Amantes por vingança Capitulo 9
Capitulo 9
- Você esta ai?- disse Esteban se aproximando dela
- Que?
Ele começou a acariciar rosto de Maria e parecia que não era
real
- Não, você não foi -repetiu sussurrando
- Não, eu já disse
que não. É por isso que você estava gritando porque eu pensei que eu tinha ido
embora?
Esteban percebendo que ele estava traindo a si mesmo a
soltou e virou as costas.
- Não me importa se você vai ou fica!
-Mas você estava desesperado porque pensou que eu tinha ido
...
Ele estava muito estranho- Eu pensei que você tinha ido
embora, sem me pagar o que me deve. – respondeu friamente então começou a subir
as escadas para o segundo andar.
-Eu deveria mesmo ter ido, depois de como me insultou ontem,
mas eu acho que eu estou me acostumando com sua demência. - respondeu Mary chateada por tudo o que ele tinha feito e dito
no dia anterior.
Que bom que você se acostumou querida... - Esteban
respondeu, virando-se.
Não vai se desculpar - Le perguntou Mary colocando as mãos
nos quadris
-Claro que não.
Nem por Isto? - disse Maria, tirando um lenço que usava no
pescoço para cobrir a marca que ele havia deixado.
Quando viu o machucado ficou meio atordoado.
Você é minha amante, eu posso fazer com o seu corpo o que eu
quiser- zombou ele.
-Desgraçado. - Mary gritou com raiva- Você sabia? minha mãe veio me visitar ontem e
viu isso.
- Não me importo. Ah! você já pode, mostre ao idiota do seu amorzinho,
o Gerardo. É um bom plano para fazer-lhe ciúmes você não acha?
Ela gritou – IDIOTA.
Esteban não respondeu, virou e terminou a subir as escadas.
Quando ele entrou no quarto, estava Nancy.
- Você fez isso de propósito. Eu acreditava que ela tinha
ido embora – Ele disse agarrando seu braço. – Você fez para que eu me
entregasse só.
- Ela tem que saber. - disse à mulher - Por que não dizer logo
de uma vez Deus?
-Porque não! Além
disso, ela não vai se importar quando Souber
- Como você sabe? E
se ela ...
- Eu não quero ouvir mais - Steban berrou, em seguida, foi
para o banheiro. – Rápido Ele voltou e perguntou preocupado - Onde ela dormiu
na noite passada?
-Em Outro quarto que eu preparei para ela - respondeu Nancy- Quando vi estava furiosa no
corredor e esta manhã, a pobrezinha, não tinha roupa para vestir. Eu tive que
vir aqui para procurar um vestido
Todas as minhas memórias estão confusas. - confessou Esteban
colocando a mão na cabeça- Eu me lembro que eu insultei, mas alem disso, não me
lembro de mais nada.
- Bem, ela me disse
que o Sr. Estava muito estranho, não parecia você mesmo. E até disse que a amava
- Nancy disse sorrindo descontrolada.
Esteban ficou pálido.
- O que mais eu falei?
- Ele não me disse mais nada. - Nancy respondeu e em
seguida, saiu da sala.
Mary entrou no quarto de Esteban. Ela ia dizer algo que ela
não tinha conseguido dizer no dia anterior e perguntar se ele se lembrava do
novo plano. Ela imaginou que teria outra discussão com ele, mas como ela já havia
dito: Ela estava acostumado a sua demência.
-Esteban- Ele chamou.
Por duas vezes ela o chamou, mas não respondeu, então foi
olhar no banheiro.
Ele estava se banhando na banheira de bronze. Seus olhos
estavam fechados e sua cabeça descansando sobre a borda.
-Esteban!
- Ele abriu os olhos ao ouvir, e se sentou na banheira
-Agora o que você quer?- Esteban perguntou asperamente
Há algo que eu não lhe disse ontem – disse enquanto concentrou
seu olhar sobre seu peito musculoso. Ele veio à mente imediatamente como tinha gostado
das caricias, como ele gemia, como ...
Anda fala logo, Maria - falou puxando-a para fora de seus
pensamentos.
- O que quer me pedir? - Malicioso sorriu – estava me
assistindo Maria?
-Ela balançou a cabeça, nervosa
- O que ... você me perguntou?
O que você veio fazer aqui? - respondeu ele
Você se lembra que ontem quando fui atrás de você?
-Sim Eu lembro. Você chegou a confessar que, dormiu com aquele
cara.
Não! Cheguei tarde porque eu estava no banco, que é onde eu
o vi - Esteban parecia tão cético - Fui para
retirar algum dinheiro da minha conta.
Você tem uma conta? – Perguntou Esteban!
Ela assentiu com a cabeça
-E para quê foi sacar
dinheiro?
-para pagar as despesas da minha estadia aqui.
Ele se enfureceu
- Você não tem que me dar dinheiro. Além de que, você vai me
pagar com o seu corpo, gemendo, todo para mim.
Ela estava sem jeito com suas palavras
- Esteban ...
- Vem, chegue mais perto. - Disse com a voz rouca, mas ela
não Le deu ouvidos, pelo menos fingiu.
Venha tire as roupas.
Mary o olhou - ela tremia.
Não, não... - ela respondeu sem convicção.
