Amantes por vingança Capitulo 14
Capítulo 14
-María - Chamou Esteban e sua voz profunda tornou-se um eco
no quarto vazio.
Ela não estava. Ele percebeu quando ele não obteve resposta.
Onde tinha ido - ele perguntou nervosamente. Se ele tivesse
deixado lá depois de terem feito amor!.
Ele saiu da sala, tentando andar rápido sem tropeçar
-Nancy - Esteban gritou no corredor por Nancy!
A mulher mais velha saiu após a gritaria
O que precisa senhor?
Eu não consigo encontrar Maria você á viu?
Nancy ficou pensativa, então ela disse:
- Bem, eu a vi algumas horas atrás, quando eu tomei uma
carta que lhe foi enviada.
Carta?
De Quem foi essa carta, Nancy? Salgado? - Esteban perguntou
agarrando seus ombros
- Eu não sei, senhor.
Não podia ser o que ele estava pensando ... não podia ir ...
Não, não poderia. Esteban, em seguida, virou-se e voltou para o quarto, ele
disse a si mesmo. Nancy seguindo-o.
Nancy verifique se o tronco é Maria.
Nancy caminhou até a esquina onde ela sabia que tinha o Baú
- Sim esta aqui, senhor.
Naturalmente Esteban disse. Ela não pôde carregar porque era
pesado.
Abra-o veja se faltam vestidos? – ordenou Esteban..
Nancy se inclinou, e verificou
- Eu acho que falta alguns, senhor.
Esteban levou a mão à cabeça e fechou os olhos.
Ela se foi
-Escapou - Ele sussurrou afetado.
Senhor, eu sinto muito ... - o que Nancy disse enquanto se
aproximava dele. Mas algo a deteve. Algo a deteve, algo que ela viu.-A carta!
O que - Enviada intrigado Esteban
Eu acho que a senhora deixou uma carta - Nancy explicou
enquanto caminhava para a cama.
Deus, Leia Nancy!
“ Esteban adeus. Obrigado por me ajudar e me aguentar. Eu te
desejo o melhor. Lembre-se sempre, você é muito especial para mim.”
especial para ela? E
tinha deixado-o sem dizer adeus – ele se perguntou com raiva e mágoa.
Ele não soube como, mas correu para fora e ficou mas se
deteve quando sentiu o apoio da escada na mão, ele não podia descer o primeiro
degrau e os outros com rapidez como queria.
Era um inútil.
Pela primeira vez desde que sofreu o acidente, ele reclamou
de não ser capaz de ver bem. Agora ele não poderia segui-la e trazê-la de novo,
mesmo que à força para a casa.
Eu sabia que nesse jogo, ele sairia pior lastimado - Nancy
disse com tristeza.
Eu estou bem, Nancy. Muito bem - Esteban sorriu, então ele
começou a voltar das escadas devagar.
Nancy sabia que o que ele tinha dito era uma mentira. Ele
estava longe de estar bem. Foi ... destruído.
Tão destroçado como quando ficou sabendo, aos onze anos que
seu pai duvidava que ele fosse seu filho, porque sua mãe se deitava com todo
Londres.
Tão destroçado como quando teve um pedido negado a 3 anos
atrás pela mulher que amava.
Tão destroçado como quando leu em um jornal a noticia do
noivado da Senhorita Maria com o Conde Salgado.
Esteban se meteu em sua biblioteca escura, fechou bem a
porta, em seguida, se serviu com dificuldade um copo de e começou a beber.
Ela se foi... – Ele disse, agora ele não se importava com
mais nada.
Estava outra vez em sua casa, em seu quarto.
Maria olhou para seu antigo quarto com desaprovação. A decoração
que gostava dela, parecia tão superficial. Sem vida. Banal. Nada a ver com sala
de tapeçaria chinesa de Esteban, criando uma atmosfera de aventura, paixão,
Maria suspirou e então percebeu uma verdade: além de imatura, também, antes,
tinha sido superficial. Ela nunca percebeu os sentimentos das pessoas ao seu
redor: Ela não prestou atenção a seu pai indiferente. Muito menos uma sociedade
hipócrita que só queria ser a filha de um político influente.
Ela nunca percebeu sentimentos. Acreditava no amor com Gerardo,
mas na realidade ele era um capricho imaturo.
Estar todo esse tempo com Esteban fez dela uma pessoa
melhor. A fez abrir os olhos.
