Amantes por vingança Capitulo 13
Capítulo 13
Esteban abriu os olhos quando sentiu alguém se movendo
ligeiramente o seu ombro. Maria estava chamando para acordar. Ele não via, mas
ouvia a voz dela.
O que é? - Ele
perguntou, no meio de um bocejo
É hora de seu medicamento - Maria disse a ele, sentando-se
ao lado dela na cama
Ele também sentou.
-que horas são?
- Nove
Ele ignorou, então ele sentiu o metal da colher e do gosto
amargo do remédio.
- Bem, o outro, será as cinco - Maria disse fechando a
garrafa.
-Maria, quero
pedir-lhe um favor.
-Sim?
Eu quero que você não venha me dar remédios mais. Eu acho
que isso não é para você.
- Mas ... para mim não incomoda ajudar
- Olha, Maria, você não é nada para mim ... ou melhor...
Ela tinha que levá-la para longe dele. Ele sabia que se ela
ficasse por perto, cabaria em sua cama, nua antes mesmo de meio dia. Ele não
queria isso. Ele não quero ser o substituto.
Às lágrimas inundaram Maria.
-Tudo bem, se você quiser.
-Sim. Além disso você não foi criada para ficar atendendo um
enfermo. Você é tão imponente ... tão elegante ...
- Se você fosse meu marido teria que fazer...
-Ele estava sem palavras.
Desculpe-me, eu não deveria dizer Mria – Maria então pediu
desculpas, em seguida, caminhou até a mesa e puxou para baixo o Baú que ele deu
a ela quando ela chegou a casa. E contendo as roupas de suas amantes.
O que esta movendo ai?
É o Baú que você me deu. Vou colocar um dos vestidos que
você me deu.
Esteban, enquanto ela dormia, ele tinha vestido-a. Ela ficou
surpresa quando ela acordou no sofá e percebeu que tinha trocado a roupa. Ela
se perguntou como ele fez, se ele não podia ver bem. Bem, isso era um completo
mistério, Esteban era assim.
- Mas você não mais usou estes vestidos?
- Não, desde que minha mãe me trouxe minhas roupas não mais
usei.
-Por quê?
- Ela estava indignada com o tom autoritário na qual ele
falou.
- Você sabe que eu nunca gostei de usar as roupas de suas
amantes - Maria gritou com raiva. Como ela poderia usar as roupas de putas que
estiveram na cama com o homem que ela amava?!
- Você nunca achou estranho estes vestidos serem das suas
cores preferidas, e todos exatamente do seu tamanho?
Maria tomou um segundo para processar o seu comentário.
O que? O que você quer dizer com isso?
Maria olhou para ele. Ele deu a impressão de que ficou tenso.
- Nada. - Ele respondeu.
-Mas ...
Então houve batidas na porta.
Bem, Maria pode ir. Eu não preciso de você durante todo o
dia. Eu vou dizer Nancy para cuidar de mim - disse Esteban.
Maria caminhou até a porta muito magoada. Ela passou por
Nancy que trouxe a bandeja de café da manhã de Esteban.
- Se ele vier a se sentir mal, procure-me. Eu estarei no
outro quarto - Ela disse à mulher.
- Você nunca achou estranho estes vestidos serem das suas
cores preferidas, e todos exatamente do seu tamanho? - Maria deitado na cama no
quarto ao lado do de Esteban, pensou sobre essa questão, perguntou-se por algum
tempo. - O que ele quis dizer? Será que as roupas foram feitas para ela? - Não, ele não poderia - fazendo um gesto
negativo. – se estavan La, antes mesmo de ela chegar até a casa, ele não
poderia saber que ela estava indo para propor um negócio e ficar a viver com
ele. não é?
Na parte da tarde, Maria passou pelo quarto de Esteban. A
porta estava entreaberta e ela olhou pela fresta. Ele dormia. Ele ficou
nostálgica. Por que tinha pedido que não fosse mais velo e cuida-lo? Será que
foi porque tinham discutido na noite passada? perguntou a si mesma.
- Olá querida Maria.
Ela ouviu uma voz atrás dela - Foi Fabiola.
O que você está fazendo aqui? – Maria perguntou.
A outra mulher sorriu.
Esteban mandou me chamar para mim.
Maria balançou a cabeça
Parece que você ele esta entediado com você. Esteban é um
homem que gosta de variedade - disse afiada Fabiola depois entrou para o quarto.
Então essa foi a razão pela qual ele tinha dito para não
voltar? Por que iria receber Fabiola? Maria então saiu de La.