Eu tenho que lembrá-la? Você tem que fazer o que eu quiser.
Não me lembro o que eu le disse ontem à noite. –
Me disse que não queria se deitar comigo, por isso me expulsou
do quarto.
Mary falou tensa.
Eu estava bêbado - Foi a desculpa que ele deu - agora também
só queria acariciá-la ... Se você não tem mais a dizer-me, deixe-me.
Ela engasgou com a visão de sua nudez. Ela já o tinha visto
como Deus tinha trazido ao mundo, mas sempre era surpreendente como ficava
tonta.
Se ... se ... Eu queria ... Eu queria perguntar se você se lembra
do novo plano para fazer ciúmes a Gerardo
Ele a olhou hostil...
- Ah, esta nova estupidez. Eu acho que sim, me lembro.
Ela iria retrucar, mas ficou sem fala, ainda o observando.
- María esta olhando para mim com desejo? – Perguntou Esteban.
- Não não...
Ele caminhou em direção a ela, carregado-a, em seguida, saiu
do banheiro a deitou na cama. Os seguintes minutos deu tanto prazer que ela chegou
a soltar algumas lágrimas.
Eu tenho que corrigir alguns problemas no meu castelo. Me
esperam desde ontem, mas eu fiquei bêbado, eu não poderia ir. Então, Eu não
posso tomá-la rapidamente, porque você diz que é virgem e não quero te
machucar. Quando for a hora quero ter todo o tempo do mundo.
Ela olhou para ele tremendo.
- Quando você volta?
- Amanhã à tarde ou talvez à noite
- Você vai sozinho?
- Que pergunta é essa? Você sente ciúmes se outra mulher
comigo?
Ela balançou a cabeça.
- Não, jamais - Mentiu, é claro, ele se importava. Ela não
sabe por que, mas se importava.
Amanhã, quando eu voltar eu prometo que você vai ser minha –
Le disse Esteban.
Ela o viu se vestir e depois sair.
Mary fechou os olhos, lembrando como os dedos e lábios
professores de Esteban tinham feito sua mudança para o paraíso.
No dia seguinte, Mary almoçava e pensava consigo mesma, que se
nunca tivesse descoberto o engano de Gerardo teria se casado naquele dia. Sentiu-se
um pouco triste, mas não para morrer.
- Senhorita estão alguns homens muito estranhos na porta,
pedindo para falar com o Sr. Esteban.- entrou o mordomo falando.
-peça-os para entrar Fransua. Eu converso com eles
Mary foi para o lobby para atender os homens, aqueles homens
mais pareciam assassinos.
- É esta. - disse um apontando
Os outros três olharam.
Mas o que? Isto é... Parece que o vento fez a curva sem nós-
disse outro que tinha uma tatuagem em seu braço
- O que falam? - perguntou Mary intrigada
-Nada, señorita- disse Nancy.
Mary pensou, como o esteban se envolve com essas pessoas?
Será que ele tinha negócios sujos?
Quase durante a noite, na cama, no quarto de Steban, Mary lia
uma carta que ele escreveu um dia, quando Gerardo a cortejava. Ela havia
encontrado no Baú de roupas que trouxera sua mãe com seus pertences.
Um trecho dizia:
...Eu não sei como isso aconteceu, senhorita Withcam, mas eu
a amo. Eu amo como você gosta de caminhar; e como sorri; e move seu cabelo
preto e grosso; como flerta com aqueles olhos bonitos. Eu sei que eu sou
ousado, mas gostaria de possuir toda a sua pessoa. Eu amaria possuir todos os
cantos de seu corpo. Seria capaz de mover o céu só para ver seus cabelos em meu
travesseiro, depois de fazermos amor.
Esteban disse o mesmo uma vez ela se lembrava. Mas não fazia
sentido. Foi apenas uma coincidência.
A porta se abriu. Era Esteban. Mary sentiu emoção ao vê-lo.
Ela tinha sentido falta dele.
- O que você lê aí?
-Voltou. – disse ela, quase que com carinho.
- O que você lê , Maria - Esteban perguntou levantando a voz
-Nada! - ela respondeu.
Ele caminhou em direção a ela, em seguida, arrancou-lhe das
mãos e abriu o bilhete. Ele leu o nome do remetente (Gerardo Salgado) e a
próxima coisa que eu fiz foi rasgar em pedaços
-Estúpida!
-Esteban Por que você me insulta?
-Por que você é tão idiota, amando um homem que te traiu.
- Mas em que isso te importa?
Esteban deu de ombros.
- É verdade, eu não deveria me importar se você não tem cérebro.
- Maldiito – Berrou Maria.
O sorriso zombeteiro outra vez ali.
- Eu prefiro ser um pobre bastardo idiota, do que ter que
dar o meu corpo para fazer ciúmes a alguém.
Os olhos de Maria se encheram de lágrimas. Os insultos deste
homem, o veneno que destilava doía em Maria.
Esteban soltou, ela ficou muito quieta na cama
-Hoje eu vim dormir com você, mas a vontade passou. Você é
realmente boba ... me da preguiça.
Maria ouviu a porta bater, ele saiu e, embora ela tentasse
segurar as lágrimas, algumas escaparam dela. Esteban é um idiota, estúpido ela
havia há deixado muito triste...


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