Será que ele já havia lido a carta?
Finalmente apareceu? – Disse o pai de Maria na porta.
Sim. - Maria falou demonstrando sarcasmo tanto quanto seu
pai. Quando ela chegou em casa ele não estava e Maria agradeceu a Deus por isso.
- Bem, Pai, aqui estou! – respondendo da maneira mais fria
possível.
Seu pai entrou no quarto, depois também sua mãe preocupada e
Gerardo.
Quando Servando chegou em frente a Maria, ergueu a mão e
esbofeteou com toda força.
Isto é por toda a vergonha que você me fez passar.
Que recepção calorosa, PAI – Respondeu Maria acariciando o
rosto ferido – Sabe que eu sempre me surpreendi, com o quanto carinhoso você consegue
ser – O velho apertou os dentes. Maria olhou para Gerardo –OH! Obrigado por me defender. Você é um grande
cavalheiro para defender uma senhora fraca da ira de seu pai.
Bem ... deve ... reprender você- disse Gerardo.
Com esse homem que ela queria se casar? Com esso fraco que não
poderia nem mesmo defende-la o seu pai idoso?. Em vez disso, Esteban ... ele a
tinha defendido. Maria estava com lágrimas nos olhos ao lembrar. Como foi
surpreendente.
Não estamos aqui para seu sarcasmo, menina rebelde. -
agarrou um braço de Maria e Servando disse -A partir de agora você vai se
comportar. Deus sabe o que me custará para reconstruir sua reputação, mas vamos continuar
com os planos de casamento. Você vai se casar com Salgado. Dessa forma, depois
do casamento, ele irá levá-la para longe de Londres por um tempo, até que a
sociedade esqueça a sua falta devassa.
Maria olhou para o pai com fúria.
Foi para isso que me chantageou? Para me casar com esse mequetrefe...
– Maria fez um gesto de nojo ao se referir a Gerardo.
Foi libertador para ela dizer as mesmas palavras que seu
amado Esteban usava para descrever Gerardo. Ele sorriu melancolicamente. Oh
Deus quanto tempo iria aguentar ficar sem ter seu belo homem de cabelos negros
e sorrir zombeteiro? perguntou-se.
- É melhor você calar a boca, Maria, se não ... Eu vou
acabar com você. Eu juro que desta vez seria capaz de torcer o seu pescoço.
-Eu Não duvido.
Servando ia bater nela novamente
"Chega, marido! – Falou Carmela se metendo entre os
dois.
Servando se acalmou e saiu da sala. Gerardo também.
Maria abraçou a mãe
- Eu não posso casar com aquele idiota. Eu amo Esteban, mãe.
Acalme-se. Você sabe que é melhor não perturbar o seu pai.
Maria se perguntou o que seria dela nos dias seguintes
Acordou outro dia lá, em sua prisão como ela abriu os olhos
lentamente. Ela não queria sair da cama Para quê? Ela odiava todos os cômodos
da casa. Ela odiava tudo. Como ela não tinha perdido a cabeça nas semanas que
tinha estado lá.
A porta abriu
Era sua mãe com uma empregada doméstica que trouxe seu café
da manhã em uma bandeja
Bom dia, filha.
Bom mãe - Maria disse enquanto sentou-se
A empregada deixou-as sozinhas, não antes de colocar a
bandeja sobre a mesa de cabeceira. Carmela tomou a xícara de café foi na
bandeja e entregou-a a Maria. Maria tomou o cálice.
Você deve fazer uma tentativa para comer, Maria. Você perdeu
peso.
Maria não disse nada, então o copo aos lábios se aproximou.
Ele não conseguia tirar o conteúdo, porque o cheiro lhe deu náuseas.
Sua mãe pegou o copo.
Eu também sentia muito enjôo de café quando estava grávida. -
Carmela disse enquanto colocou o copo na mesa de cabeceira.
Maria ficou perplexa
"Você acha que eu ...?
- Eu tenho me perguntado isso por dias, mas eu não queria
dizer nada - Carmela afagou seus cabelos - Diga-me: você tomou os remédios que eu te
dei?
A Maria lhe veio à mente o tempo que Esteban e ela ...
- Bem, sim ... mas ... Esteban ... e eu ... às vezes nós não
...
- Compreendo sem planejar.
É sim. - respondeu envergonhada - e muitas vezes por dia, completou Carmela.
Devemos ter a certeza se está grávida. Eu mandarei chamar o
doutor Mandervick para confirmar.
