Amantes por vingança Capitulo 5
Capitulo 5
Esteban bebe o 4° copo, a porta se abriu.
-Pode entrar. - ele disse sarcástico, ao ver
Nancy entrando de uma vez sem pedir permissão.
A mulher nem se quer deu atenção ao
sarcasmo do Conde.
-Preciso falar com o Sr. - Falou Nancy,
sentando-se na cadeira em frente a ele.
-Fala então. - Disse Esteban fazendo um
gesto com a mão.
-Ontem não tive tempo de perguntá-lo... quero saber
como é isso, que a senhorita Maria é sua amante.
Ele deu de ombros e respondeu
despreocupado.
-Não é a primeira vez que tenho amante,
Nancy. Não vejo nada de estranho nisso.
-Mas ela não é qualquer mulher, é decente,
não é uma outra como aquelas que você se mistura, e alem domais o senhor a
am...
-Não continue... -advertiu Esteban- ta bom, vou
te contar... Maria é minha amante por uma trato de vingança.
-Trato?
-Sim, seu noivo a enganou e ela que se vingar
dele, e assim ela virou minha amante.
Nancy negou com a cabeça.
-Mas esse jogo vai acabar por fazer mal a
vocês, e principalmente o senhor, o senhor talvez seja quem mais saia
machucado.
Ele sorriu.
-Por favor Nancy, machucado eu? Não. Jamais
Eu gozo muito dos favores que ela me fará em troca, tudo o que eu pedir, se eu
a apoiar em seu estúpido plano. Diga, eu estou levando a melhor parte do trato
não? Tenho um corpo grátis.
Ela o olhou preocupada.
-Falarei com a Senhorita Maria e le direi
a verdade.
- Não se atreva, estou te avisando Esteban
a ameaçou, com olhar enfurecido.
-Mas ela....
-Não vai dizer nada! - Ele gritou a Nancy,
e ela concordou com a cabeça, e foi embora, o deixando sozinho.
Esteban levantou uma mão até a cabeça e
penteou os cabelos com os dedos. - Maria não pode saber nunca! - Pensou.
A noite, enquanto jantavam na sala de
jantar da mansão Sanhoman, Maria analisava a atitude que Esteban havia tido a
tarde. Se ela não soubesse que para Esteban só interessa as mulheres para fazer
sexo, Juraria que ele ficou com ciúmes, quando ela duvidou se perdoava ou não
Gerardo. Mas isso seria um absurdo. - Se repreendeu Maria. Esteban Com ciúmes?
Ela tinha certeza que em sua vida, ele nunca teria sentido ciúmes de uma só
mulher.
Porque pensa tanto? Perdoa o idiota do
Salgado a já. -Esteban disse, quando entrou na sala de Jantar e viu Maria
pensativa.
Se ela por acaso, em algum momento duvidou
que Esteban estaria com ciúmes, após este comentário esqueceu completamente.
Maria riu de si mesma por pensar uma besteira desse tamanho. Para Esteban tanto
fazia.
-Não vou o perdoar -Esclareceu Maria,
olhando-o ele estava com uma roupa muito elegante, parecia que iria sair. E já
se imaginava o que iria fazer.
-Sim Claro. - Se queixou Esteban.
-Pare de rir de mim, eu já estou ficando
farta. - O gritou Maria se levantando da cadeira onde estava.
-Já deixe de se histérica, Não é para tanto.
-Sim é para tanto, não perde a oportunidade de
me atacar, até essa tarde quando estivemos... quando estivemos juntos, você riu
de mim.
-Você se envergonha de dizer que tivemos sexo?
-Ele perguntou, e ela ficou vermelha na mesma hora.
-Bom ainda que não tenha sido sexo,sexo de
verdade- disse ele se aproximando sua boca da dela - Porque eu te juro, se tivéssemos
feito, agora você não poderia ter saído se quer da cama.
Ele ia beijá-la, Maria sentiu isso, quando
ele começou a acariciar seu lábio inferior com o polegar e segurando pouco a
pouco a sua nuca com uma mão.
-Ainda que eu esteja sendo sincero, eu
continuo sem gostar da idéia de tomar uma mulher que tenha pertencido aquele
mequetrefe do salgado, não sei... me da...
Ele a saltou bruscamente e não disse mais
nada. Mas Maria sabia o que ia dizer: "Nojo" e se sentiu humilhada.
-Maldito... - sussurrou ela sentindo as
lagrimas queimando seus olhos.
Ele mais uma vez sorriu, caminhou até a
porta, deu meia volta e advertiu Maria - Não me procure.
Mas ela não fez caso daquelas palavras.
Ela o seguiu em um carro de aluguel, e agora se encontrava de frente a uma casa
de dois andares, ela precisava saber quem era a amante de esteban, ou quais
eram. A curiosidade a matava, a curiosidade e outras coisas mais, outro
sentimento que ela não entendia... era como uma raiva. Ela se disse, que talvez
estava assim, pelo fato de Esteban se deitar com qualquer uma e depois quando quisesse
se deitar com ela, a contagiaria com algo mal. Sim era isso.
Quando quase entrava ao local de perdição,
os homens que conversaram na entrada a trancaram.
-Onde vai, delicia? -Le perguntou um.
-É,
eu...
-você vai a uma entrevista com madame
Alba, para que ela te dê trabalho? - Le perguntou outro.