Esteban sentiu Fabiola sentar na cama, então, sentiu o beijo,
que tomou seu rosto imediatamente.
'Mandei chamá-la para lhe dizer que quero cancelar o
contrato com você. Eu não quero que você seja mais minha cortesã. - Esteban
disse sem rodeios. Ela estava cansado de ter tantas amantes. Alem disse ele
estava dormindo com Maria. Não queria mais usar as mulheres. Ele estava se sentindo
usado por Maria, então ele não queria que outras pessoas passassem por isso.
- É por ela ... é a puta Maria?
Se falar assim da Maria novamente, não responderei por mim. Alem
do mais você é a menos indicada para falar de putas.
Fabiola fez um som de raiva.
- Não te ama, nunca amará você, não se da conta?
Esteban sentiu pena dela.
Você terá um outro protetor, que cuidará de você, vai
encontrar rápido.
A Maria não te ama, e quando ela voltar para vida dela eu vou
rir de você, porque ela vai te deixar e voltar para os braços do homem que ela
ama.
Fabiola disse antes de ir.
Esteban cerrou os dentes. Maria não podia voltar para o
Salgado, isso não poderia acontecer.
O resto do dia, Maria não voltou a ver Esteban, Nancy a
avisou que o médico tinha passado na casa para ver o conde.
À noite, ela dormiu no quarto ao lado. Eu não quero ver
Esteban. Ele dormiu com a Fabiola no quarto, na mesma cama onde fizemos amor? -
Maria presa ao ciúme e a tristeza se perguntou. Em seguida, ele dormiu.
Quando Maria estava almoçando na sala de jantar, Fransua veio
informá-la de que haviam autoridades na sala para falar com Esteban.
A que devo a visita? – Perguntou Maria.
Estamos aqui para dar isso a Mr. Sanromhan- um entregou a
declaração a Maria. Maria então leu a declaração.
O que? Gerardo esta desafiando Esteban para um duelo? Isso é
impossível! - Ela gritou.
- Eu sinto muito, senhorita. Salgado desafia-o para para
tomar de volta a noiva. – Disse o senhor.
Mas a visão de Esteban não está bem, esta quase cego. - Maria estava desesperada.
lei é lei, senhorita.
O Mr. Sanromhan terá que duelar com o Mr. Salgado se quiser salvar a sua honra.
Quando Maria viu os dois homens sair de casa sentia as lágrimas.
Não era justo, não era justo.
Ela percebeu que Gerardo era um porco covarde. Certamente
ele tinha ouvido falar que a visão de Esteban não estava bem. Porque de outra
forma não o teria desafiado?
Ela era a culpada por tudo o que estava acontecendo. Tudo
para o seu absurdo capricho de menina. Como não pensar que poderia acontecer
coisas ruins, quando ele foi e fez o negócio com Esteban.
-Quem era, Maria? – Maria ouviu a voz de Esteban. Ele vinha
descendo as escadas com Nancy, que queria ajudar, mas ele não permitia.
-foram autoridades senhor. - Respondeu fransua.
- O que eles queriam?
-Eu Não sei. Falaram apenas com a Senhorita Maria.
Esteban alcançou o lobby.
-O que eles queriam Maria? - Esteban perguntou.
Ela tremeu. Esteban sentiu que havia algo errado. - Calma,
querida O que eles disseram?
Maria não podia falar. Esteban agarrou o papel das mãos e
ordenou fransua para ler o conteúdo.
Esteban sorriu quando fransua terminou de ler o que estava
no comunicado.
- Esse filhote covarde. Agora que eu sou cego é que me
desafia para um duelo. – Esteban sorria descontroladamente.
- Como você pode rir, Esteban? Ele pode te matar. – Disse Maria
desesperada.
- Não se eu matá-lo primeiro. – Respondeu Esteban sarcástico.
Maria balançou a cabeça. Gerardo sabia que ia matá-lo. O
sonho que ela teve não era apenas um sonho; Era uma premonição, ela tinha
certeza.
- Não faça isso, Esteban – Sussurrou.
- Eu não vou morrer, Quieta.
-não não não. Você tem que evitar isso. Temos de apelar.
Dizer que a sua visão esta errada. Não funciona.
- Ah ... Entendi, você esta com medo que mate aquele
imbecil.- disse Esteban depois que ele virou as costas.
-Não, Esteban. - Ela gritou.
Ele subiu as escadas segurando no corrimão, Maria o foi
seguindo.
Esteban não aceite este duelo – Implorava Maria, agora ambos
entraram no quarto.
- Eu vou aceitar. Eu não sou um covarde.