E ele confirmou...
Na parte da tarde, depois que o médico saiu da sala, era um
silêncio sombrio.
Maria estava atordoada. Ela ia ter um filho de Esteban! Um
filho do homem que ela amava! Homem com quem sonhava noite após noite.
Filha, estamos em perigo. Se seu pai descobrisse seria capaz
de...
-Me obrigar a um Aborto?
Carmela balançou a cabeça lentamente.
Isso eu não permitiria, eu quero o meu filho - disse Maria ao
sair da cama.
Quanta força sentiu vir de dentro de si mesma, ao saber que
carregava uma vida dentro dela.
Essa notícia foi o vislumbre de esperança depois de tantos
dias no escuro, depois de tantos dias ela queria escapar da Depressão.
Carmela riu.
- Por que você está rindo, mãe?
- É felicidade, minha vida. Você acha que para mim era fácil
te ver dia após dia como morta, sem ânimo para nada. Essa não é você, não é
assim. Minha Maria, se revolta até contra a diversidade.
Você tem que me ajudar a escapar. - implorou a sua mãe.
- Bem, eu não sei como. Você sabe que seu pai desde que você
voltou, reforçou a segurança na casa.
Maria ficou pensativa.
A porta se abriu naquele momento. Era Servando.
Veio um médico aqui, para fazer o que? – perguntou o velho.
Maria e Carmela ficaram nervosas.
- Para mim. É que eu não me senti bem nestes dias –
Respondeu Carmela.
Servando não disse nada quanto a isso, no entanto, ele
informou a Maria bruscamente:
Vou casa-la em duas semanas com Salgado. Eu organizei uma
festa para comemorar seu casamento amanhã à noite. Tudo está arranjado.
- Eu disse que não queria casar com ele.
Mas você vai fazer, se não quiser que sofra outro acidente o
Conde Sanromhan. Claro que este seria definitivo, e o enviaria a tumba.
Maria engasgou, atordoado. Seu pai era quem tinha atacado
Esteban!, Meu Deus!
- Foi você quem o mandou para mata-lo – sussurrou Maria com
dor.
Se eu fosse você acha que eu ia ficar de braços cruzados
enquanto a minha filha se perde acompanhada de um porco?
- Imagino que Gerardo concordou com isso.
Servando estava rindo maliciosamente balançou a cabeça, em
seguida, ele saiu da sala.
Maria não chorou; chocado. Então, foram eles que tinham
feito tal dano para Esteban? Bem, ela faria justiça. Amanhã à noite, seu pai e
Gerardo Salgado levaria uma grande surpresa, naquela festa sua carreira
política amada iria acabar para sempre, então ela iria tentar escapar e iria
embora. Ela não podia ficar lá depois de saber que ela ia ter um filho. Além
disso, eles não poderia chantageá-la com outro duelo com Esteban. Ela tinha
lido há uma semana que ele havia se recuperado totalmente a sua visão e sabia que
o covarde do Gerardo não iria solicitar duelar com ele, que agora estava bem.
Tudo estava em seu favor. Tudo.
Muitos convidados foram a festa organizada pelo Withcam na
sua mansão. Foram mais de oitenta. Todos eram da alta sociedade.
Maria pensava no meio da celebração, o dano que tinha
causado a Esteban, seu pai e Gerardo.
Obrigado a todos do sindicato por terem vindo para celebrar
a minha próxima união. - começou a dizê-lo com um sorriso cínico - bom, embora
eu lamento informar que não é nenhuma união ...
Entre os convidados, havia sussurros.
Servando iria aproximar-se dela para calá-la, mas Maria
antes de ele chegar ao outro lado da sala, disse algo letal:
-... Não posso me casar Gerardo Salgado, porque este homem é
insignificante. Como deputado é insignificante. Ele e meu pai semanas atrás
enviaram homens para assassinar Esteban Sanromhan - Ela apontou para eles. - Eles
fizeram. Eles! Como é que a lei permiti que as pessoas mais sanguinárias, façam
parte do governo?
Os convidados ficaram perplexos. Maria sabia que este
escândalo chegaria aos ouvidos das autoridades e talvez eles veriam bem rápido.
O velho Servando não caminhou em direção Maria, em vez disso
ele pôs as mãos à cabeça. Gerardo, que no momento estava sentado em uma
cadeira, com rosto pálido.
