre vocês e... – É interrompido .



Estevão- Você já ouviu ela dizer que estamos casados e ainda assim insiste em dizer que não vai desistir dela?! – Segurando Geraldo pelo paletó.



Maria- Estevão para! – Segurando no braço dele – Solta ele! O que pensa em fazer?! Está louco?!



Estevão o solta em respeito a Maria.



Maria- Geraldo vai embora por favor, depois nos falamos.



Geraldo- Tudo bem Maria, eu irei. Quando quiser me ligue. – Olhando para Estevão – Até mais.



Estevão segura a mão de Maria e a leva até uma mesa, puxa uma cadeira para ela e senta-se ao seu lado.



Estevão- Por que você ainda mantém contato com esse sujeito? Por que Maria? Responda-me! – Fala com o tom de voz alterado.



 Maria- Primeiro porque ele é meu amigo, segundo que você não tem motivo algum pra ficar com ciúmes se você sabe muito bem que esse casamento não é nada mais que uma farsa e terceiro, eu não permito que você fale nesse tom de voz comigo.



Estevão- Desculpe-me Maria, mas eu estou com ciúmes, não posso me controlar.



Maria- Já disse que você não tem... – É interrompida.



Estevão- Está bem, está bem. Vamos esquecer esse assunto e aproveitar o resto da festa por favor.



Maria- Tudo bem, assim será.



Estevão então pede algumas tequilas ao garçom, que as traz rapidamente. Eles bebem, conversam e até riem de algumas pessoas se divertindo na festa. Após algumas doses de tequila, Estevão começa a falar sobre Heitor e Estrela quando eram pequenos.



Estevão- Você lembra Maria? De quão travessos eram nos filhos? – Ria ao lembrar-se.



Maria- Claro que eu lembro! Eles eram muito pequenos, mas aprontavam como ninguém.


Estevão- Lembra uma vez que o Heitor estava cortando o cabelo de uma das bonecas da Estrela e quando ela viu, foi pra cima e deu uma chinelada no rosto dele? (Risos).



Maria- (Risos, muitos risos) Sim, lembro perfeitamente! (Risos) Heitor passou quase 2 dias com a marca da chinela no rosto.



Estevão- Nós cuidávamos tanto deles que quase não tínhamos tempo para nós dois, exceto quando
fugíamos para aquele pequeno hotel perto da empresa.



Maria- É verdade. Lá era o nosso refúgio, lá vivíamos todo o nosso amor.



Estevão- Sabia que aquele hotel ainda existe?



Maria- Verdade?



Estevão- Sim! Ainda está lá esperando o nosso retorno, assim como o meu amor esperou o seu.



Naquele instante o silencio dominou entre os dois. As horas passavam-se, Maria e Estevão ainda estavam bebendo. Já quase no final da festa eles resolvem ir embora, mas não para a mansão e sim para o pequeno hotel onde pretendiam reviver o amor que a 20 anos não viviam. Chegando ao hotel.



Estevão- O quarto número 10 por favor.



Entregam-lhe as chaves e eles vão em direção ao quarto indicado. Ao entrarem, Estevão tranca a porta e vai em direção a Maria e a abraça por traz.



Maria- Esse era o nosso quarto, que usávamos para nos livrar de tudo e de todos e ficar somente você e eu.



Estevão- Sim é verdade. E entre essas quatro paredes você me fez muito feliz.



Estevão começa a beijar o pescoço e a mordiscar a orelha de Maria. Ele a apertava contra seu corpo, o que o fazia sentir que ela o deixava louco. Maria por sua vez, vira-se e une seus lábios aos dele, o beijo era quente, com muito amor e muito desejo. Maria arranhava a nuca de Estevão, o que o deixava ainda mais excitado e ansiando ainda mais pelo momento de ter Maria. Lentamente, Estevão tira o terninho que Maria vestia, e enquanto beijava seu pescoço e ombro, foi ao encontro da alça do sutiã dela e o tirou com muito carinho. Ele então, começa a beijar e sugar seus seios. Maria então, tira o paletó dele, enquanto ela tirava a gravata, ele massageava seus seios com as mãos. Ela o beija muito, e em meio a esses beijos ela vai desabotoando a camisa dele. Já sem camisa, Estevão aperta sua mulher contra seu corpo e enquanto a beija com amis intensidade, vai tirando sua calça e sua calcinha de uma só vez. Maria está tão envolvida naqueles braços fortes que sente como se fosse a sua primeira vez. Ela não sabia que estar nos braços dele novamente, seria tão emocionante quanto a primeira vez. Estevão a pega no colo e a deita na cama, ele estava por cima e então começa a beijá-la, desce um pouco e beija seus seios. Com uma das mãos ele acaricia a parte mais intima dela. Maria geme incontrolavelmente. Estevão então coloca um dos dedos dentro dela, Maria por sua vez, da um gemido de prazer. Ele começa a movimentar sua mão para frente e para traz, fazendo com que Maria ficasse louca de prazer. Com a outra mão Estevão massageava um dos seios. Ele a beija intensamente, e Maria já não podia mais esconder o desejo estampado em seu rosto. Os movimentos que ele fazia com os dedos dentro dela eram incríveis, mas ela não aguentava mais, ela precisava dele.

Maria- Estevão por favor! – Fala olhando nos olhos dele.

Estevão tira sua calça e sua cueca, posiciona-se entre as pernas dela, a olha e pergunta:

Estevão- Está pronta meu amor?

Maria- Pra você eu sempre estive.

Estevão a penetrou devagar, Maria gemia sedutoramente. Estevão movimenta-se devagar mas com precisão. Os dois estavam enlouquecidos de prazer. Estevão aumenta a velocidade de suas investidas, tudo estava saindo do controle, as penetradas de Estevão já não eram mais carinhosas e sim selvagens, Maria gostava daquilo, a cada investida forte e dolorida Maria arranhava as costas dele, tanto ela como ele não podiam segurar os gemidos altos e cheios de prazer. Ele então dá suas ultimas investidas e chegam ao clímax juntos. Os dois estavam suados e extremamente cansados, não tinham forças pra levantar-se dali nem se quisessem. Ele cai para o lado, vira-se para olhar Maria e diz:

Estevão- Eu te amo! Você me faz o homem mais feliz do mundo.

Maria- Eu também te amo minha vida! E posso dizer o mesmo sobre você.

E eles encerram a noite com um beijo carinhoso e com muito amor. Tudo estava perfeito, Maria e Estevão finalmente tinham vivido aquele momento, ambos estavam muito felizes. E eles sabiam que a partir daquela noite, tudo seria diferente entre eles.

                                              FIM.

Escrito por: Genelice Macedo


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