-Sim, sim... - Respondeu ela sem saber, e
a deixaram passar. Dentro ela pode ver o ambiente mas pecaminoso que poderia
existir, Homens e mulheres se acariciando e se beijando, e mulheres nuas
dançando sobre a mesa de metal onde os homens le jogavam dinheiro.
Ela levou as mãos a boca, quando viu em um
canto, Esteban sentado em uma mesa, junto a uma mulher muito bonita.
Ela se aproximou mais três passos e pode
ver que essa mulher o acariciava e chupava seu dedo, com sensualidade, e ele le
lançava olhares de cumplicidade.
Ela o amaldiçoou, como Ele podia dizer que
tinha nojo de se deitar com Maria, se estava com uma puta, tão baixa classe
como aquela. Que se deita com meio mundo?
Tinha vontade de se aproximar e gritar,
mas sentiu de repente que alguém a agarrava e a empurrava contra a parede. Era
um homem bêbado.
-Este deliciosa- Ele disse, tentando beijá-la.
Maria o afastou com a perna, e tentou
correr para perto de Esteban, mas o homem a agarrou pelos cabelos. Ela gritou,
e chamou a atenção de muitos homens no local e vários a ajudaram a tirar esse
homem de perto dela.
Esteban ouviu o escândalo que tinha e se
aproximou para ver o que estava acontecendo. Viu, que um guarda costas do
local, estavam tirando a golpes um bêbado do lugar, e uma mulher com a cabeça
baixa meio tonta. Madame Alba, a dona do local, estava junto a ela tentando
falar com ela.
-Nem uma mulher, ainda que seja puta, merece
ser violada. - Comentou alguém na multidão, Esteban sentiu alguma coisa
estranha no peito, quando a mulher levantou a cabeça. Era Maria.
Ele se aproximou dela rapidamente. Ela não
disse nada, só o abraçou.
-Ele te violou? -Ele perguntou com a voz mansa,
como nunca.
Maria negou com a cabeça.
-Conhece esta mulher? - Perguntou Madame Alba
a Esteban.
-Sim é Maria - Ele a respondeu, tendo a
Maria em seu peito. Ela não chorava, e não ficava calma.
-Ah
Maria, é você?
Esteban fez um sinal com a cabeça, para que
não falasse nada. E em seguida perguntou a Maria quem havia tentado abusá-la.
Ela o respondeu. Ao ter a informação, saiu do local, com Maria entre seus braços.
Quando a colocou em sua carruagem, saiu de La.
Onde vai? - Ela perguntou, voltando a si
de repente.
-Volte para casa com Harry agora, mas tarde eu
chego. - Ele disse se esquivando de sua pergunta.
Então quer dizer que o Sr. Withxon tinha
atacado a Maria. Esteban entrou em uma taberna onde sabia que iria estar o
maldito bêbado. Quando o viu, em uma mesa imediatamente foi até lá. Os
seguintes minutos que passaram foi de golpes e mais golpes. Esteban o golpeava
com tanta raiva que tiveram que tira-lo de cima do homem.
Chovia, com trovões estridentes, quando
esteban entrava na sala de sua mansão. Já era muito tarde, tomara que Maria já
esteja dormindo e relaxada. -Rezou ele. Mas se deu conta que estava mais
acordada do que nunca ao vê-la descer as escadas.
-Chegou. - Disse Maria com alívio.
-Sim, se sente melhor?
-Sim. -respondeu ela, pouco nervosa.
-Você se da conta que fez uma estupidez me
seguindo? - Ele disse olhando-a com dureza, quando ela estava de frente com
ele.
Maria concordou.
-Poderia ter te estuprado -Ele falou sentido.
-Não fez. -Sussurrou ela.
-Vai para a cama. - Pediu Esteban e deu
meia volta. ia para a biblioteca descansar, mas sentiu uns dedos frágeis
agarrando seu braço.
-
e... onde você vai? -Perguntou Maria tremendo.
-A biblioteca. -ele respondeu soltando-a.
-Posso ir com você?
-Vai dormir Maria...
-Esteban tenho que te falar uma coisa. Ela
sabia que ele iria rir dela. E falaria que ela é uma boba, imatura e tonta.
A esteban o invadiu, uma sensação de
pânico repentina, será que aquele imbecil tinha violado a Maria?
-Fala. - Ele falou exigindo.
-Olhe... eu...
Nesse momento, houve um trovão violento,
Maria se agarrou ao peito de Esteban, tentando se esconder. Bem agora estava
esperando a risada dele, como sempre.
-Você tem medo de raios?
-Sei que você pensa que sou estupida, mas sim,
eu tenho medo. -Disse ela levantando o olhar, esperando encontrar por aquela
risada, mas não, ele estava sério.
-É
isso que você queria me dizer.?
-Sim.
Esteban sentiu um alívio imediato, e logo
começou a acariciar os lábios de Maria.
-Você quer que eu fique com você no quarto
para que não sinta medo?
Ele perguntou com a voz roca e baixa.
Ella concordou com a cabeça.
-Sei de uma coisa que podemos fazer para
que você esqueça os raios.
Ela sentiu terror pelo seu comentário.
-Esteban...
Esta noite eu cobrarei, o
que você me deve. - Ele informou e depois a beijou invadindo sua boca com a língua,
uma mão por traz de seus ombros, e a outra toma


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