Bem, missão cumprida. – Maria disse a si mesma, deslizando através do mar de
convidados.
Ela saiu da sala e enquanto caminhava pelo corredor, sentiu
alguém atrás dela, e esse alguém colocou um lenço no nariz dela.
Sua luta só durou alguns segundos.
Então tudo ficou escuro.
ela desmaiou.
Maria abriu os olhos e sentia que estava se movendo.
Ela estava em uma carruagem! Deus, que a trouxera ali?
Ele olhou para uma figura que estava sentado em frente a
ela. Estava muito escuro, mas depois de sua visão se acostumaram à escuridão e
percebeu que era um homem. Um homem com máscara e vestido todo de preto
Quem é você? – Perguntou Maria apavorada
Ele não respondeu.
Ela tentou abrir a porta, mas uma mão forte agarrou seu
pulso.
-Solte-me - gritou Maria
O homem puxou-a, e tocou o colar dado a ela por Esteban, em
seguida, puxou o seu corpo de enontro ao
corpo masculino dele. Em seguida, Maria percebeu duas coisas: “em primeiro
lugar” O homem tinha uma arma, e em segundo; ele também tinha uma enorme
ereção.
Ela estava com medo
Seu filho.
Não por favor, não... não abuse de mim eu te imploro, eu
estou grávida – Maria gritou em lagrimas.
O homem imediatamente a saltou – Abusar de você? Como assim
grávida?
O que você disse? -
perguntou ele com aquela voz profunda que nem um outro homem tinha a não ser...
-Esteban É você? - Ela perguntou animadamente, em seguida,
rapidamente tirou a máscara. Ele não fez nada para impedi-la - Oh, meu Deus, é
você! É você! – Ela então o abraçou.
Quer dizer que você está grávida? - perguntou com a voz
alterada.
Ela não respondeu. Ela apenas o beijou.
Ele correspondeu ao beijo que foi o mais voraz que tinham
tido até alí. Suas línguas e lábios entraram em confronto com a ansiedade. Se abraçaram.
Esteban perguntou a Marianovamente, ofegante.
Me diga por Deus, você esta ...?
-Sim –Maria não conseguia segurar. Ela chorou. Lágrimas após
lágrimas a fora de seus olhos
Esteban sentiu seus que olhos ardiam de ouvir a resposta,
mas não queria se adiantar na felicidade. Ele tinha que ter certeza de que o
filho era dele.
Você dormiu com Salgado durante esse tempo - ele perguntou
lentamente.
Não, Esteban. - disse Maria – não! - se abraçaram.
Bem, você voltou pra ele. Você o ama, e como já não é mais
tão inocente... Você estava livre se o fez...
-NÃO! Eu não dormi com e Gerardo. Eu Noão o amo. – Eu o
abomino- isso deu ênfase às últimas palavras, de uma vez por todas entenderia -
Se você quer saber se o bebê é seu? Pois bem é seu Esteban.
Maria fala Sério? - Ele perguntou com um tom de emoção em
sua voz. Um filho com Maria?
Sim Esteban, você é o pai depois de você eu não dormi com
ninguém.
Maria esperava que ele a insultasse ou lhe dissesse que ele
não podia aceitar aquela criança porque ele não gostava de responsabilidades,
mas ao invés disso ele riu de felicidade.
Não te incomodado a idéia?
-me incomodar? Não, Maria...
estou feliz. - Ele respondeu sorrindo.
Me alegro então ela disse - E também sorrindo disse – Que bom
que você me sequestrou.
- Porque você é minha! - Ele respondeu, com sua expressão
endurecendo.
Ela se sentiu tonta. Ele agarrou-a.
- Você parece fraca. Você não estava se alimentando direito
não é minha querida? - Ele falou
beijando sua testa
Maria repondeu.
Bem Esteban, eu quero ir dormir, descansar.
Minha querida? Desde
quando ele aprendeu essa palavra.
- Onde você está me levando, Esteban?
- Para Longe de
Londres.
No fundo de tudo não importava, o que importava a ela
naquele momento era que ele estava alí ao lado dela. Ela estava ao lado do pai
de seu filho. Ao lado do homem que amava.
- Como você conseguiu chegar até minha casa?
- Eu tive ajuda. - Ele
sorriu. - Eu também sou mágico, meu mel. Só basta saber como enganar a segurança,
e aprendi isso no momento em que você vinha.
Os não paravam de sorrir...
Continua...


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