AMF: Um Capítulo Para a Historia - Cap Único

Quando Frederico entrou no quarto não viu Cristina mas antes que saísse um ruído fez com que se voltasse.
Cristina saía do banheiro apenas de  roupão.
Frederico ficou sem fala.
Cristina não percebeu sua presença, desatou o laço do roupao, deixando à mostra uma parte de seu corpo. Frederico engoliu em seco. Ficou paralisado diante do que via.
Cristina sentou-se e começou a massagear as pernas. Passava creme lenta e suavemente numa perna e logo fazia o mesmo na outra.
Frederico assistia tudo aquilo com um imenso desejo no olhar. Aquela ' cega e inútil ' como costumava se referir à ela, era estupendamente linda e sexy.
Cristina abaixou um pouco o roupao, revelando os ombros delicados e os seios.
Frederico sentiu como formava um volume em suas calças. Decidido a tomar aquela mulher nos braços e fazê- la sua, avançou um passo. Porém antes do segundo passo, ouviu sua esposa.
C: Diego, Diego...
Frederico apertou as mãos com raiva e silenciosamente saiu do quarto.
Diego! Aquele imbecil mesmo depois de morto era uma pedra no caminho. Tinha vontade de ir no inferno e matá- lo novamente.
Totalmente enfurecido, seguiu para a cantina. Ia beber todas e pegar a primeira vagabunda que se oferecesse para apagar a imagem de sua esposa. Nunca a tinha visto tão linda, tão sedutora e nunca tinha ficado tão frustrado por não aliviar seu desejo.
Bateu forte no volante e pisou fundo no acelerador, soltando uma maldição típico de Frederico.
Pediu uma dose, bebeu de um só gole. Pediu mais outro e logo a garrafa toda.
Seus pensamentos voavam até Cristina, suas bonitas pernas, os seios pequenos, à pele macia e suave ...
Maldição!! Estava ficando louco... Louco de desejo.
Não podia ficar ali!
Seguiu para a casa.
Entrou no quarto de Cristina. Ela já estava dormindo. Ficou a admirá- la e sem conseguir se conter, tentou acomodar - se ao lado dela na cama.
Cristina ao sentir um peso na cama, saltou -se imediatamente. Porém, ele a imobilizou na cama.
C: Frederico solta-me. ( suplicando ).
F: Calma, Cristina. Juro que só quero dormir ao teu lado. Não te farei mal.
C: ( todavia sem acreditar) Não acredito em você. Além do mais, está  bêbado. Sai do meu quarto. Deixa- me Frederico. Está me machucando.
Frederico a soltou.
F: Porfavor Cristina, me dar uma chance. Eu só quero dormir aqui com você.
Cristina não sabia que pensar. Tinha medo dele. E se fosse apenas uma artimanha para forçá- la depois ??
Diante da relutância de Cristina, Frederico insistiu novamente.
C: ( orando por dentro para que não se arrependesse ) Está bem, Frederico. Mas tem que tomar um banho. Está fedido à álcool. E não tente nada. É apenas dormir. Não pense que isso muda alguma coisa entre nós.
Cristina estava surpresa consigo mesma. Como podia deixar que ele dormisse no seu quarto??
Frederico, todo cambaleante se dirigiu ao banheiro. Tomou um banho rápido, colocou o roupao de sua esposa.
Cristina queria estar dormida mas não foi possível. Sentiu ele se aproximar da cama. Frederico tirou o roupao, ficando completamente nu e se acomodou ao seu  lado . Passou a mão pela cintura dela, atraindo -a mais para si.
C: Frederico que está fazendo?
Cristina sentia uma sensação estranha, amou sentir suas costas naquele peito duro do marido ao mesmo  tempo tinha receio. Não podia sentir nada por ele. Frederico era egoísta, malvado e só queria se aproveitar dela.
Tentou se afastar mas ele não a soltou.
Depositou um beijo ao pé do ouvido dela.
F: Calma, Cristina.