-Por Favor. - Sussurrou ela com um nó na garganta.
Esteban virou.
-nada que você fale, vai impedir que eu mate aquele imbecil.
- lhe disse e começou a andar em direção a ela ameaçadoramente. Maria não
entendeu porquê, mas ele vinha em direção a ela. Esteban estendeu a mão e empurrou
ela até que ela estava presa na porta.
'O que você está fazendo? - Ela olhou e percebeu o que ele queria-
Nem pensar - disse Maria.
Esteban baixou as mãos e acariciou as coxas com grande
sensualidade, ele imediatamente levantou as saias de Maria.
- Bem, agora vamos nos livrar dessas anáguas - disse com voz
rouca descaradamente puxando para baixo o vestuário.
Maria gemeu quando sentiu Esteban acariciandoa por entre as
pernas.
Ele fez um som de satisfação, então disse:
- Você sabe que eu gosto de fazê-lo.
- Maria sentiu a mão cheia de Esteban, cobrindo seu sexo.
Você quer?- perguntou Esteban quando a língua acariciou o
lóbulo da orelha
-Sim ...
Esteban agarrou pela cintura ea levantou, ela por sua vez
circulou sua cintura com as pernas.
Quero repetir, sempre que, quero que você não feche os
olhos. Eu quero que você olhe para mim, enquanto fazemos.
Ela assentiu com a cabeça.
Então ela sentiu o ataque lento, ao entrar nela e o seguiu:
Esteban - Sussurrou
Ele beijou-a e continuou mexendo-se. Ele veinha lento, mais
foi ficando mais rápido para fora e para dentro.
Maria abraçou-o pelo pescoço.
Esteban - Ela voltou a dizer, no meio de um longo gemido.
Se eu pudesse ver você! - rosnou agora entrando rápido e
saindo rápido.
Maria e Esteban se empurravam contra a porta, gemendo.
Esteban sabia que ela estava à beira do orgasmo.
Você sabe quem sou, certo?
Sim, você ... é o meu Esteban. - Maria respondeu com os
olhos nublados, em meio a delírios de paixão.
Será que ela disse aquilo mesmo? Como ele estava falando
aquilo? Ela disse “MEU ESTEBAN”?
Repete tudo o que disse - ordenado, mas, em seguida, Maria
saiu de si, e entrou em um orgasmo.
Seu corpo ficou mole em seus braços.
Esteban segundos depois jogou sua semente dentro dela.
Ele a levou quase inconsciente para a cama
Ele beijou-a na testa, não acreditava.
Ele havia se prometido que não iria dormir com ela? O que
aconteceu? perguntou-se. E ele sabia a resposta: Ele queria tanto esta mulher
que não conseguia parar de tocá-la, de querer tê-la.
Maria abriu os olhos. Ele sentiu como se seu corpo tivesse
sido arrastado por um redemoinho. Deus foi fabuloso.
- Acorde de seu sonho lindo, Maria. - ela ouviu Esteban que
estava deitado ao lado dela.
Era ... era ... grandioso – a pesar da intimidade que ja
tinha há muito tempo, tinha acabado de compartilhar a cama durante o sono.
Natural sorriu.
Aquele sorriso era o único que amava.
Esteban ... por favor, não vá para o duelo - Implorou Maria.
Ela não podia perdê-lo. Ela o amava.
-Sinto Muito. Mas o mequetrefe pediu. Eu só quero lhe
perguntar se eu o matar você vai me odiar para sempre?
- Não, eu não estou preocupado por ele, mas por você.
Não minta Maria, Eu sei que você se importa mais sobre ele -
Esteban disse em tom desanimador.
-A essa hora já deve ter chegado na casa dele o comunicado.
disse o velho Withcam a Gerardo, ao beber um conhaque em seu escritório.
O velho sorriu
-Salgado Pare de tremer. Esse jogo irá falhar. Enviei uma
carta para minha filha que também imagino que virá.
E se Maria não retornar como planejado?
Então nós a forçamos. Temos dinheiro. Nós compramos as
autoridades. Assim que matarmos a Esteban, reivindicaremos todas as suas
posses.
Maria surpreendeu-se ao ler a carta que acabara de trazer
Nancy. Foi curta, mas mortal:
- Se você quer parar o duelo volte para casa. Você não quer
que o pobre cego Sanrhoman morra por causa de você certo? -
Se Esteban morresse por causa dela, ela morreria em seguida, iria evitar. Voltar à sua velha vida - Maria
decidiu sentindo as lágrimas quentes que deslizavam em seu rosto...
Continua...


0 comentários:
Postar um comentário