se aproximou mais e ela sentiu que estava sem roupa.
C: ( espantada ) Você está pelado!
F: Queria que eu vestisse umas de suas camisolas?? Nao, obrigado! Gosto de dormir assim.
C: Mas...
F: Não vou te forçar a nada. Agora dorme, meu amor! Descansa.
Apesar de não crer em nada, sentiu lá no fundo que pelo menos por essa noite podia confiar nele.
Fechou os olhos e sentindo- se protegida naqueles braços fortes, logo adormeceu.
* Dia Seguinte *
Todos à mesa para o café, menos Cristina e Frederico.
Consuelo pediu à Vicenta que fosse chamar a filha. Quanto a Frederico pouco se importava com aquele demônio, com certeza estava com alguma rapariga,  assim pensava dona Consuelo.
Vicenta subiu e tal qual foi sua surpresa ao abrir a porta do quarto.
Abafou um grito de espanto com a mão.
Cristina havia se virado durante a noite , não estava mais de costas para ele mas sim de frente. Sua cabeça no braço de Frederico enquanto, descansava uma das mãos no peito do marido. Tinha uma perna por cima da coxas de Frederico. Estavam parcialmente cobertos pelo lençol.
Vicenta saiu silenciosamente e fechou a porta atrás de si.
Cons: O que foi que aconteceu?? ( ao vê -la assustada ) minha filha está bem ??
Vic: Nossa menina está dormindo com o patrão.
Espanto total!!
Consuelo  estava pasma! Sua filha dormindo com aquele  monstro??
Fez de tudo  para  subir até o quarto, porém Vicenta  e Vitória não permitiram.
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Frederico acabava  de despertar  e ficou  maravilhado ao dar - se conta que estava na cama  de sua esposa com ela nos braços. Incorporou - se de forma  a ficar entre as pernas de Cristina e passou levemente as  mãos nos seios dela por cima da camisola. Sentiu como os mamilos erguiam - se  entre  seus dedos. Sorriu malicioso.
Cristina  estava em meio a um sonho, não distinguia direito o que se passava porém sonhava com alguém sobre ela e sentia uma enorme excitação. Suspirou! Sentiu uns  lábios no colo e abriu os olhos assustada! Não estava sonhando. Apesar  de não enxergar, sabia  que Frederico estava com ela. Haviam  dormido juntos.
C: Frederico... o que você faz  aqui?
Falava com um pouquinho de dificuldade, pois apesar de não querer admitir, estava ficando louca com as caricias de Frederico.
C: sai de cima de mim ... Frederico
F: Cristina, Cristina... estou louco de desejo por você.
C: não pode me forçar. Não é justo!
F: Quem falou em forçar ?? Voce vai  se entregar para mim por puro desejo. Vou te deixar tão desesperada por mim... tão necessitada que vai implorar para que eu entre suas pernas e te faça minha.
C: ( suspirando, rendida aos encantos de seu marido ) eu só posso estar  louca mas já estou desesperada.
F: ainda não meu amor ... ainda não
Aprisionou as mãos de Cristina no alto de sua cabeça e apoderou - se dos lábios dela. Avançou com a língua, ferozmente , devorando - a numa orgia de beijos.
Desceu a boca pelo pescoço, deixando um rastro de fogo com a língua até os seios onde abocanhou um por cima do tecido mesmo. Cristina arqueou- se, gemendo.
F: Gosta disso?
C: eu... eu ... Nao sei
A pergunta o intrigou porém não parou para analisar. Aquele corpo estava deixando-no louco. Liberou o seio da camisola e mordeu o mamilo, sugou com vontade e assim fez com o outro.
Cristina gemia e arranhava as costas de Frederico. Sentia a ereção dele no ventre, dura e forte. Ele ja estava nu, pois havia dormido pelado. Sentiu como descia a cabeça para o meio de suas pernas. Já sabia o que vinha e ficou um pouco tensa por nunca ter feito aquilo. Frederico arrancou a calcinha , afastou as pernas  e avançou com a língua no sexo dela. Cristina gritou extasiada! Nunca imaginou que era tão... tao... Excitante e gostoso.
Caiu na cama alguns minutos depois sem forças depois do violento orgasmo que a língua de Frederico havia lhe dado.
Ele levantou  e de forma rude puxou Cristina pelas pernas até a beirada da cama. Tirou a camisola por cima da cabeça. Agora ambos estavam iguais. Posicionou o membro na entrada de Cristina, todavia não entrava.
C: Fredericoo ... Aahh ... Me faça sua ...
Inclinou- se sobre ela e a beijou com ímpeto, selvagem.
E sem mais, penetrou - a de um só golpe!
O grito de Cristina foi abafado pela boca faminta de Frederico.
Ela era tão estreita, tão perfeita e agora era somente dele! Com esse gosto de vitória, entrava e saía dela nuns movimentos firmes , freneticos e rapidos! Voaram até aos céus e mais tarde retornaram ao colchão, suados, cansados e com a respiração acelerada.
Ela não atrevia -se a mover e muito menos a falar qualquer coisa. Tinha os lábios inchados e ainda sentia as mãos de Frederico, tinha essa sensação de q ele ainda estava tocando nela.
F: Porque você disse que não sabia se gostava de ser tocada nos seios?
Cristina assustou -se.
C: É que ... Eu.. Eu ... Bom nunca tinha feito isso assim...
F: ah, Cristina por favor vc tem uma filha. Como que nunca fez isso ? Fizeste ela com o dedo por acaso ??
C: Frederico!! O que eu queria dizer é que... que .. Não foi assim... Você foi o primeiro a tocar meus seios... A explorar meu corpo... Com ele não foi assim... Foi muito rápido
Cobriu- se com o lençol, morta de vergonha.
F: Que imbecil!!!
Começou a gargalhar mas logo conteve. Olhou para o lado e viu aquela mulher que apesar de ser mãe era tão inocente em algumas coisas. Decidiu que lutaria por ela. Iria ensinar todas as formas possiveis de dar e receber prazer na cama ou fora dela  para sua adoravel esposa.
Abraçou carinhosamente  por trás e anhinhou ela contra seu corpo num gesto institivamente protetor!
Ambos estavam assustados! Cristina pela forma como havia  reagido às caricias do marido e ele pela forma como estava agindo. Normalmente, depois de saciado suas necessidades, expulsava a mulher ou a deixava sem a menor consideração. Porém, essa era Cristina, seu amor, a única a quem amava e a desejava loucamente como agora nesse instante.
Cristina sentiu a mão de Frederico subindo pelas coxas , arrepiou - se todinha. Haviam acabado de fazer amor. Será que ele não se saciava nunca??
Sorriu para si, pois percebeu que estava indo pelo mesmo caminho.
Gemia descontroladamente , enquanto Frederico a fazia sua novamente!!
Fim

Escrito por: Neiry Miranda


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5 comentários:

Anônimo disse...

Amo as histórias de AMF! A sua está maravilhosa! Parabéns!!!!

Unknown disse...

perfeitoooooooooo

Anônimo disse...

ameiiiiiii

Anônimo disse...

Adoreiiii essa historia

Anônimo disse...

Sua historia é. OO maximo ádoreii